Fiat Uno Way 1,0  UNO WAY 1-LITRO, NO USO DSC 0144 resize

Não posso negar que admiro muito a Fiat como empresa. Quando eu estava na faculdade, no comecinho, conheci um cara que se tornou o meu melhor amigo, o Waldir Luiz. E o que ele faz aqui nesse post? O cara é um visionário? Certo dia estávamos falando sobre as marcas de carros, numa época em que a Fiat ainda tinha aquela fama que todos sabemos, e o Waldir soltou a pérola: a Fiat vai ser líder de mercado. Ele não soube me explicar muito bem de onde tinha tirado essa idéia e é claro que eu a rejeitei. Anos mais tarde a profecia dele se concretizou.

E a meu ver a principal razão para isso é que a Fiat sabe muito bem entender o mercado e se mexer para apresentar aquilo que o povo gosta, não necessariamente sendo o melhor. E aqui vou defender um conceito mais amplo de qualidade.

Enquanto uns defendem que qualidade é a perfeição técnica, outros, incluindo a Fiat, a entendem como fazer aquilo que o consumidor quer. Nem mais, nem menos. E o que a grande massa de consumidores, que tornou a Fiat líder, quer? Carros minimamente interessantes, com um bom nível de equipamentos e, principalmente, compráveis (seja com preços atraentes ou com agressividade nas negociações). Isso é fácil de ver quando se fala com consumidores “genéricos” (sem nenhuma conotação pejorativa), que apenas precisam de um transporte e não estão nem aí com o resto. Tá cheio de gente que não sente prazer em dirigir ou que prefere mais equipamentos do que desempenho, que nem repara se o gap entre os componentes da carroceria é menor ou maior, e assim vai. Fazer um carro perfeito custa dinheiro, então é melhor gastar onde o consumidor dá mais importância.

 

Novas lanternas traseiras, um dos elementos mais criativos do Uno. e o adesivimho para lembrar que a Fiat é uma marca de sucesso  UNO WAY 1-LITRO, NO USO DSC 0152 resize

Novas lanternas traseiras, um dos elementos mais criativos do Uno. E o adesivo para lembrar que a Fiat é uma marca de sucesso

A Fiat também sempre soube trabalhar muito bem com inovações e tem uma série de pioneirismos no nosso mercado. São tantas coisas bacanas como o Tempra 16V, Uno Turbo, Tempra Weekend, Marea Turbo, Punto T-Jet, linha Adventure, o próprio Palio no seu lançamento, a Strada cabine dupla 3-portas, a lista é bem grande. Ainda que os carros topo de linha e superequipados sejam moscas brancas, a cada lançamento a Fiat surpreende com algo novo e alimenta o desejo de uma multidão de simpatizantes.   

Eu adorei esse novo Uno desde o seu lançamento em 2010. Achei um carro com um apelo bem jovem, com um desenho muito simpático, feito realmente para agradar quem compra e não quem fabrica, com várias opções de de cores legais, versões e equipamentos. Sucesso de vendas imediato. Particularmente eu me interesso muito pelo Sporting, pois cada vez mais, morando em São Paulo, sou adepto de carros pequenos, mas com personalidade. E o Way de segunda geração também ficou muito simpático.

Para dar uma idéia de volumes, a Fiat está emplacando uma média de 9.600 Unos por mês neste ano e 14.500 Palios, enquanto a Volkswagen está em 6.200 up! e 14.700 Gols. E a Fiat segue firme e forte na liderança com 576.238 unidades emplacadas e 21,38% de participação de mercado até outubro contra 471.642 unidades e 17,5% da VW, a segunda colocada. A diferença é muito grande! E isso só reforça a minha tese de que qualidade é mais do que um produto perfeito.

 

O carro testado era bem completo, tinha até descansa braço central  UNO WAY 1-LITRO, NO USO DSC 0160 resize

O carro testado era bem completo, tinha até descansa braço central

A primeira impressão do Way foi um pouco estranha. No meu imaginário eu tinha certeza que o Way era 1,4. Nem atentei de que há o Way 1,0. Saí com o carro no trânsito ruim de São Paulo e logo pensei: bonitinho mas extremamente comportado. O carro testado é super-completo e nunca imaginaria um 1,0 assim. Aí resolvi olhar o documento e constatei que estava com o Way “de entrada”. Aos poucos fui me familiarizando com o mostrador multifunção no centro do painel, comandos no volante, sistema de áudio com Bluetooth, câmera de ré no espelho retrovisor interno, descansa-braço no banco dianteiro e mais um monte de coisas. Logo pensei que o preço fosse perto dos 50 mil reais.

Bem, fui olhar a lista de preços e esse Uno Way 1,0 básico sai por R$ 31.960 e com todos os opcionais da versão testada, R$ 40.937. Tá certo que dá para comprar muita coisa boa com essa grana, mas acho difícil encontrar outro carro com todo esse conjunto de visual e conforto. Para ser mais completo falta apenas pular para o 1,4 com o câmbio robotizado Dualogic, o que elevaria o seu preço para R$ 47.115, R$ 6.142 a mais. Talvez essa opção seja bem mais interessante.

