Volante desal,  DEFEITOS E CARACTERÍSTICAS Volante desal

Volante minimamente desalinhado, mas incomoda (foto zap.com.br)

Não há quem não se incomode com determinadas coisas nos automóveis, coisinhas chatas, defeitos até, que embora não sejam lá tão graves, chateiam. Tenho as minhas, claro, como o leitor deve ter as suas.

Por exemplo, como é desagradável dirigir um carro sem que o volante esteja perfeitamente centrado, não? As rodas podem até estar alinhadas,  a direção não puxar para nenhum lado, mas ver aquele volante “torto”, como incomoda! E a trepidação por roda desbalanceada, como é chato, por menor que seja.

Hoje até que é raro, mas não faz muito tempo freios a discos costumavam chiar com pouca pressão no pedal. Mas enquanto havia muita reclamação (vivenciei isso como sócio-gerente de concessionária VW,  responsável pela assistência técnica), eu sempre gostei daquele leve chiado ao frear de leve. Coincidência ou não, era para mim sinônimo de freio bom, com boa “mordida” de pastilhas (cada louco com sua mania…).

Esse ruído nada mais era que ressonância da vibração por todo o sistema (disco, pastilha, pinça), igual à que se obtém passando o dedo molhado na borda de um copo de cristal a uma certa rotação e pressão. O chiado de freio era maior quando a umidade relativa do ar estava mais baixa.

Outro defeito chato era nas primeiras injeções, década de 1990 em diante, o sistema entender que abaixo de 800 rpm não era para o motor funcionar mais. Resultado: quando se procurava arrancar suavemente às vezes o motor morria. Bastou a indústria reprogramar o mapa de injeção para a rotação de corte inferior ser a 600 ou mesmo 500 rpm para o problema foi resolvido.

Outra coisa que incomoda é falta de batente definido no pedal do acelerador. Chegar ao fim de curso e se sentir ou escutar o “téc” é uma das coisas no automóvel. Pelo que me lembro, a Volkswagen é pródiga nisso.

 

DSC05427 (1024x768)  DEFEITOS E CARACTERÍSTICAS DSC05427

Acelerador de VW Golf, exemplo de batente de fim de curso do acelerador (foto: autor)

Por falar em acelerador, punta-tacco que exige ginástica para ser feito é um martírio. É uma falha do up!, por exemplo. Estou com cross up! de teste e volta e meia no trânsito me vejo sem conseguir fazê-lo com facilidade. Outro, dos primeiros em que notei a dificuldade, foi o Vectra II, de 1996. No caso do up! é estranho, porque em todos os VW, à exceção do Fusca, o punta-tacco é instintivo. Aliás, pedaleira pior que a do Fusca estou para conhecer: deixar de acelerar para frear é uma manobra e tanto…

 

SAMSUNG  DEFEITOS E CARACTERÍSTICAS Pedais fusca

Pedais de Fusca (foto: interlagos64.blogspot.com)

Em compensação, o trambulador do Fusca foi referência por muitos anos e com toda certeza era um dos pontos altos do carro quando surgiu, na comparação com os de sua época, mesmo que a primeira não fosse sincronizada, o destacava de todos os outros carros. A precisão da seleção e engate das marchas devia-se principalmente aos coxins do transeixo com elasticidade praticamente zero (o motor em si não tinha coxins, ficava aparafusado, “pendurado” no transeixo).

E os volantes de direção? Demorou para se chegar aos atuais,  com os encaixes de polegares na raiz dos raios com o aro. Lembram-se do volante de um só raio do Citroën DS 19 ou dos volantes de “V” invertido, que eu chamava de volante do estilista e não do motorista na revistas (Oficina Mecânica, Quatro Rodas e Autoesporte) em que trabalhei? Um dos primeiros que me lembro a ter lugar para os polegares foi o 4-raios do Porsche 911. O famoso “4-botões” do Passat TS (igual ao do Golf) era muito bom.

A direção assistida trouxe dois grandes benefícios ao automobilistas. Um, permitiu baixar a relação de direção, tornando-a mais rápida, facilitando em muito o dirigir. Outro,  reduzir o diâmetro dos volantes. Era comum volantes de 400 a 420 mm de diâmetro, bastante incômodos. Lembro-me dos primeiros Omegas nacionais e seus volantes de 400 mm e de como melhorou quando o passaram para 380 mm pouco depois. Atualmente, quando dirijo um carro antigo (raro) o que mais estranho é o tamanho do volante.

Outro ponto ao qual dou máxima atenção são os espelhos retrovisores. Pela minha idade (72) dirigi muito só com o espelho interno, um horror comparado com os dois externos de hoje. Depois, ainda nos anos 1960, os carros começaram vir com externo esquerdo e da metade da década seguinte veio o espelho direito, este convexo, do contrário de nada serviria devido à distância entre olhos e ele. Lembro-me que a primeira leva de Nissan Maxima que chegou ao Brasil, no começo dos anos 1990, o espelho direito era plano, obviamente um  erro de quem especificou o veículo para o Brasil.

O citado Vectra II, que na Alemanha tinha espelho esquerdo asférico (nome correto do biconvexo), aqui certamente Custo, o Fantasminha fez estrago: era apenas convexo numa carcaça (de excelente aerodinâmica) desenhada para espelho asférico. Resultado: péssima retrovisão lateral. Mais tarde a GM aumentou o tamanho da carcaça, melhorando um pouco. Mas nada de asférico…

Ainda no tema espelhos externos, como é chato espelhos que trepidam, não? Um caso típico era os espelhos da S10. Desde o lançamento em 1995 e por mais 12 anos ficou assim, não sei se já resolveram. A última vez em que dirigi uma foi num teste ainda para o Best Cars, de 2007, e continuavam a trepidar.

 

s10basico  DEFEITOS E CARACTERÍSTICAS s10basico

S!0. trepidação de espelho crônica (foto Best Cars)

Esses são apenas algumas das coisas que incomodam num automóvel. O leitor com toda certeza deve ter os seus defeitos e características que não lhe agradam.

BS

 

Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

Publicações Relacionadas

  • F A

    Lembro que em 97 e 98 eu via várias S10 com fita adesiva segurando espelhos que caíam.

    • Fabio Marquez

      Eu colocava um pedaço de papel dobrado na Blazer do meu trabalho, assim eu não perdia as regulagens deles.

  • Carlos A.

    Algo que considero um defeito em alguns veículos, são as lâmpadas de seta dianteira instaladas para dentro (perto da grade). Isso certamente dificulta a visualização dos pedestres (eu mesmo ando muito a pé) que às vezes não vê o veículo sinalizando.

    • Bob Sharp

      Carlos A.
      Concordo plenamente, vejo isso cada vez mais, quando deveria ser o contrário.

      • Domingos

        Tem carro que é assim e ainda por cima não tem o repetidor lateral de seta…
        Algo que deveria ser proibido.

    • Davi Reis

      E também, quando tentamos entrar numa faixa e o motorista do carro ao lado não consegue ver que estamos com a seta ligada. E aí acabamos ficando com papel de mal educado ou folgado.

      • Lucas5ilva

        Eu ia comentar isso, realmente não dá pra ver a seta do motorista do lado, deveria ser regra carro com seta perto da grade frontal vir com repetidores na lateral ou nos espelhos externos!

        • Lucas dos Santos

          Deveria ser regra as luzes de seta sempre ficarem nas extremidades – ao menos que alguém me dê um motivo convincente para elas ficarem ao centro.

          • Lucas5ilva

            Concordo contigo também, seta nas extremidades é muito mais bonito e intuitivo do que “seta vesga” mas como os “designers” querem fazer carro “diferentão” com seta vesga, que pelo menos coloque repetidor na lateral ou no retrovisor externo! rs

          • Lucas dos Santos

            “Seta vesga”, hahahaha! Adorei a definição!

    • Lucas

      Também estou contigo nessa! Apesar de não ser uma novidade, pois já existia em carros dos anos 70, essa moda dos piscas pelo lado interno voltou contudo atualmente. Acho isso péssimo, pois é puramente um modismo desnecessário e infeliz. Para citar apenas um exemplo, o Civic básico, tem pisca interno aos farois e sem repetidores laterais. Absurdo um carro do século XXI precário num item de segurança tão básico quanto a sinalização. “Ah, mas tem air-bag e ABS!” Grande coisa……

    • Lucas dos Santos

      Perfeito! Setas voltadas para o centro da grade nunca me agradaram, desde a primeira vez que as vi. Nunca vi lógica em posicioná-las dessa forma.