 

0 1,0 mais completo ou  um 1,4  com desempenho melhor?  UNO WAY 1-LITRO, NO USO DSC 0143a resize

0 1,0 mais completo ou um 1,4 com desempenho melhor?

Feito o ajuste de expectativas para a motorização 1,0, o comportamento pacato fez mais sentido. O motor Fire de 73/75 cv (gasolina/álcool) a 6.250 rpm e 9,5/9,9 m·kgf no papel vai bem em comparação com o up!, por exemplo. Porém o comportamento é totalmente diferente. A caixa manual também não ajuda em nada. O curso da alavanca é enorme, praticamente um palmo de um extremo a outro (de 1ª a 5ª) e apesar de marchas curtas o motor não dá conta — claro que considerando pretensões entusiastas.

O acelerador eletrônico foi ajustado para uma queda de rotação suave demais quando se tira o pé, parte da estratégia para manter as emissões de óxidos de nitrogênio (NOx) nos limites legais e com isso o giro fica sempre alto nas trocas de marchas, que são lentas devido ao curso da alavanca. Mas na prática isso é ruim, pois quando eu tiro o pé do acelerador eu quero que o carro reduza, e em algumas situações ele parece continuar a acelerar um pouco.  E na estrada, a 120 km/h, o ponteiro do conta-giros marcava 4.000 rpm (é mais a 120 km/h reais, 4.255 rpm). Aumentei mais o som e tentei esquecer o ponteiro. Mas muitas vezes fui à alavanca procurar a última marcha para constatar que já estava nela.  Um câmbio de seis marchas ia bem.

 

Nesse caso acho que o Dual Logic seria melhor  UNO WAY 1-LITRO, NO USO DSC 0169 resize

Nesse caso acho que o Dualogic seria melhor

Com altura do solo de 183 mm, 18 mm a mais que a versão Attractive, que leva a altura total do carro a 1.548 mm (pouco acima do limite “quase morri”…) e um ajuste de suspensão claramente mais voltado ao conforto, sente-se muito a movimentação da carroceria e, conseqüentemente, do tronco e cabeça dos ocupantes. Fiquei pensando muito se a maioria das pessoas notaria isso, mas eu notei. Está certo que também gostei do conforto que é complementado pelos bancos macios. Outro ponto que contribui para a falta de prazer é a caixa de direção, que também é totalmente voltada para o conforto. Como eu sempre digo, adoro carros pequenos, mas eles têm que ser ágeis! 

Ao me acomodar da primeira vez em que sentei ao volante não encontrei uma boa posição e mesmo no máximo do ajuste de distância do banco minhas pernas ficaram encolhidas. Logo lembrei dos limitadores no trilho. Coloquei o banco um pouco para frente e com o braço direito pude alcançar o limitador que deve ter algo em torno de 3 cm. Eu sou capaz de acreditar que tem gente dirigindo com as pernas encolhidas por não saber desse limitador, por isso o estou mencionando aqui. E na verdade, ele não faz o menor sentido, pois quem precisa de mais curso com certeza vai removê-lo e quem não precisa vai deixar algum espaço para o passageiro de trás.  Na verdade, com apenas 3.811 mm de comprimento e 2.376 mm de entreeixos não é possível fazer milagres e o banco traseiro é apenas razoável. Com certeza se eu levasse alguém atrás de mim eu teria que encolher um pouco as pernas. Mas isso acontece em muitos outros carros.

O porta-malas tem capacidade de 280 l e  sobre o estepe, que é levemente mais alto que o assoalho, há apenas uma cobertura de carpete, que deixa a superfície irregular. Em compensação o banco traseiro é rebatível e bipartido, coisa que nem o Corolla GLi tem! 

 

Ao volante, o mostrador digital no  centro do velocímetro é digno de carros de ao menos duas categorias acima! Há uma série de ajustes e informações possíveis além do computador de bordo, como velocidade, temperatura do líquido de arrefecimento com escala, e quantidade de horas de uso do motor. O que vão fazer com essa última eu não sei. O comando é no volante, porém não é intuitivo e há a necessidade de ficar navegando por menus para acessar mesmo as informações básicas, como o velocímetro.

Outra coisa que me chamou a atenção é o esguicho do pára-brisa. Quando acionado manda os jatos direto na haste do limpador. Se foi intencional para “esparramar” a água, dá um aspecto horrível. E pelo que notei não é uma questão de ajuste dos “brucutus”. As palhetas agora são planas e melhores, mas as hastes ainda são salientes. 

 

Volante com boa pega e comandos e o novo e bonito painel  UNO WAY 1-LITRO, NO USO DSC 0158 resize

Volante com boa pega e comandos e o novo e bonito painel

A qualidade do áudio melhorou muito com alto-falantes melhores. A unidade de áudio tem conectividade total, com USB, auxiliar e Bluetooth. E finalmente eliminaram o tocador de CDs. Eu, mesmo tendo uma coleção enorme de CDs, nunca entendi por que ainda não eliminaram de vez isso. Não consigo me imaginar carregando CDs pra lá e pra cá. Aí minha filha entrou em cena dizendo: “Pai, o dia que algum carro tiver um som que conecte o meu telefone  facilmente e sem complicações, esse será o meu carro.” De fato, isso ainda precisa melhorar. Por exemplo, o Bluetooth não encontrou o meu telefone. Então usei o iPod pela porta USB, que algumas vezes não quis ler o meu dispositivo. O botão do áudio onde fazemos a seleção das opções dos menus é muito sensível e pula as opções. Poderia ser melhor. 

 

O consumo com álcool até que foi bom, fez 8,2 de média incluindo 150 km de cidade e 200 de estrada com trânsito. 

Depois de uma semana com o Way eu acabei ficando mais comportado, me consolando que andando mais devagar e com mais conforto eu poderia curtir meu iPod por mais tempo. Continuei achando o Way muito simpático e refletindo muito sobre o conceito de qualidade. Mesmo desejando algumas melhorias eu sou capaz de entender por que a Fiat faz sucesso. Eu mesmo, nesse exato momento, estou num duelo entre razão e emoção. E a razão está sendo vencida pela emoção. E se eu tentar combiná-las o mais correto seria comprar o 1,4 com um pouco menos opcionais como pintura metálica, rodas de liga leve e kit conforto (somados correspondem a R$ 2.700), que sairia por R$ 41.265 (uma diferença de apenas R$ 328).

 

 Vídeo:

 

 PK

Fotos: autor

 

FICHA TÉCNICA UNO WAY 1,0 
 
MOTOR
Tipo4 cilindros em linha, comando no cabeçote, 2 válvulas por cilindro
Diâmetro x curso (mm)70 x 64,9
Cilindrada (cm³)999
Material do bloco/cabeçoteFerro fundido e alumínio
Taxa de compressão12,1:1
Potência máxima G/A, cv/rpm73/75 a 6.250
Torque máximo (G/A, m·kgf/rpm)9,5/9,9 a 3.850
Formação de misturaInjeção no duto
TRANSMISSÃO
TraçãoDianteira
EmbreagemMonodisco a seco, comando a cabo
CâmbioTranseixo de 5 marchas manuais
Relações das marchas (:1)1ª 4,27; 2ª 2,23; 3ª 1,52; 4ª 1,152; 5ª 0,87:1; ré 3,91
Relação do diferencial4,35:1
SUSPENSÃO
DianteiraIndependente, McPherson,  mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
TraseiraEixo de torção, mola helicoidal e amortecedor pressurizado
DIREÇÃO
Caixa de direçãoPinhão e cremalheira, assistência hidráulica
Diâmetro mínimo de curva (m)9,8
FREIOS
Dianteiros (Ø, mm)A disco, 257
Traseiros (Ø, mm)A tambor, 203
ControleABS, EBD
RODAS E PNEUS
RodasAço, 5,5Jx14
Pneus175/65R14H
CONSTRUÇÃO
ArquiteturaMonobloco em aço, 4-portas, 5 lugares
DIMENSÕES
Comprimento (mm)3.811
Largura (mm)1.656
Altura (mm)1.548
Entreeixos (mm)2.376
Distância mínima do solo (mm)186
CAPACIDADES E PESOS
Porta-malas (L)280
Tanque (L)48
Peso em ordem de marcha (kg)980
DESEMPENHO
Velocidade máxima (km/h, G/A)149/151
Aceleração 0-100 km/h (s, G/A)16,8/15,9
CONSUMO DE COMBUSTÍVEL INMETRO/PBEV
Cidade (km/l, G/A)11,5/8,0
Estrada (km/l, G/A)13,9/9,1
CALCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em 5ª (km/h)28,2
Rotação a 120 km/h em 5ª (rpm)4.255
Rotação à vel. máxima, 5ª (rpm)5.350

 