  • Thiago Teixeira

    Me incomoda amargamente o acelerador “fly-by-wire” do Focus 2 (nacional) duratec gasolina. Temos dois aqui em casa e ambos com o mesmo defeito: De primeira marcha, com saída suave, o carro dá uma “estilingada” a frente como se você tivesse acelerado. Em saídas de quebra-molas ou sinais, por exemplo, atrapalha. Não é sempre que acontece, embora frequente. Fiz todas as atualizações da ECU mas o problema permanece.
    Alguns mecânicos disseram que o motor é calibrado pra gasolina argentina ou europeia, livre de álcool. Com a nossa álcool-gasolina o motor inicialmente apagava a toa – talvez o avanço de ignição não respeitasse o novo combustível. A Ford para corrigir essa pane reprogramou essa aceleração mais o resultado foi infeliz.

    • Antônio do Sul

      Em um outro post, alguém também comentou, de maneira mais genérica, sobre os ajustes dos sistemas de acelerador eletrônico, no sentido de haver um “delay” de resposta que, ainda que seja próprio de sistemas eletrônicos, é muito exagerado, principalmente quando se tira o pé do acelerador para se trocar de marcha e o motor não desacelera imediatamente, como eu notava no Gol GIV. No caso do Focus 2 (também temos um em casa), a resposta não parece ser linear: quando você pressiona progressivamente o pedal, a resposta fica lenta no início e, depois de um ponto, parece que o motor acorda repentinamente.

      • Daniel S. de Araujo

        Falando o Delay…e o Peugeot 207 que tem delay entre acionar a buzina e o som sair. É a coisa mais esquisita do mundo.

        • Antônio do Sul

          Como a buzina é para ser usada em situações de risco, esse tempinho pode ser a diferença entre um acidente acontecer ou não…

      • Thiago Teixeira

        Um macete que peguei é soltar a embreagem sem acelerar no começo. Como se fosse o creeping. Isso reduz o tranco.

        • Antônio do Sul

          Quando o carro está abastecido com álcool e funcionando ainda frio, as reações ficam mais bruscas e esse macete realmente funciona bem. O sintoma do Focus aqui de casa que me chama a atenção é um pouco diferente, pois não ocorre quando o motor está quente, nem nas arrancadas e nem logo depois de soltar a embreagem após as trocas de marcha: a impressão é de que não há progressividade da abertura da borboleta de injeção, que vai abrindo muito lentamente até o meio do curso do acelerador e, de repente, parece que começa a abrir mais rápido. É bem sutil, mas perceptível.

    • Lúcio Wiborg

      Caraca, eu tenho um Focus Duratec e quase sempre dá essa estilingada que você falou! É chato mesmo, mas é a primeira vez que vejo alguém comentar… 🙂

  • Uma coisa que todo mundo reclama, mas que não vejo problema, é a localização dos botões dos vidros dos Peugeot 206/207…
    Acho normal, só baixar a mão direita e mexer…

    Já nos meus antigos Monza e no Clio, eu achei ruim, aí precisava tirar s costas do banco…

  • CorsarioViajante

    Essas listas são infinitas! Vou dar minhas contribuições:
    – resistência de componentes exagerada (por exemplo, um câmbio com alavanca muito molenga, ou um volante “bobo” ou freio de mão duro demais, etc.)
    – barulho de seta excessivamente alto ou com som irritante (muito comum em carros que querem “ser criativos” onde não se deve)
    – bancos incômodos ou sem ajustes suficientes ou mesmo com ajustes ruins (a Fiat é campeã nisso, tinha um sistema de ajuste que o banco ou ficava perto e alto ou longe e baixo, uma coisa incompreensível)
    – lugares onde as mãos tocam com materiais ruins e desargadáveis ao tato (por exemplo, manopla de câmbio, volante, etc)
    Vou parar para não cansar os demais… rs

    • Antônio do Sul

      Corsário, você tocou num ponto que também me irrita muito: os ajustes dos bancos. Detesto o ajuste do encosto por catraca/alavanca, muito usado pela Fiat e pela Honda (acho que só no Civic), e que não propicia um ajuste tão cômodo e preciso quanto o proporcionado pelas roldanas. Por alguns anos, convivi com um Palio que, como você citou, tinha um ajuste de banco “perto e alto ou longe e baixo” e realmente era horrível.

    • Domingos

      O primeiro item parece praga nos carros atuais e sempre foi algo que me conquistou num carro.
      Até hoje lembro com carinho de um Focus que tínhamos em casa. O volante com peso certo, os comandos emborrachados e com peso certo, o câmbio com engates bons (não era o melhor nisso, mas era bom) e os bancos e acabamento faziam o carro muito gostoso de dirigir.
      Era gastão, não andava bem na cidade por nada – só andava bem de 5 mil RPM para cima, tinha um câmbio longo ao extremo – e deu uns problemas. No entanto, a sensação de virar o volante ou de mexer nos comandos do ar eu tenho como memória boa até hoje.

    • Lorenzo Frigerio

      “Perto e alto ou longe e baixo” faz sentido. Pessoas mais baixas, quando aproximam o banco da direção, sentarão mais alto. Provavelmente, esses carros não têm ajuste de altura do banco. Aliás, detesto ajuste de altura do banco em que ele pivota pela frente, ou seja, o ajuste faz com que o assento fique mais ou menos inclinado. Uma vez tive um Cadillac 1981 nos EUA, que tinha bancos elétricos e o ajuste de altura elevava o banco inteiro por igual. Acho que o Chrysler 300C Hemi que aluguei em 2006 também tinha esse ajuste (sem contar ajustes elétricos dos pedais e direção; era demais!). Mas os carros de “padrão europeu” à venda no Brasil nunca foram pródigos em banco elétrico ou múltiplos ajustes, exceto talvez os de alto luxo.

      • CorsarioViajante

        Sim, mas eu, por exemplo, que não sou alto, gosto de dirigir próximo do volante, mas naõ sentado em cima dele! rs

  • Davi Reis

    Espelho trepidando é a que mais me incomoda dessa lista, e nisso, os Palios da vida são especialistas. Desde os antigos até os mais novos, já vi e dirigi vários que incomodavam por essa questão. E ainda nessa área, espelhos pequenos demais e mal projetados são mais motivos pra dor de cabeça. Espelhos como os do Palio dos idos de 2007, que eram muito pequenos e o do lado esquerdo ainda tinha lente plana, quase impossível de se dirigir. Também, os Volkswagen dos idos do ano 2000, que tinham o retrovisor esquerdo em miniatura. Mesmo com a lente biconvexa, incomodavam um bocado.

    Por fim, acrescento à lista apenas mais uma coisa que me incomoda bastante: painéis excessivamente volumosos. Um tapa na cara de quem teve essa ideia.

  • Renato

    Tive um Fiat Oggi 83 cujo câmbio, quando em ponto morto, fazia um barulho horrível, batendo como motor Mercedes a diesel.

    Mais recentemente, me incomodava ter que mover o retrovisor interno para baixar e kevantar o quebra-sol do Nissan Sentra 2008 (?). Ridículo. Imaginem quantas vezes fiz isso vindo do Rio de Janeiro, à tarde, pela Via Dutra…

    • Bob Sharp

      Renato
      Ter de mexer no retrovisor para abaixar o pára-sol é mesmo uma falha gritante.

    • Ilbirs

      Uma que é horrível são os quebra-sóis com extensor (aquela lingueta que sai) e que acabam batendo no retrovisor. Arruína-se uma ideia que é boa (cobrir o espaço que não conta com o quebra-sol) por causa de uma má execução.

  • ccn1410

    Grilo não é comigo, simplesmente eu detesto!
    Todos os carros deveriam ser silenciosos como os da Rolls-Royce. Só aceito ouvir o ronco do motor.
    Também lembro da Belina e do Voyage que tive. Sempre que eu necessitava passar a marcha da quarta para quinta, ou vice-versa, era preciso levantar as costas do banco.

    Eu lembro também que quando comprei uma Parati em 93, o para-sol não deslocava para o lado. Comprei um basculante, não original, que nos primeiros dias engrossou tornando difícil movê-lo na posição para cima e para baixo. Pior a emenda que o soneto.

    • Bob Sharp

      ccn1410
      É mesmo muito chato ter de afastar as costas do banco para passar marchas. Era por isso que nos meus Fuscas eu colocava a alavanca de câmbio do Karmann-Ghia, voltada mais para trás.

      • Daniel S. de Araujo

        No meu Fusca eu mandei inclinar a alavanca para trás, emendando com mais uns 6cm para ficar mais confortável.

        Alás, bem comentado: a pedaleira do Fusca é de fato horrivel

  • ccn1410

    Bob,
    Duas perguntas:
    Quando se troca os bancos da frente de um carro por um Recaro ou similar, o resultado é satisfatório?
    O custo é muito elevado e não compensa?

    • Bob Sharp

      ccn1410
      Os bancos Recaro são excelentes, especialmente se você procura mais apoio lateral. Só é preciso ficar atento à altura de montagem, para que não mude muito em relação à dos bancos originais, uma vez que todo o pacote interior tem dimensões específicas, como alcance dos controles. Não tenho idéia de custo, mas não é item barato, não. O aspecto a considerar se vale a pena ou não é o seu objetivo ser atendido.