EQUIPAMENTOS DE SÉRIE DO NOVO UNO WAY 1,0
Ajuste interno dos espelho externos
Alça de teto dianteira lado passageiro
Alças de teto traseiras retráteis
Alerta de limite de velocidade e manutenção programada
Apoio de pé esquerdo do motorista
Banco traseiro rebatível com duas posições do encosto
Bancos dianteiros com mecanismo de acesso ao traseiro com memória mecânica
Bancos dianteiros reclináveis
Bancos revestidos em tecido
Barras longitudinais no teto
Bolsa porta-objetos nas portas
Bolsa porta-revistas encosto dos bancos dianteiros
Calota integrais
Chave-canivete
Checagem de instrumentos (varrida dos ponteiros)
Cintos 3-pontos atrás (2), central subadominal
Comando interno da portinhola do tanque de combustível e porta-malas
Computador de bordo (distância percorrida, consumo médio/instantâneo, autonomia, velocidade média e tempo de percurso)
Computador de bordo B (distância B, consumo médio B, velocidade média B e tempo de percurso B)
Console central parcial com porta-copos
Conta-giros
Desembaçador do vidro traseiro
Detalhe estético inferior cinza nos pára-choques
Detalhes internos na cor prata
Direção assistida hidráulica
Econômetro
Espelho no pára-sol direito
Faixa horizontal no painel com tecnologia Soft Coat tema Linio
Faróis com máscara negra
Frisos laterais das portas com inscrição Way
Ganchos para fixação de carga no porta-malas
Grade dianteira cor preto brilhante com anéis prata
Iluminação no porta-luvas
Imobilizador de motor
Indicador de troca de marcha subir/reduzir
Indicador digital do nível de combustível
Interruptor da luz de leitura na porta do motorista
Limpador e lavador do vidro traseiro
Luz de acompanhamento à porta de casa
Luzes leitura dianteira com reostato
Maçanetas e carcaças espelhos cor carroceria
Molduras cinza nos arcos dos pára-lamas
Mostrador LCD no quadro de instrumentos
Palhetas do limpador de pára-brisa planas
Pára-choques na cor do veículo
Pisca-5
Porta-óculos
Pré-disposição para rádio (2 alto-falantes no painel, 2 alto-falantes nas portas)
Quadro de instrumentos com iluminaçào branca
Quadro de instrumentios com mostrador LCD com computador de bordo comandado por teclas no volante
Rádio/USB/MP3/WMA com RDS
Relógio digital
Repetidoras de setas nos espelhos
Revestimento do porta-malas completo
Rodas de aço 5,5Jx14 com pneus 175/65R14 de baixa resistência ao rolamento
Sinalização de frenagem de emergência
Termômetro do líquido de arrefecimento
Vdro traseiro térmico temporizado
Vidros esverdeados
Volante com detalhe na cor grafite
 
OPCIONAIS
– Kit Celebration
Adesivos CelebrationR$ 3.908
Ar-condicionado + pára-brisa degradê
Faróis de neblina
Predisposição para rádio (2 alto-falantes dianteiros, 2 alto-falantes traseiros, 2 tweeters e antena)
Quadro de instrumentos iluminado com mostrador LCD de alta resolução equipado com computador de bordo comandado por teclas no volante
Travas elétricas + travamento automático das portas a 20 km/h
Vidros elétricos dianteiros um-toque e com antiesmagamento
– Kit Control
Alarme antifurtoR$ 995
Chave-canivete com telecomando para abertura e fechamento das portas
Vidros elétricos traseiros um-toque e com antiesmagamento
– Kit Comfort
Terceiro apoio de cabeça traseiro rebaixadoR$ 1.005
Alças de segurança traseiras retráteis
Apóia-braço central no banco do motorista
Apóia-pé esquerdo para o motorista
Banco do motorista com regulagem de altura
Banco traseiro bipartido
Cinto de segurança traseiro central retrátil de 3 pontos
Comando interno de abertura do porta-malas e da tampa do tanque de combustível
Console porta-objetos no teto
Espelho no pára-sol lado motorista
Porta-objetos para smartphone
Porta-óculos
Revestimento interno da soleira das portas
Volante com regulagem de altura
– Kit Evolution
Rádio Connect integrado ao painel com RDS, entrada USB/AUX, Viva-voz Bluetooth® e função Audio Streaming – inclui volante com comandos do rádio e telefoneR$ 1.380
Retrovisores externos elétricos com função Tilt Down (abaixamento automático do retrovisor direito ao engatar a ré)
– Rodas de alumínioR$ 743
– Pintura metálicaR$ 926

 

Sobre o Autor

Paulo Keller
Editor Geral

Engenheiro mecânico com pós-graduação em marketing e administração de negócios iniciou um grupo de discussão sobre o mundo do automóvel no final dos anos 90. Em 2008 percebeu que a riqueza do conteúdo desse grupo não deveria ser restrita aos seus integrantes e então criou o blog AUTOentusiastas. Seus posts são enriquecidos com belas fotos que ajudam a transmitir sua emoção e sensibilidade. Além de formatar e manter as mídias sociais do site. Visite: www.paulokeller.tumblr.com.

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  • Davi Reis

    A Fiat é líder inquestionável por saber aquilo que a maioria dos consumidores deseja, como você bem colocou Paulo. Se a maioria não vê diferença entre um motor moderno e um mais datado e menos eficiente debaixo do capô, vai a segunda opção mesmo… Paulo, tenho uma pergunta a fazer: não sei se você concordaria comigo, mas o Uno anterior era conhecido por não ter um bom isolamento acústico e também contra vibrações, chegando ao ponto de ser desagradável. Você acha que as mudanças feitas pela Fiat melhoraram esse aspecto? Se sim, você diria que chegou ao mesmo patamar de boas referências nessa categoria, como Up e HB20?

    No mais, para quem compra carro apenas como meio de transporte, é uma opção válida. Para mim, seria de endoidar. Não teria paciência de lidar com o câmbio e o motor, sem falar em outros pormenores que eu acho que a Fiat ainda deixa a desejar.

  • Guilherme Gaúcho

    O triste é a baixa potência específica do 1.4.

    • $2354837

      Não vejo assim, é bom lembrar que o valor mostrado é a potência máxima, coisa que praticamente não se utiliza no dia a dia do carro. O Fusca 1.6 sempre agradou com 54 cv.

      • Lorenzo Frigerio

        “There is no replacement for displacement”. Quando comprou seu 147 1050, minha mãe vivia dizendo que o velho Fuscão 1500 tinha mais resposta. Infelizmente, na Europa e em Banânia, cilindrada é um parâmetro-tabu da engenharia de motores.

        • $2354837

          Mas tinha mesmo, para o consumidor padrão que não estica marcha parece mesmo. Dirijo um peugeot 1.4 e um Renault 1.6 e no dia a dia parece que o peugeot anda mais por causa da sua curva de torque, apesar dos 13 cv a menos.

      • CorsarioViajante

        Fusca 1.6 agradou com seus 54 cv quando? Dirige um hoje… Nâo dá para comparar.

  • Ilbirs

    Sobre esse indicador de horas do motor, vamos considerar que um Uno Way pode ser usado em certas aplicações nas quais a manutenção é feita conforme horas de uso. Exemplo simples disso está nas mineradoras e pode ter sido um pedido desse tipo de cliente para facilitar o cumprimento dos prazos de manutenção.
    Aliás, dá para imaginar um Way sendo usado em mineradoras, se consideramos que o canteiro delas pode ser terra pura, mas a parte trafegável por veículos se compõe de pistas que não necessitam de ângulos de entrada e saída dignos de jipe, além de já ser uma terra compactada pela passagem daqueles caminhões gigantescos, de maneira a não formar algo além de lama fina, daquela que não faz um carro atolar. E, como sabemos, os 18 cm de altura livre do Way permitem ignorar a maioria dos obstáculos de uma estrada de terra trafegável por um carro de passeio.

  • Lucas dos Santos

    Muito boa a avaliação, Paulo.

    Achei legal você ter avaliado do ponto de vista do público-alvo, tentando entender e repassar aos leitores a principal proposta do carro.

    Uma sugestão para os vídeos “No Uso”: gostaria de vê-los dirigindo também em ruas mais… como direi… “urbanas”, com conversões, esquinas, subidas, descidas, lombadas, semáforos, etc e não somente em rodovias e vias rápidas – utilizem o vídeo do Fox BlueMotion como referência. Creio que possibilitaria uma melhor avaliação do leitor que pretender utilizar o carro mais nesse ambiente – ou quem apenas tem a curiosidade de ver como o carro se comporta nessas condições.

  • CorsarioViajante

    Para mim, o resumo é simples: muito equipamento e pouco carro.
    Gostei e concordo com a análise que a Fiat faz sucesso por jogar mais para a platéia do que para a engenharia. Fiquei uns dois meses com um Uno alugado e dirigir, que era uma das melhores partes de meu dia, virou a pior.
    Pelo preço, eu procurava outras opções.

    • $2354837

      Infelizmente é isso que grande parte do consumidor deseja… “blutufi” e “toutiescrim”. A Fiat não está errada. Mas infelizmente acabou… Quer for autoentusiasta que compre um Gol GT, Corsa GSI, Chevette velho e reforme.

      • CCN-1410

        “blutufi”,

        Meu carro tem isso… Nunca usei!

      • CorsarioViajante

        Eu adoro o Bluetooth em meu carro! Uso direto, e é muito prático. Também gostaria de ter uma central multimídia com navegador integrado. Mas se tivesse que escolher entre estes itens ou um câmbio bem acertado, EU prefiro o câmbio. O do Uno parece um bastão de borracha enfiada na areia.

    • Tarcisio Cerqueira

      Disse tudo; muito equipamento e pouco carro… A Fiat faz sucesso aqui pois ela soube captar bem nossa cultura… Mais imagem e menos conteúdo… PK, diga a sua filha para não comprar nenhum dessas centrais multimídia “originais”, e com o mesmo $$ ou menos, pôr bons aparelhos em bons especialistas. Os kits originais de fábrica e/ou concessionária ,dos ditos “populares”, a maioria são os piores do mercado e são vendido a preço de ouro, só servem para se integrar com o design do painel… Quanto ao consumo PK achei ruim… Com meu Classic faço média de 10 km/l de álcool na cidade, nunca fiz menos de 9 km/l com trânsito e ar condicionado…

  • Mr. Car

    Esse bichinho ia ficar muito interessante com um motor 1.6, he, he! Já tive um Fiat (Palio Fire ELX 1.0 16v), e não tenho nenhuma queixa, exceto o motor 1.0, já que eu praticamente só uso carro em estrada, quase sempre com pista simples, cheia de caminhões, e gosto de ter “munição” para ultrapassagens e retomadas mais espertas. Mas aí a culpa foi minha, que sabia desta, digamos, limitação do carro, e comprei mesmo assim. Se teria outro Fiat? Sim, mas no mínimo 1.6, e isto exclui o Novo Uno. Iria outra vez de Palio.