    • P500

      Meu tapeceiro cobra 2 mil pelo par prontos e novos (estrutura usada) mais alguns se precisar adaptar os trilhos.
      Zona sul Campo Limpo SP.

  • Danilo Bod@o

    A mania crônica do Celta 2 portas de abaixar os encostos para posição horizontal automaticamente…

  • Clésio Luiz

    Ergonomia é sempre uma coisa que incomoda em carros. Minha lista:

    Peugeot 206/7: o assento do banco fica muito na horizontal. Para remediar pode-se rebaixar o banco, mas aí fica outro incômodo, sentar no chão do carro… Fora que os engates do câmbio são loooongos e secos;

    Escort Sapão/europeu: engates do câmbio muito longos também;

    Gol: a segunda geração (chamados de bolinha, G3 e G4) é todo torto. Senta-se para frente e seus braços e pernas apontam para o lado direto, porque é aí que estão o volante e pedais… Os engates do câmbio não estão alinhados (tomando os ponteiros do relógio como referência) para as 12 horas, mas sim para as 11 horas. O cinto de segurança não passa por cima do meu ombro, este fica sem o abraço do cinto, nos modelos 4 portas. Engates de marcha imprecisos, alavanca muito curta. Quem dirigiu o primeiro modelo nota grande diferença. Consertaram tudo menos a posição dos pedais na terceira geração do carro (chamado de G5 e G6);

    Câmbios GMB, Corsa/Celta e Vectra, 96 em diante: engates de marcha imprecisos, borrachudos. Não se tem confirmação clara que a marcha entrou. Bem diferente do Monza/Kadett e 2 primeiros anos do Corsa. Melhorou um pouco quando o Vectra adotou o câmbio do Astra, lá por 2001. O Classic e Celta só tiveram engates realmente bons no final da década de 2000. Corsa e Meriva saíram de linha sem receberem melhorias.

    Corsa B e Celta: volante e pedais deslocados para o lado direito. Nos primeiros anos o Celta vinha com ridículas cordas elásticas segurando o tampão da mala, depois corrigido com uma cordinha convencional;

    Vectra B: acelerador duro. Em percursos mais longos chega a cansar a perna;

    Onix/Prisma: posição recuada do puxador de porta, muito incômodo. No Prisma, o vigia traseiro é ridiculamente estreito;

    Limpadores de para-brisa expostos: em vários modelos. Alguns chegam a dar vontade de ir lá e tirar para desimpedir a visão, como no Palio e Escort 93;

    Painel alto: em vários modelos. É preciso levantar o banco do motorista (quando dá) para poder ver o que tem imediatamente à frente do veículo;

    Colunas grossas demais: quase todo carro atual. Em algumas minivans, como a Meriva e Idea, além do Fox, pode-se colidir com um caminhão ao dobrar uma esquina sem ver o bendito;

    Lanternas traseiras elevadas: uma das mais estúpidas idéias já concebidas, torna as colunas traseiras incrivelmente grossas e o vigia estreito, prejudicando e muito a visibilidade para trás;

    Vidros laterais/traseiros estreitos: feitos para justificar rodas aro 20 em carros menores que um SUV, geralmente acompanhadas de colunas grossas, tornam uma simples manobra de marcha ré para entrar numa rua em uma roleta-russa.

    • Clésio Luiz

      Lembrei também dos Brava/Marea, em que o acionamento das maçanetas internas exigiam uma força considerável, completamente diferente de qualquer outro carro.

  • Thales Sobral

    Esse batente no acelerador eu achei ótimo. Coisa de quem gosta de fazer direito. E o acelerador dos VW é “molinho”, estranhei quando peguei o Fiesta e precisei fazer mais força no pé direito para acelerar o carro. Seria uma alternativa para forçar o motorista a economizar?

  • Fernando

    Ótimo post!

    O volante do Celta me incomodou bastante nos que precisei dirigir.

    De maneira geral não gosto que coloquem o design na frente da funcionalidade, exemplo máximo dentro do carro é a instrumentação, um painel de fundo claro e letras idem, no sol tem leitura péssima. Não claro com letras enfeitadas para ser diferente mas que podem levar a trocar um “60” por “80” também.

    Uma impressão de algo que nunca foi legal para mim é nos interiores do carro ter a cor da carroceria, não quer dizer que seja mal acabado(até porque alguns modelos tem painel e partes na cor intencionalmente e fica bonito, como o Fiat 500, Fiat Coupé e outros) mas traz uma outra característica que não gosto:

    Brilho no tabelier, ao bater luz e refletir no interior do carro fica bastante indesejado por mim.

    Um ponto mais de característica mas que por ser possível de ser corrigido com um ajuste eu entendo como um defeito, é dos pedais terem uma folga de início grande, como ao pisar no freio e ele está dentro desta folga e já em alguns centímetros deslocado que começa a agir e a força é rápida. Sensação parecida mas por outra causa é o “lag” de alguns carros com acelerador eletrônico, que você pisa e ele demora a responder, e quando você já não quer mais acelerar ele mantém a rotação alta…. tudo bem que o motorista se adequa ao jeito do carro, mas isso é algo que realmente acho chato para quem sabe dessas reações, imagine quem não sabe.

  • Mr. Car

    Meu Logan, que é de primeira geração, tem como defeitos o posicionamento dos botões de acionamento dos vidros elétricos, sendo os dos vidros dianteiros no centro do painel, e os traseiros no final do console, bem na parte de trás (até hoje, seis anos depois, procuro por eles na porta, he, he!), além do botão de ajuste dos retrovisores sob a alavanca do freio de mão. Também acho chato o fato de ao parar, as portas não se destravarem todas ao abrir a minha própria. Uma outra coisa (mas isso já valeria para todos os carros), é que apesar de fumante, muito raramente fumo no carro, mas quando fumo, sinto falta do quebra-vento. Posso também citar (já como característica, e não defeito) a dureza de suspensão de alguns carros. Sentia muito isto no meu VW Gol 1991: as viagens longas se tornavam desconfortáveis e eu chegava quebrado, ainda mais que os bancos também eram duros, piorando a situação. Gosto de carro macio, e adorei passar para um Palio 2001, bem macio de suspensão e bancos.

    • César

      O puxador das portas traseiras do Logan é horrível, e dificulta a vida de crianças, idosos ou de pessoas com alguma limitação de movimentos. Uma coisa chata no meu Logan é o barulho de trepidação das molas do porta-malas.

  • Tarcisio Cerqueira

    Uma coisa que me incomoda bastante é alavanca de câmbio em posição ruim e/ou com engates muito longos e duros… Gosto da disposição da VW, Honda, os atuais GMs, mais recuada… Ruídos internos, os “grilos” também me tiram a paz… Aquela coluna de direção muito voltada para cima comum nos Fiat populares, também corta o prazer de dirigir… Freios muito sensíveis como os antigos Palios, Corca C, são chatos pra caramba também… A propósito Bob a dita direção enviesada da linha Corsa B, no meu Classic não me incomoda em nada, nem percebo, já nos Celtas que dirigi, com e sem assistência na direção, me incomodou… Ambos não usam o mesmo sistema de direção?

  • Davi Reis

    Essa observação do Gol bolinha foi muito bem colocada. Temos um Gol G1 e um G6 em casa, e sair de um pro outro imediatamente não representa problema nenhum, parece que está tudo no lugar. Mas quando eu sento em um G2 ou G4… Parece que tudo, simplesmente tudo, está errado. É realmente muito incômodo.

    • CorsarioViajante

      No caso do G4, a meu ver, tudo está errado mesmo. Tive um G3 e um G2, que diferença!

  • Junior Tada

    Em geral os defeitos da GM me irritam mais que das outras, são coisas tão simples, que parece que os engenheiros não andaram com os carros.
    Ex: puxadores recuados do Onix. Cara, pra fechar a porta eu puxo pelo interruptor do vidro elétrico.
    Falta de botão giratório para volume no Mylink.

  • Renato Mendes Afonso

    Depois desse post do Bob constatei uma coisa: tenho que trocar de carro. ahahaha… Brincadeira, o post foi ótimo!

    Daqui 2 meses farei 4 anos de habilitação, basicamente dirigindo um VW Parati 16v 1999 e já captei umas várias características delas. Adoro esse carro, mas os “defeitos” são muitos:

    1 – Pedais de freio e embreagem altos demais, comparado com o acelerador, o que complica (não consigo fazer) o punta tacco e qualquer variação do mesmo. Pelo menos há o batente de fim de curso.

    2 – Curso da embreagem longo demais, na verdade mais consequência do primeiro defeito, pois a metade final do curso não altera em nada o (não) contato dos discos com o volante do motor. Metade do curso da embreagem é inútil.

    3 – Ausência de direção assistida, talvez nem tanto pelo peso, mas sim pelas 4,20 voltas de batente a batente quando se precisa fazer uma manobra em um local mais apertado. Ao menos o volante de direção tem bom visual, 3 raios bem posicionados e o centro não é volumoso, como alguns carros atuais.