  • Lorenzo Frigerio

    Fiat é um carro para ser comprado pelado. Essa é a faixa de mercado deles. Se a idéia é ter algo a mais, o ideal é procurar outra marca.
    Uma vez, um amigo da minha mãe que tinha um Fusca, e já se vão uns 40 anos, disse que “Fusca não é carro, é condução”… hoje, a Fiat é isso.

    • Rogério Ferreira

      Não entendi a lógica dessas sua afirmativa. VW, Ford, GM, e Renault, e até Toyota (Etios) não têm nada a mais que a Fiat. Talvez apenas Peugeot, Citroën, Kia e Hyundai tenham um quê a mais de imagem.

      • Lorenzo Frigerio

        Se você quiser um Fiat com opcionais, o custo sobe para a estratosfera, mas continua a ser um Fiat.

        • Manoel Sartis

          Assim como um VW, Ford, Chevrolet ou qualquer outra marca com opcionais completos, continuam a ser da mesma marca…
          Nada a ver o que você disse.

        • Roberto

          Mas esta questão do preço dos opcionais você também encontra em outras marcas no Brasil. Sobre essa questão de marca, acho que hoje no geral, pelo menos as grandes, estão todas no mesmo nível. Por exemplo, nesta categoria do Uno eu acho que a Fiat está mesmo atrás das outras, mas em outras categorias e faixas de preço isto se inverte. Pelo preço do Fiat 500 da minha esposa só compraríamos Gol e HB20 com freio traseiro a tambor e sem ESP.

    • Sul de Minas

      Seu argumento é bem subjetivo, Lorenzo. Se Fiat não é ótimo, excelente ou a melhor marca, na categoria é certamente equivalente a VW, Ford e GM no Brasil.
      Tenho Um Palio (nova geração) e meu irmão um Onix (ambos 1.4, vez ou outra trocamos os carros nos finais de semana e não vejo diferença entre os dois em performance, acabamento, espaço, consumo etc. A única diferença é a preferência pessoal por determinada marca e design do veículo.
      Agora, se você disser que um Lada ou um Tata é condução e não carros, aí serei obrigado a concordar contigo, rsrsrsrs…

  • $2354837

    “Pai, o dia que algum carro tiver um som que conecte o meu telefone facilmente e sem complicações, esse será o meu carro.” Nada contra… Mas isso reflete para quem uma fábrica deve vender carro hoje. Telas táteis, conexão com Bluetooth, câmera de ré… Motor e câmbio, pouco importa, melhor que seja automático e com bastante servoassistência nos freios, direção, acelerador… Acabou. A era do carro entusiasta acabou. Entramos na era do transporte individual. Nem os esportivos mais traduzem o prazer de dirigir, servem mais como objeto de ostentação e para inflar o ego Triste fim para quem comprava carro pensando no prazer de dirigir e não em quantos acessórios ele tem. Quem ainda se interessa em dirigir, que vire um “antigoentusiasta”. Sobre o carro? Acho-o medíocre. Mas condizente ao público que ele se direciona.

    • Rogério Ferreira

      O que eu contemplo, estarrecido, que daqui há poucos anos, carro com câmbio manual, será tão rejeitado, quanto um carro de duas portas. No futuro não não muito distante, não existirá motoristas, apenas passageiros.

      • Marcelo R.

        “No futuro não não muito distante, não existirá motoristas, apenas passageiros.”

        Só se for lá fora. Aqui, enquanto se arrecadar rios de dinheiro com as infrações de trânsito, nunca que nossas “otoridades” permitirão que veículos autônomos, que não cometem infrações, sejam liberados para circularem por nossas vias.

    • francisco greche junior

      Tuas palavras me representam!

    • CCN-1410

      Pois é, nada disso que interessa a ela me interessa.
      Mas é o caminho, e quem quer vender precisa fazer carros para essa juventude.
      Não os culpo, pois cada um em sua geração.

    • CorsarioViajante

      Não vamos exagerar. Concordo que a maioria hoje vê carro como um meio de transporte que, de quebra, mostra seu poder de compra. Mas também temos, felizmente, vários carros que agradam o entusiasta.

    • Leonardo Mendes

      Pena que só posso avaliar positivamente seu comentário uma vez.

      Falei o mesmo quando do lançamento do novo March e quase fui linchado em outro site. Quem realmente precisa de um carro que se conecta ao Facebook, caramba?

  • pkorn

    Tivemos um 1.4 way e não gostamos, carro barulhento e áspero. Pneus adventure + 5ª curta + motor ruidoso e vibrador = viagens cansativas. Ergonomia não agradou. Carro para marketing. Alguns carros cativam com o uso, esse não. Vendemos antes do planejado. Fomos para o Nissan March. Bem melhor.