    4 – Rebatimento dos bancos, pois além do encosto ficar inclinado (eu particularmente acho chato aquela “rampa” devido o encosto inclinado), o banco poderia ser dividido em 60/40 ou 65/35. Não agregaria grande custo e poderia transportar alguns objetos grandes com 4 pessoas a bordo.

    5 – Ausência de vidros elétricos em todas as portas, principalmente em um veículo 4 portas e, sobretudo, portas traseiras. Entendo quem defenda os vidros manuais nas portas traseiras, como o AK esclareceu em um post, em que passageiros podem baixar os vidros sem precisar o contato ser feito pela chave de ignição, porém acho chato não ter a mão comandos de abertura dos vidros (pois o carro não tem vidros elétricos). Acho que em um carro 2 portas, eu conseguiria suportar.

    6 – Retrovisores de lente plana, pois é complicado achar uma posição adequada para a lente do retrovisor direito. Todo carro era pra ter essa lente convexa. E também por barbeiragens pre-provisória, acabei danificando os retrovisores. Eles estão no lugar e inteiros, porém após uns 110km/h, apresentam vibração.

    7 – Ausência de duto de ventilação para o vidro lateral direito, para desembaçar o mesmo em dias de chuva. A ventilação funciona de modo exemplar, desembaçadores idem, porém a janela do carona sempre ficará embaçada (há ventilação para a janela do motorista pelo menos, e funciona exemplarmente). arrisco dizer que, se todo carro tivesse um bom sistema de ventilação para os vidros imprescindíveis a condução (para brisa e vidros laterais dianteiros), não haveria necessidade de ar-condicionado, uma vez que, entre 90 e 95% do que a gente precisa enxergar durante a condução, se faz através desses vidros (o percentual foi inferência minha, sem base em qualquer pesquisa).

    8 – Iluminação do quadro de instrumentos não chega a ser ruim, mas poderia ser melhor. As vezes bate reflexo e fica difícil enxergar.

    Apesar de tudo isso, ainda gosto bastante do carro e posso dizer que algumas coisas podem ser resolvidas, se tiver (muita) boa vontade, é claro. Assim como há características que fazem eu adorar tanto, tais qual:

    1 – Um dos cofres do motor mais bonitos que eu já vi. Podem até falar que é mico um motor 1000 em uma SW, mas além da tampa de cabeçote ter um belo visual, a tampa plástica fica apenas acima do coletor de admissão, dando um visual bem limpo ao abrir o capô.

    2 – Trambulador relativamente bom. relativamente pois as vezes há uma dificuldade em engatar primeira ou segunda marcha (talvez falte uma manutenção nesse caso).

    3 – Batente de fim de curso do acelerador, bem prazeroso pisar até o “tec”, que define o fim de curso.

    4 – Boa empunhadura do volante, apesar de achar grande para o meu gosto. Porém como o carro não tem assistência hidráulica, melhor o diâmetro que ta. rsrsrs

    5 – Interior claro, que é bem agradável e diferente da maioria dos carros.

    6 – Relação de marchas curtas, pois apesar de maior parte dos Aes daqui abominarem, faz com que o carro sempre esteja relativamente bem disposto, levando-se em consideração os 69.3cv a 5750rpm e 9.3kgfm a 4500rpm. Ultimas medias de consumo passaram tranquilamente de 12km/l, mesmo andando uns 40% do tempo com semi-reboque (sim, eu sei que carro 1.0 não foi feito pra isso, mas é o que tem, rsrsrs).

    7 – Giro cresce com vontade e suavidade. Talvez o grande prazer do motor 1 litro é a suavidade ao levantar giro (até o corte e sem vibrações), e soma a r/l baixíssima de 0.245 com as 16v do cabeçote e mais a transmissão curtinha e dai se tem algo que instiga certo prazer em rotações elevadas.

    Bom, o texto ficou longo, mas é o que tenho a dizer em relação aos 4 anos dirigindo. Carro é uma somatória de diversas coisas, das quais algumas podem ter mais ou menos peso para quem dirige. Sei que esse carro ta longe de ser novo, mas ainda sim adoro ele mesmo com tudo o que me incomoda.

    Agradeço quem tenha lido até aqui. 🙂

    • Carlinhos

      Por que vc não ajusta o pedal de embreagem??

      • Renato Mendes Afonso

        Já pensei nisso, porém penso que pouco faria sentido mexer nele sem conseguir mexer na altura do pedal do freio. Mas olharei com maior carinho para o pedal de embreagem. Abraço!

  • EntusiastaFalido

    Sou dono de um VW up!, o carro tem agradado muito, principalmente quanto ao consumo. Entretanto, uma característica/defeito que só se nota “no uso” é a falta de luz no porta-malas. Moro em apartamento e, mesmo que o subsolo seja bem iluminado, o compartimento fica muito escuro.
    Outro detalhe perceptível é o chamado “slosh noise”, acho que quando a Volkswagen do Brasil aumentou o tanque de combustível o fantasminha do custo falou mais alto.

    • CorsarioViajante

      É engraçado, o Polo básico da minha mãe tem “slosh noise” bem alto. O meu, que é GT, não tem. É mesmo o fantasminho pelo jeito atacando em toda parte.

      • Guilherme Keimi Goto

        Corsário, o meu que é o 1.6 de entrada faz e é bem alto também (eu sou meio pentelho com barulho) e isso só acontece se encho o tanque. Se colocar só meio tanque não faz o slosh noise.
        E o encaixe da fivela do passageiro costuma ficar vibrando e fazendo barulho quando passo em buracos. Bem irritante também.

        • CorsarioViajante

          É, uma das primeiras coisas que me chamou a atençaõ quando dirige o polo da minha mãe foi este barulho, com o tanque cheio é bem alto mesmo, até quem é distraído e liga pouco como eu percebee.

      • Lorenzo Frigerio

        Esse barulho era “clássico” no Chevette.

      • João Martini

        O Fox de casa faz também.

    • Cristiano Reis

      O único defeito que vi no up! é a suspensão muito dura, quando se passa em tachões dá uma pancada seca. Fora isso o carro é excelente, inclusive, hoje ao fazer o test drive no novo Ka cheguei a conclusão que mesmo com mais equipamentos e um preço melhor, o Volkswagen é bem mais interessante de se dirigir.

  • Mauricio Scherer

    Incomodava no meu antigo Focus (MK1,5) a saída do ar-condicionado esquerda. A peça em questão, quando regulada na posição mais alta, mirava exatamente nos meus dedos quando eu segurava o excelente volante 4 raios da forma como deve ser(15 pras 3). A friaca nos dedos era deveras inconveniente… Isso sem mencionar o capô que só abre com chave…
    O HB20 1.0 sem regulagem de distância do volante me deixa com dificuldades: ou ando com as pernas encolhidas, ou com os braços muito esticados. Não consigo achar o meio termo. Outra chatice do mesmo carro: o acelerador preguiçoso e impreciso não me deixa equalizar rotação com o ponto de soltar a embreagem o que acaba gerando algumas cabeçadas. O motorzinho bem girador merece um acelerador mais ágil ou, talvez, um volante do motor algo mais leve.
    Ainda falando em HB20 (estou especialista nele), o rádio além de ter uma qualidade sonora detestável, quando desligado fica lhe mostrando as horas com algarismos pretos em fundo azul bem forte. É ótimo de dia, mas à noite não há a opção de inverter as cores, o que acaba lhe cansando a vista (a solução é ligar o rádio, pôr no mudo e usar a tecla “dark”, que só funciona com o rádio ligado – uma pena).
    Sandero e Logan em terceira marcha comprometem o uso dos botões do ar-condicionado.
    O Palio Giugiaro e sua suspensão à moda americana (barca) além dos freios hiperassistidos me deixavam um pouco tenso quando o dirigia.

    Viche… esta lista não termina hoje se eu resolver parar para escrever! hehe! Abraço a todos!

  • Leonardo Mendes

    Pior que retrovisor plano é retrovisor direito menor que o esquerdo… os VWs de uns tempos atrás eram mestres nisso.

    Uma coisa que me estressa demais no 307, além da frente com tendência raspante, são as colunas C excessivamente largas que, por conseguinte, transformam a visibilidade traseira num martírio.

  • J Paulo

    Algumas coisas que me incomodam: barulhinhos no painel e acabamento em geral – mesmo estando bem encaixados; rotação do motor que demora a cair na hora de trocar as marchas; visibilidade péssima dos carros atuais (e alguns antigos também). Botão de farol de alguns carros não tão antigos (os Corsa “bolinha” e os Santana/Versailles). Já podiam ter feito igual aos Escort da mesma época, com alavanca na coluna de direção.
    Esses são alguns que me lembro agora.

  • Fabio Vicente

    Do meu Escort Zetec, o que eu tenho a reclamar é da posição dos pedais, que tornam o punta tacco impensável por vias normaisl, do longo curso da alavanca de câmbio e da fragilidade dos comandos do ar condicionado.
    Já o 307 não se se é comum, ele apresenta o chiado quando se pisa de leve no freio. Minha esposa vira e mexe pergunta se não há nada de errado com o freio. Também não sou fã é a constante redução de marchas do câmbio automático em situações em que o carro notadamente conseguiria andar em 3ª ou 4ª marcha.
    Outra coisa que irrita no Peugeot é o cabo do polo positivo da bateria ficar por fora da capa de proteção, ao contrário do cabo do polo negativo. Se você precisar trocar a bateria e esquecer de colocar a capa, precisará desconectar o cabo, colocar a capa e só então conecta-lo. Um verdadeiro inconveniente.

    • Cristiano Reis

      Sabe que hoje fui fazer o test-drive no novo Ka e a alavanca de câmbio continua praticamente do mesmo jeito, e os freios são meio duros também…

  • Aldo

    Temos um Idea, e confesso que tenho dificuldade em modular a frenagem de forma a atuar suavemente. O pedal é muito sensível. Outra coisa que acho até perigosa é o pouco espaço entre os pedais, e a proximidade entre o acelerador e o console. Ou é tudo muito junto, ou eu é que tenho pé muito grande. Abraços.

  • Danilo Antonio Frasson

    Decepção… Imaginei que os pedais do Up seriam bons para punta taco assim como os outros VW.
    KA novo, Etios, New Fit, todos com o mesmo “problema”. De que adianta #savethemanuals sem punta taco?
    A propósito, estava relendo o No Uso do Corolla GLI com Arnaldo e não achei comentário sobre a disposição dos pedais; você lembra Bob?
    Sou um feliz proprietário de um Palio Sporting que sonha com um trambulador VW, Toyota ou Honda; esses, por sua vez, têm o mais difícil e esquecem do pedais.
    Ta difícil ser entusiasta no Brasil.

  • João Carlos

    Eu acostumei com uma frescura que meu carro atual não tem: indicador de temperatura externa. Além da informação, me ajuda a usar menos o ar condicionado se estou sozinho no carro: quando a temperatura externa baixa de 22 graus, desligo o a/c e aponto a ventilação para mim, e basta.

    Lembrou quando viajava muito a Campos do Jordão. Quando acabava o planalto do Vale do Paraíba e iniciava a serra, a temperatura já começava a cair e o ar refrigerado já não era mais necessário.

  • bucho

    O mais legal é que o autor do post escolheu um carro com vários “incômodos” listados acima como seu de uso particular. De fato, cada um com sua mania.

  • Ainda tem o famoso “toc, toc, toc, toc” do Focus, pelo menos dos mais antigos, quando em ponto morto e com o pedal da embreagem solto e que só para quando se pisa na embreagem, graças as molas internas do disco de embreagem, que quando zero, estão justas e com o uso ficam com uma folga tal que, quando o disco gira, sem carga e as molas sem pressão, acontece esse barulho.

    • Daniel S. de Araujo

      O Monza/Vectra também fazia.

    • FocusMan

      Isso n é um mal do Focus, todos os carros que eu tive tiveram esse problema e o Focus não teve.

      Problemas irritantes? Sim! E geralmente esses problemas são provenientes de D.N.A.

      Volkswagem e seu acabamento que não é testado em condições climáticas tipicas de algumas regiões do pais como a que eu moro. Desde o Fusca esse problema acontece e até hoje, se você olha um Jetta vom dois anos de uso, se ele é de Salvador, vai estar com as borrachas detonadas e o acabamento interno quebradiço. O Gol G3 com 1 ano de uso costumava quebrar o painel só de olhar para ele de cara feia.

      Ford e peças de manutenção original com preço diferente para lado direito e esquerdo, sendo que tem custo de produção igual. É extrextremamente irritante quando você vai comprar a peça e percebe isso. Alias, o preço das peças sempre é muito mais caro do que deveria ser. Além desses problemas, tem o defeito mecânico que ja considero característica do produto, caixa de direção com ruído. Desde o Escort Hobby que não vejo hm veículo Ford ser lançado com um sistema de direção silencioso. Ja dirigir carro de teste drive que a caixa estava batendo.

      Fiat e o freio “digital”. Todas as vezes que precisei dirigir um Fiat, nos primeiros km foram só sustos! Outra coisa que costuma me irritar nos Fiats é perfume de plástico chinês dentro dos carros quando ainda zero km.

      GM tinha um defeito bizarro de bancos com espuma e tecido descartáveis. Dava até pena ver seu monza/kadett com menos de um ano de uso e os bancos comecomeçando a desgastar/deformar. Esses carros também tinham problema de deterioração do sistema de escapamento e o ruido que o motor emitia era estridente e irritante.

      A toyota economiza na qualidade da fixação dos parachoques, e é quase impossível encontrar um Corolla seja ela 1999 ou 2012 com as peças alinhadas. Além disso, as concessionárias costumam tratar você mal caso coloquem a culpa no carro quando ele tem algum defeito.

      Porque a Honda ainda não aprendeu a fazer calibração de suspensão para o Brasil? Até que melhorou, mas se você gosta de andar de Honda, provavelmente nora ou trafega somente por vias ótimas!

      PSA costumam ter problemas elétricos estranhos e que ninguém consegue resolver sem trocar a COM2000 ou a BSI. Além disso, as concessionárias são treinadas para dar diagnosticos do tipo “so resolve trocando a caixa de direção” que custa 7 mil reais.

      Hyundai não quebra mas também são tão impessoais que pensei em trocar meu Focus num Elantra e desisti nos primeiros 200 metros do test drive. Carro tem que ter espírito e Hyundais são como zumbis.

      Que eu lembre só isso que me incomoda.

      Bob, adorei o post, que tal um sobre as coisas que você mais gosta num automóvel e que faz com que julgue ele atemporal?

      Abraços! !

      • Ilbirs

        No caso da Honda, provavelmente isso se deve à equipe de desenvolvimento de produto limitada por aqui, em que pese já fabricarem mais de 80% das peças de seus produtos por aqui. Aí ficam muito escravos do que os japoneses acham que funcione. Tudo bem que de resto é bom que se fique escravo do que os japoneses acham bom, pois é melhor do que aquilo que os brasileiros acham que dá certo, mas valeria a pena pelo menos ter uma equipe de acerto de chassi maior por aqui.

  • Felipe Parnes

    Vibração do volante de direção e do câmbio com o carro em marcha lenta.

    • Lorenzo Frigerio

      “Motores de 4 cilindros”. Especialmente os carburados ou com sistemas mais antigos de injeção. O Santana automático é triste nisso.

      • Daniel S. de Araujo

        Existe coisa pior: Chevette a álcool com a marcha lenta abaixo do recomendado (motor frio)

  • CorsarioViajante

    Esse ajuste era famoso, em alguns modelos sobrevive, acho que o Uno ainda é assim, é horrível.
    Vale lembrar também alguns ajustes de altura que erguem ou baixam apenas o fundo do assento, e não ele por inteiro.

  • Lucas Pereira Campos

    O que me irrita no meu antigo New Fit é a bateção no banco de trás. O esquema de ser rebatível é muito útil, mas mal feito, pois o banco fica semi solto, o que traz bateção em pista ruim. Consegui resolver fazendo gambiarra, envolvendo a tranca com uma boa camada de fita isolante pra evitar o ferro com ferro.

    • Barroso

      Já tive de fazer isso também em 2 Palios. O velcro que vem de fabrica é muito vagabundo e nunca aguenta.

  • Renan V.

    Não gosto dos pedais de acelerador dos Fiat. O curso é muito longo e, ainda, a alavanca de câmbio não é muito precisa ou fácil de manusear.

    O pior carro que dirigi foi a Pampa, pois sou muito alto e a cabine dela é muito apertada. Não há como achar uma boa posição para dirigir, apesar de ser um bom carro….

    Também, anda sendo cada vez mais comum os carros não terem luz de seta na lateral e mesmo assim ter a luz de seta na parte interna dos faróis; burrice total.

    O som da seta dos Renault é muito alto, a alavanca de câmbio do Fiesta BE91 “brota” do assoalho (Desculpe Carlos Meccia), é de um mau gosto enorme.

    Outra aberração é a falta do acionamento do limpador de para-brisa para varrer de sete em sete segundos, em vários carros há só velocidades constantes.

    As colunas dianteiras da linha Fox são muito largas….

    Carros com encostos de cabeça muito baixos (Fiat, Franceses), inteiriços (GM), falta de apoio lateral no banco… Por isso que Golf é Golf.

  • RoadV8Runner

    No meu caso, o que me incomoda é freio muito leve, daqueles que só de mostrar a sola do sapato para o pedal o carro já estancando… Outra coisa irritante são os ruídos que de vez em quando aparecem no interior do veículo, ao trafegar por pisos irregulares.