  • Rogério Ferreira

    Eu tenho um Fiat, não que eu queria, mas o que pude comprar, e que mais se adequou à minha realidade… Dizer que estou 100% satisfeito, não posso, mas naquilo que mais preciso, que é bom desempenho na estrada e consumo satisfatório, ele me atende e até além das minhas expectativas. O calcanhar de Aquiles fica por conta da suspensão, conforme descrevi no ultimo post do Carlos Meccia (caixa de pregos). Bom mas vamos ao carro da matéria, o Novo Uno Way 1.0. De fato, um carro feito pensando em agradar um perfil de consumidor, que não é o meu. São pessoas, que nem ligam para detalhes técnicos, como peso, torque, potência, aerodinâmica etc. Procuram apenas um carro que possam comprar, que tenha um visual “descolado”, “jovem”, “diferenciado”. e que as levem de um lugar para outro, dentro da cidade. Mas sabemos bem que qualquer carro com prefixo ou sufixo, Way, Cross, Adventure, offroad, Escapade, qualquer hatch, station, minivan “jipalizados” são condenáveis, pois os prejuízos técnicos de uma suspensão “levantada”, superam os benefícios. Não vale a pena pagar mais caro por um simples apelo visual e talvez alguma mínima vantagem em estradas rurais (sem essa de quebra-molas e quinas de meio fio, o Uno original já é alto o suficiente). e por outro lado ganhar peso. perder conforto, estabilidade, e principalmente, eficiência aerodinâmica. Reparem que a Fiat não divulga Cx e area frontal de qualquer Way, presumo ser um desastre, qualquer coisa de 0,4x… típica de carros dos anos 60!. Reparem ainda, que velocidade final é menor, e em ritmo de cruzeiro o motor há de se esforçar mais, exigindo mais do seu limitado desempenho e consumindo mais combustível. Relações de marchas dessas versões costumam ser mais curtas, para compensar, o esforço adicional Se eu compraria um Novo Uno? É claro, mas jamais um Way! Compraria, sem medo, um da extinta versão Economy 1.4, com altura normal e câmbio de relações mais longas. Só o consumo de combustível e resposta no acelerador de tal versão, é suficiente para fazer o proprietário de um Way, refletir seriamente, que não vale a pena seguir “modinhas” de mercado.

  • $2354837

    PK, onde você filmou? Muito bonita a arquitetura dos prédios.

  • Marcelo R.

    “…a Fiat está emplacando uma média de 9.600 Unos por mês neste ano e 14.500 Palios…”

    PK,

    Quantos desses Palios são o Fire e quantos são do modelo novo?

  • Ggvale Vale

    O que mais me incomoda nesse carro é o elevado ruído interno em altas rotações . Parece que o motor está dentro da cabine sob o painel .

  • Me entristece ver que um carro 1.0 faz 8,2 km/L de média de consumo, e nós aqui do Brasil temos que achar bom, porque poderia ser pior…

    • $2354837

      Meu corsa 1.0 VHC fazia quase 10 km/l com o ar ligado.

    • CorsarioViajante

      Quem acha este consumo ruim pode optar por up! ou Ka. Mas daí não tem um monte de telas. Questão de escolhas.

  • JT

    Creio que a Fiat seja líder de mercado no Brasil por uma questão cultural, pois trata-se de uma marca italiana num país onde a colônia italiana é muito forte e ajudou a moldar o jeito de ser de paulistas, mineiros, gaúchos, paranaenses, entre outros.
    Você pode ser gaúcho, descendente de alemães, mas certamente terá um traço de comportamento típico de um italiano, chegado na família e nos amigos, “reclamão”, comilão e beberrão, no bom sentido.
    O sotaque paulistano também é exemplo disso e isso ajuda a explicar o motivo da Fiat entender melhor o que o brasileiro típico deseja.
    A VW vende muito bem no Brasil e foi líder por ter sido a pioneira no mercado brasileiro, mas ela é alemã e rígida demais´, em comparação com Fiat.
    GM e Ford insistiram muito em moldar o gosto do brasileiro por carros médios e grandes e os franceses chegaram atrasados por aqui.
    Aqui em casa temos uma Palio Weekend Adventure que, apesar do nome, só poderia ser um carro brasileiro.
    A Fiat conseguiu o triunfo de transformar um carrinho italiano e urbano num utilitário relativamente confortável, confiável e de bom desempenho, ao menos na versão 1.8. Se a perua não é um espetáculo de beleza, ao menos ela consegue ser simpática, apesar de alguns linhas da carroceria indicarem o contrário.