  • Lorenzo Frigerio

    Bob, o tamanho dos volantes não é diretamente ligado ao fato de haver assistência. O Passat TS a partir de 1979 tinha aquele volante maravilhoso de 36 cm e uma caixa bastante desmultiplicada, sem ser hidráulica. Meu Charger R/T tem um volante imenso, mesmo tendo assistência. Já os carros GM americanos dos anos 70 tinham um volante de ótimo tamanho.
    Acredito que em grande parte o tamanho do volante tenha a ver com a visualização dos instrumentos. Meu Santana (que tem assistência) tem uma direção que vive pegando nas minhas pernas, mas se fosse menor atrapalharia um pouco a visualização. Sendo que todos os Santanas saíram com esse tamanho de volante, talvez maior até que o do Passat LS.
    O Landau, quando passou a sair com volante de Corcel II, era muito bom de pegada.
    Mesmo hoje, volante pequeno não é regra.

    • Bob Sharp

      Lorenzo
      A assistência de direção permite justamente volantes menores e relações de direção baixas (direção rápida), o melhor de dois mundos, não acha? Hoje o diâmetro “universal” é 370 mm, sempre meço. Alguns são de 380 mm (JAC J3/J5, por ex.) A exceção é Peugeot 208, com 350 mm na horizontal e 330 mm na vertical, e o Civic, com 360 mm. Nos dois casos, para leitura de instrumentos por cima do volante.

    • Sil vino

      Tenho um Gol 90 com rodas 13″ e volante de direção do Santana.. que delícia dirigir!! fica leve e preciso na medida certa.

    • R.

      Lorenzo ,
      Vc poderia por no Santana a direcao do TS 79 .. fica legal
      Acho o Santana um dos melhores carros nacionais ja produzidos.
      Ótima pedida como carro de colecao (que pode ser utilizado) ou para se usar no dia a dia.
      Adoraria um coupe 89 com aquele charmoso teto solar em lata! !

      • Ilbirs

        Aqueles VW “quase esportivos” do passado (Santana GL quadrado e versões GLS de Voyage e Parati) eram bem interessantes. E, como você bem lembrou, possuem peças fartas e baratas no mercado.

  • César

    Bem colocada a foto do Celta, mas em termos de volante torto, o Chevette é campeão.

    • Bob Sharp

      César
      A foto é não para mostrar o volante enviesado do Celta, que todo mundo sabe que bem, mas para ilustrar o volante ligeiramente fora de centro, no caso para a direita. E o Chevette é o vice-campeão do enviesado, porque o campeão absoluto é o Mini original. Só constatei isso na semana retrasada, na Alemanha, e fiquei impressionado. Veja a foto.

  • Lucas dos Santos

    Bob,

    Compartilho de sua opinião quanto aos volantes “V invertido”, sem encaixes para polegares. Se eu comprasse um carro assim, a minha primeira providência seria trocar o volante.

    Pelo que eu tenho notado, esse tipo de volante era usado para facilitar a leitura do painel. Lembro-me que a revista Quatro Rodas não poupou críticas ao volante “quatro bolas”, quando este passou a ser utilizado no VW Gol, afirmando que seus raios “escondiam” alguns instrumentos do painel. O problema só foi resolvido quando o Gol ganhou um novo painel, que se “encaixava” melhor nesse modelo de volante.

  • Lucas dos Santos

    Uma coisa que não me agrada é pedal de freio superassisitido.

    Alguns carros possuem um pedal tão sensível que é necessário pisar com delicadeza para não resultar em freadas bruscas, o que torna bastante cansativo o ato de dirigir.

    Pedais de freio e acelerador mais firmes são melhores para modular, pois não é necessário ficar “se policiando” para não pisar demais.

    • Roberto

      Lembro uma vez que dirigi um Palio (sem ABS) que o freio era assim. Me incomoda também carro 1.0 com a primeira marcha muito longa. Lembro que eu tinha um Fiesta 1.0 e sofria um pouco para arrancar em lombas, mesmo as menos íngremes.

  • Daniel S. de Araujo

    Bob, gostei do post de hoje!

    Uma das coisas que sempre me irritou era o volante deslocado e inclinado do Chevette. Além dos bracos ficarem para a direita, o braco direito fica ligeiramente mais retraido que o esquerdo, numa pega esquisita, lembrando os tratores CBT 1105

    O Gol/Saveiro tinham o volante e a pedaleira deslocada para a direita também mas não era algo grave na geração I (quadrado) quanto nos G3, cuja impressão que tenho é que para dar sensação de amplitude do habitáculo, jogaram os bancos mais para a parte externa do carro. Não me incomodava tanto o volante e a pedaleira para a direita no Gol/Saveiro quadrado que tive quanto me cansava na Saveiro 2003 G3!

    • Bob Sharp

      Daniel
      E o Marea, que tinha o volante deslocado para a esquerda? Todo, por igual, sem ser enviesado? Nunca entendi.

    • Luiz_AG

      Tive Gol e isso nunca me incomodou. O volante enviesado no Corsa não me incomodava, mas no Celta incomodava muito por causa da má posição do banco “altinho”. Se você está mal posicionado em um carro qualquer coisa te incomoda.

      • Daniel S. de Araujo

        Luiz,

        No quadrado não me incomodava mas não posso dizer o mesmo na Saveiro G3…

  • Clésio Luiz

    O Palio (todos da primeira geração) tem esse problema do ar-condicionado do Focus que você citou, mas do lado direito. Ele sempre sopra na minha mão (direita), deixando ela gelada. Motivo que sempre freia a minha intenção de ter um carro desses.

  • Vinicius

    Os botões de farol do Corsa e alguns VW antigos já acho melhor, pela robustez, o acionamento nos Fiat (Palio) são bons enquanto novos, com o tempo, a alavanquinha se desmonta.

  • Clésio Luiz

    Bob, meu comentário original foi apagado. Tem como voltar?

  • Bob Sharp

    Clésio Luiz
    Essa não entendi. Não apaguei seu comentário e constava como deletado.

    • Clésio Luiz

      Pode ter sido erro meu, ao fazer uma edição no comentário.
      De qualquer forma, obrigado.

  • Bob Sharp

    Thales
    Uma das piores coisas é acelerador duro.

    • Daniel S. de Araujo

      Lembra das Brasilias/Variant de dupla carburação dos idos de 1978? Tinham aquela “mola endurecedora de pedal” para forçar o motorista a acelerar menos…

      • Daniel,
        Nunca encontrei explicação para a solução da VW. Coisa de doido

  • Leonardo

    Concordo em quase tudo, exceto na alavanca de cambio do Fiesta BE91, meu pai tem um e a acho maravilhosa, talvez por eu ser relativamente baixo (1,72), pra quem é mais alto talvez fique longe. A propósito, o espaço interno dele é bem diminuto.

    Além das colunas grossas, como você citou, outra coisa que vem me incomodando nos carros modernos é a área envidraçada pequena, saudades do Monza…

  • Eli Petri

    materia muito boa parabens

  • Ilbirs

    Coisas que me desagradam:

    1) Aceleradores eletrônicos que não sejam uma cópia fiel de reostato de autorama (no sentido de resposta instantânea ao se pressionar e velocidade que decresce imediatamente ao se parar de pressionar). Lembro-me até hoje de um Stilo 8V que dirigi e que tinha acelerador eletrônico que demorava uma eternidade para desacelerar, a ponto de ficar perigoso tentar usar o freio-motor para manter o carro rolando em puro cut-off;

    2) Transmissões automáticas que se apoiem muito em kickdown ou que não proporcionem freio-motor decente, leia-se aí algo que seja o mais próximo possível de freio-motor de carro manual. O que costumo ver mais é tentativa de conter manada de búfalos furiosos em uma certa velocidade ou presença simbólica de freio-motor, em que nem se você deixar na primeira marcha há redução significativa de velocidade;

    3) Quebra-sóis com haste de fixação de plástico e cuja peça seja de plástico injetado em vez de usando o mesmo tecido do forro de teto. Essas peças costumam quebrar com o tempo e o fato de serem de não usarem o tecido do forro de teto impede sua recuperação por um tapeceiro;

    4) Caixas de roda protuberantes, que impedem a formação de um “quarto pedal” e obrigam que a perna esquerda do motorista fique retraída, como as que vemos nos GMs de plataforma 4200 (Corsa B, Celta, Agile);

    5) Marcadores de temperatura de água que não se mexem conforme a natural subida e descida de temperatura, ficando bastante inúteis como forma de se descobrir problemas de válvula termostática ou impedindo que se proceda adequadamente quando se nota a temperatura encaminhando para um superaquecimento;

    6) Vidros elétricos cujos comandos não estejam na porta. Além de menos ergonômicos, tornam os serviços de manutenção mais caros por necessitarem desmontagem de mais peças. Só significam menos gastos para o fabricante do automóvel mesmo;

    7) Limpadores de para-brisa em esquema palhetona-palhetinha:

    http://revista.socarrao.com.br/wp-content/uploads/2012/01/exteriorfiesta.jpg

    http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a0/VW_Fox_Style_front_20100425.jpg

    8) Freio que não seja de ação bem pronta no pedal. Aqui remo contra a corrente dos que esconjuram carros da Fiat por causa desse aspecto, pois gosto bastante disso e acho fácil de modular a força;

    9) Freios em estilo de carro japonês, em que só encostar no pedal não gera força frenante e você só vai ver mais força mesmo quase no fim do curso do pedal, de forma que até a modulação fica difícil;

    10) Retrovisores trepidantes. Por vezes eles existem no mercado de reposição. Logo, torça para que não seja preciso trocar um deles se os que estiverem em seu carro ficarem com imagem nítida mesmo que se passe em rua de paralelepípedo a toda.

    • Luiz_AG

      Meu Deus, você ODEIA o 207 ….

    • João Martini

      Esses limpadores do Fox que você citou são bem ruins mesmo. Os dois braços saem praticamente do mesmo lugar, e o do motorista não alcança o topo. O para-brisa é muito longo e o carro é estreito. Acho que no Fox daria certo aqueles limpadores iguais aos da Meriva.

      • Ilbirs

        Aqueles limpadores com braços que vão em sentidos opostos e cujos braços em descanso ficam praticamente na altura total do para-brisa são simplesmente fantásticos. Tudo bem que as palhetas são bem mais compridas (e caras, uma vez que esse tipo de peça tem preço por medida), mas valem muito a pena pela área que varrem.

  • Valdir Lopes Junior

    Já tive Celta e Classic. A grande diferença, é que no Classic você tem mais espaço lateral, isso faz com que a sensação não seja tão ruim. No Celta você viaja literalmente “encaixado”!

  • Leo-RJ

    Caro Bob,

    Quem é mais antigo lembra bem do “volante torto” dos Monza (acho que o Kadett também o tinha). Segurando na posição “quinze para as três” ou “dez para as duas” o braço direito ficava mais esticado do que o esquerdo. Passei por isso com três Monzas da família (pelo menos os modelos ante do modelo “Tubarão” – pré anos 90).

    Leo-RJ

    • Luiz_AG

      Linha GM como Corsa e Chevette também tinha isso. O Corsa tinha uma ótima posição de guiar, já no Celta pioraram tudo para agradar meia-dúzia que gosta do banco altinho.

      • AlexandreZamariolli

        A coluna de direção enviesada não era privilégio dos GM. Modelos da Ford (Corcel/Del Rey e Galaxie) e Chrysler (Polara) padeciam do mesmo mal.

        • Leo-RJ

          Essa é a parte boa de trocar idéias por aqui. Eu não sabia que que os Ford Corcel, Del Rey e mesmo o Galaxie tinham o volante enviesado. Tampouco o Polara.

          Já no GM Corsa eu sentia isso também, bem mais leve que na linha Monza/Kadett. Agora, nos Chevettes eu nunca notei.. .rs

          Abç!

          Leo-RK

  • J Paulo

    Os do Palio sim, mas o do Escort o mecanismo é robusto.

  • Bruce Wayne

    Encosto do banco!

    De que adianta bancos altos se, na verdade só apóiam até metade das costas?
    Nessa, o primeiro Passat deixou saudades…

  • Adriano Rech

    o que enche o saco no meu polo são os barulhos de suspensão dianteira mesmo estando tudo novo, aquelas ponteiras de direção e bieletas não duram 6 meses, a gente troca, o carro fica silencioso por por pouco tempo. o acelerador tb já me pregou das suas, tem vez que não desacelera direito, coisa chata… tenho 1,80, uso banco e volante lá em baixo e vou esticadão, gosto assim, legal de curtir o ronquinho maroto dos 100cv

    • R.

      O meu tem o mesmo problema de barulho na susp.
      Sao as malfadadas buchas de bandeja do Polo..
      Troquei-as e colocaram as do Cross Fox que sao mais resistentes….
      Por enquanto está bom…

      • Adriano Rech

        qdo comprei ha 2 anos atrás fiz uma geral,tava pior do que escola de samba descompassada… tava com amortecedor de fox e a frente era mais alta rsrsrsrs um horror! ai coloquei as buchas do fox, amortecedor e o resto tudo original do polo… ficou uma maravilha por uns 6 meses… dela pra cá as bucha não incomodou mais, mas as ponteiras e bieletas já troquei 2 vezes.

    • Rogério Ferreira

      Novo Palio Detected? Não? Pois no meu, desde 0Km, possui uma suspensão tão barulhenta, quanto a de um carro com 200.000 Km, e que nunca recebeu uma manutenção na suspensão. Já desmontaram tudo, remontaram, e nada.. é tal da característica do projeto.

      • Adriano Rech

        o grand siena tem o mesmo problema, ia comprar um mas lendo no opinião do dono vi que é problema cronico de fábrica então desisti.

        como pode projetarem suspensões tão barulhentas?

    • CorsarioViajante

      Já trocou pela bucha em X do CrossFox como o colega abaixo falou? As buchas normais do polo são fracas, estas são duplas e, para mim, nunca mais tive problema.

      • Adriano Rech

        Sim, foi colocado essas em x muito mais resistentes, o que me da problema são as ponteiras de direção e bieletas da barra estabilizadora.

  • CorsarioViajante

    Sim, eu também valorizo muito isso. Dá uma sensação agradável de carro bem feito, sólido, bem ajustado.

  • EntusiastaFalido

    Dirigiu um up! com as rodas aro 15 polegadas?
    Digo isso pois sinto essa dureza no Fox do meu irmão (15 pol), mas no meu up!, que é aro 14, não.

    • CristianoReis

      Não, o que dirijo tem rodas 14, mas a dureza que falo é a pancada seca da suspensão quando passo em algo como tachões por exemplo. E andando em estrada de terra com muitos buracos e ponta de pedras as pancadas também são grandes.

  • R.

    RR
    Eu tive um Escort 86 (ótimo carrinho) mas tinha um problema de eletrostática danado …
    Principalmente, em dias secos, ao sair do carro e encostar na carroceria, tomava um choque danado ..
    Saía ate faísca do dedo!
    He he

    • Bruno L. Albrecht

      Meu punto ainda faz isso…é um saco mesmo…

    • Daniel Chiochetti

      Meu Golf faz isso, mas não sei se o problema é o carro ou eu, as vezes tomo choque sozinho no corrimão… kkk

    • Tinha o mesmo problema com os 2 Hobbys 1.6 que tive.
      Num, o saudoso “Seu” Mita (vizinho) improvisou um aterramento ao asfalto, que resolveu por alguns dias, enquanto o arame não se desmanchou…rsrsrs

  • R.

    Coloque uma sapata dessas esportivas no acelerador do seu Up que o punta taco sai facinho..
    Ha algumas discretas em preto que passam despercebidas…

    • Danilo Antonio Frasson

      Boa, vou pesquisar.

  • R.

    Mr.Car
    Nao imaginava que vc fosse fumante .. (nao q tenha algo contra) mas… achava que voce nao gostasse de cigarrros nem bebidas!
    Falo isso pois acho voce muito criterioso e cuidadoso com carros e seguranca em geral !
    He he , nao me leve a mal …

    • Eduardo Silva

      Nossa. esse realmente foi o post mais preconceituoso que já vi na concepção pura de preconceito mesmo. (mas não quero ofendê-lo, por favor). Então o cara é criterioso mas fuma… que coisa.

  • badanha bad

    Qualquer automóvel com farol fraco, e além de fraco, mal regulado na angulação de farol baixo, de forma que parecem não estar ligados. Uma sacanagem as fábricas terem abandonado a produção de lâmpadas 90/100 W.

    Outro ponto que incomoda é uma 5a. marcha mal escalonada, com relação “curta”, que a uns 120 km/h o veículo berra como se estivesse em 3a. marcha. Por pouco tempo não tem importância, mas para qualquer viagem acima de 2 horas ou mais, haja saco ! Tem suas vantagens, que é a de não precisar reduzir a todo momento por bobagens. Mas fora isso …

    • Lucas5ilva

      Farol fraco é horrível mesmo, o farol do meu Gol bola de tão fraco chega a ser anêmico, até o farol alto é fraco, não ilumina nada, e olha que as lâmpadas são as originais 55W!

    • Rogério Ferreira

      Os Unos até 2004, não possuem farois, e sim velas. Acho que foram tantas reclamações, que a Fiat resolveu exagerar, no Palio a partir de 2004. (até o farol baixo incomoda, quem está do outro lado). O 206 também tem um farol bem ruim. O 207 já é outra coisa.

      • Já cansei de dar farol alto pra Fiats vindo no outro lado, só pra tomar uma farolada ainda mais forte na cara e perceber que era um Palio G3 vindo… o farol é forte mesmo.

  • Ilbirs

    Linha Opala também tinha um tanque de combustível bem audível.

  • Rogério Ferreira

    Bom, deixa-me ver, o que eu lembro. Vamos a linha GM. Tive 2 corsas de 1a. geração, e 2 celtas. Realmente, a questão do volante enviesado, me obrigava a dirigir em posião pouco cômoda, o que incomodava em longas viagens, mas principalmente nos Celtas. Os dois Corsas, não sei se pela altura correta dos bancos, ou se os mesmos eram bem confortáveis, o problema era minimizado. O Chevette além da posição nada ergonômica (e vamos dar o devido desconto, devido a necessidade do túnel no assoalho, por onde se passa o cardã), também tinha um volante horrível, aro fino, e sem apoio decente. Me incomodava também a iluminação do painel de todos os GM, sempre no tom luz incandescente. e o marcador de combustível dos Celtas, de 7 barras, e ainda impreciso, pois conforme o nível do tanque, se parasse o carro numa inclinação qualquer, uma barra acendia ou apagava. Os Fiats que tive: Palio, Siena, Novo Palio, e Unos e Premios, Sempre foram muito bons, na posição de dirigir. Me incomodam os faróis insuficientes, da linha Uno 1991 até 2004 (os farolões das primeiras versões e os faróis da reestilização a partir de 2004 são bons). Em todos os Unos, o único limpador, não dá conta do recado, em chuvas mais fortes, e a ventilação interna é horrível. Já no Palio e o Siena a partir da reestilização de 2001, há certo exagero na intensidade dos faróis baixos, e a posição baixa das saídas de ar, faz o ar gelar mais as pernas do que a cabeça. Me incomoda também, o marcador de combustível não linear, dos modelos mais novos. de tal modo que quando se enche o tanque, demora uns 200 km para começar a cair, depois de 1/4, despenca! Estratégia indecente para enganar o consumidor, e dar a ele uma ideia de consumo baixo, quando o tanque está cheio (e altíssimo, quando está pela metade Kkkk). No Novo Palio, o hodômetro tem um erro, e marca 2 Km a mais a cada 100 Km percorridos (Já no Siena, eram 4 Km a menos a cada 100) A Fiat, anda errando feio, em questão de instrumentação. Já no 206 é corretíssimo, todos os instrumentos (velocímetro, hodômetro, marcador de temperatura e combustível, da marca Jeager). a posição de dirigir, mais ao chão, perfeita… Fiz uma viagem de 4000 Km nele e não cansei. Mas andar a noite era o mesmo martírio do Uno, por causa dos farois fracos. A suspensão muito firme também incomoda, quando a estrada não é de padrão europeu. Na linha VW (e autolatina), me deixou estarrecido, a falta de qualidade dos plásticos, que despecam e esfarelam com o tempo, e quantidade de barulho, grilos, pacandas, quando o pavimento não é liso. O Gol G3, foi o carro mais barulhento que eu já tive. Também percebi o mesmo problema do marcador de combustível não linear. O marcador de temperatura, é do tipo, “agora é tarde”, quando sai da faixa central. (Tive vários problemas de superaquecimento no Gol, pois a ventoinha, funcionava quando queria, e o painel, só acusava o problema, quando o vapor começava a subir do reservatório de expansão – ainda bem que era um AP!) Aliás, panes na parte elétrica, eram comuns mos VW daquela época. Quanto aos Fords, Não há muido do que se reclamar. Tive 3 Escorts, dois MK4 e um MK5… apenas panes elétricas, (em comum com o VW, pois também eram fabricados pela Autolatina). por outro lado sempre achei os achei um exemplo de conforto.

  • Daniel

    Que curioso você citar os pedais do Fusca, Bob.
    Tenho um 65 e uma das coisas mais prazerosas durante a tocada, para mim, é justamente a facilidade do punta-tacco. Mais fácil e intuitivo do que no 208 de uso diário.

  • Renan,
    Não entendi o porque de suas desculpas a respeito do comando de cambio do BE91. Eu tenho um 2007, o ultimo que saiu antes do BV256. Acho excelente o funcional. Quanto a aparência, gosto não se discute.
    Abraço

    • Renan V.

      Tivemos um preto metálico ano 1997, 0-km. O carro é bom, mas minha mãe ia trabalhar com ele e ficava muito no sol. O acabamento desmanchava… O Escort Hobby, anterior e também 0-km, era muito melhor. O carro que tivemos que eu mais gostava era o Fiesta BE91, mas mesmo assim, um Gol NF é melhor.

  • Uma coisa que nunca entendi é o fato de toda manivela de vidro ficar em cima do seu joelho, de forma a te incomodar o máximo possível. Parece sacanagem da equipe de marketing por não ter comprado o carro com vidros elétricos!
    Não dava pra fazer como no Uno 2 portas?

  • Alvaro Cruz

    Impensável viajar com a direção vibrando por estar com as rodas desbalanceadas.
    Para evitar stress desnecessário, após fazer o balanceamento, vou testar na estrada nas velocidades de 100 a 160 km/h (viajo neste ritmo) e, qualquer vibração volto para que seja corrigida, até ficar perfeito.

  • Diego Mayer

    Vou pontuar algumas características que me desagradam nos meus carros:

    Omega CD 4.1 1998:

    – Volante pesado demais, em manobras chega a ser cansativo.
    – Embreagem pesada, mesmo sendo hidráulica.
    – Falta de auto-bloqueio no diferencial. Em dias de chuva, não é possível acionar mais que 20% do acelerador em arrancadas, caso contrário: fica parado.
    – Teto solar elétrico que só funciona com a ignição ligada. Sempre esqueço de fechá-lo, o que me obriga a entrar novamente no carro, e virar a ignição.
    – Função que, ao desviar o fluxo para o para-brisas, desliga o re-circulador automaticamente.
    – Ventilação que só funciona com o motor ligado (os primeiros funcionavam apenas com a chave em ignição).

    A3 1.8 T 2003 Tiptronic:

    – Lag do acelerador eletrônico.
    – Re-circulação do AC não é acionada automaticamente pelo ar condicionado digital. Eu chamo de semi-automático, pois deveria fechar e abrir a circulação em determinados momentos.
    – Controle de tração excessivamente invasivo. Já levei alguns sustos ao executar operações de retorno, ele acaba cortando de forma abrupta a aceleração do motor. Atualmente, desligo o ASR para executar tais manobras.
    – Suspensão dianteira que afunda ao passar em lombadas; terrível para o solo lunar brasileiro.
    – Ambos os botões do volante sobem e descem as marchas.

  • Ivan Antonio Rocha

    Verdade. Adorei a narrativa. Muita coisa me identifica. Com o passar dos anos algumas manias não mudam, aumentam. Eu não suporto nenhum grilo. Enquanto eu não encontro o dito cujo eu não sossego. Peço ajuda, digo para escutarem. Atualmente estou com um estalo no vidro o painel. Já levei na autorizada pedindo para tirarem aquele insuportável tec tec. Mas os mecânicos nem escutam, dizem que não tem nada. Vai levar mais um tempo e mais algumas idas aos mecânicos até que eu consiga eliminar esse incomodo. Daí logo aparece outro e a gente começa a caçar de novo. Abraço.

  • Master_Officer

    O que me incomoda, na ordem:

    Falta de ar-condicionado.
    Motor de baixa potência.
    Barulhos (grilos) no interior do veículo.
    Falta de vidros-elétricos.
    Carros que vem com alarme, travas e vidros elétricos de fábrica mas não possuem “interface” (levantador automáticos dos vidros ao acionar o alarme).
    Falta de tacômetro.
    Falta de indicador de temperatura da água.
    Vidros elétricos que não são do tipo um toque (tem que ficar segurando o botão pra abri ou fechar o vidro).

  • MGregolin .

    O que me incomoda:

    – Rodas desbalanceadas
    – Carro desalinhado
    – Retrovisores (qualquer um) trêmulos
    – Retrovisores pequenos
    – Pedal do freio excessivamente macio
    – Direção muito leve
    – Faróis ruins como no Vectra C onde o farol alto é péssimo, por melhor que estejam regulados
    – Buzina muito alta
    – Painel de instrumentos muito pequeno
    – Falta da faixa degradê ou a faixa degradê muito pequena (Exemplo: Toyota Hilux tem faixa degradê muito pequena, mesma coisa de não ter!)
    – Acelerador eletrônico que acelera o carro em excesso ao leve toque do acelerador (péssimo ao manobrar)
    – Vibração excessiva do motor
    – Motor muito barulhento
    – Suspensão muito dura
    – Carro com muitos pontos cegos
    – Falta do medidor de temperatura em alguns modelos
    – Rangidos no interior

    É… Acho que depois de ver essa lista, cheguei a conclusão que sou meio chato…