    • Antonio

      Colônia italiana a esta altura do século?
      Lembre-se de que quem mais vendia era a Volkswagen, até recentemente, e ela é alemã.
      Carro é produto como qualquer outro, na hora da venda, e vende mais quem tiver o produto que mais se adeque ao seu mercado. Por mais que goste de carro, de dirigir, que reconheça a liberdade que ele me confere, que isso mudou o mundo ( e não as bicicletas como quer certa propaganda), tenho que reconhecer as verdades do marketing.
      Desculpe mas não tem nada a ver com italianismos!
      AAM

  • Mr. Car

    Off-topic. De amanhã em diante, vou sumir ou no máximo aparecer muito pouco por aqui, por uns dez ou quinze dias. Pé na estrada, matar a sôdade da vida do interior de São Paulo, ver velhos amigos, fazer churrasco, tomar uma geladas, e ouvir moda de viola, he, he, além de dirigir pelas belas rodovias paulistas, como Carvalho Pinto, Ayrton Senna, Castelo Branco, Castelinho, e Marechal Rondon, ou quem sabe Pedro I, Anhanguera, Luiz de Queiroz, Geraldo de Barros, e Rondon, dependendo do caminho que eu escolher.

    • Davi Reis

      Boa viagem, Mr. Car!

    • RoadV8Runner

      Boa viagem e bom divertimento!

    • CCN-1410

      Boa viagem e tome cuidado!

    • Mr. Car

      Obrigado, pessoal. Até qualquer hora!

    • Lucas dos Santos

      Boa viagem, Mr. Car e aproveite bem!

      E não descarte a possibilidade das suas férias renderem uma boa “História do Leitor”, hehehe!

    • CorsarioViajante

      Boa viagem!

    • Leonardo Mendes

      Boa viagem, e aproveite cada minuto!

    • João Guilherme Tuhu

      Logan K7M? Ótimo companheiro. Fui com ele a Curitiba e Florianópolis em janeiro passado. Bon voyage.

  • Francisco Passarini Junior

    Na minha humilde opinião, a maior fatia de vendas da Fiat é realizada para empresas em decorrência de preço, facilidade de pagamento e custo de manutenção, basta ler a reportagem do PK para notar que são citados mais defeitos do que qualidades, claro que muitos dos defeitos citados são subjetivos, mas que estão em pleno acordo com a minha opinião, eu continuo a não gostar e a não me conformar com a qualidade dos carros da Fiat. Preconceito?

    Pode ser, mas ao verificar que as vendas do Uno são maiores do que as vendas do up! por exemplo, é de doer o estômago, como pode um carro cheio de defeitos vender mais do que um carro de plataforma atual, mecânica moderna, seguro e anos-luz mais econômico? Por causa do preço? Ou por causa da beleza? Com certeza por causa de ambos, infelizmente o brasileiro continua a comprar o carro bonitinho e não dá a míníma para qualidade de construção, robustez, segurança e tecnologia.

    Conheço uns cinco proprietários de Uno, e garanto para vocês, nenhum está satisfeito com o carro, já vi Uno com 10.000 km. que se você tampar o painel e perguntar quantos quilômetros o carro tem o mais leigo falaria que o carro tem mais de 50.000 km, pois até acabamentos descascados o carro já possui com tão pouco tempo de uso.

    • CCN-1410

      O “calcanhar de Aquiles” da Fiat são os bancos… Depois de tantos anos de mercado ainda não aprenderam a construí-los. É uma pena…

      • Sor

        No caso das versões mais simples, Palio Fire, Uno Vivace etc., eu concordo. Mas os carros mais caros da Fiat têm bancos muitos bons. Entre num Palio 1.4 e veja quanta diferença dos bancos em relação ao Fire.

    • Barroso

      Realmente acho que é preconceito seu sim. Para começar, qualidade no sentido de perfeição técnica ou o que mais se aproximar disso, só vai encontrar em carros de alto preço e mercado restrito. Por motivos óbvios, uma qualidade dessas custa dinheiro, e muito.
      Segundo, o que uns consideram defeitos, outros consideram vantagens. Acabamento simples e poucos equipamentos para mim é vantagem, pois se traduz num carro mais fácil de manter. Para outros já é o contrário.

      • Francisco Passarini Junior

        Barroso, esclarecendo, eu não me referi a equipamentos simples, o up!que citei como exemplo é um carro simples, eu me referi a falta de qualidade.

  • Davi Reis

    Infelizmente tenho que concordar. Minhas decisões automobilísticas se baseiam principalmente no prazer ao dirigir o carro, mas eu faço parte de uma minoria insignificante. A maioria das pessoas só quer mesmo um meio de transporte que leve de A a B, pouco importando se o carro é agradável de dirigir, dinamicamente bem acertado ou até mesmo se tem uma boa ergonomia. Se tem som com “telinha” ou linhas atraentes, o consumidor vai direto neles, sem nem pensar.

  • Já dirigi um Uno desses, 2011, eu acho. Andei bastante com ele.

    Na boa? Prefiro dez vezes meu Peugeot 206, ainda que seja 2004 e tenha 125 mil km.

    • Rogério Ferreira

      206 1.4 é tudo de bom, foi um dos melhores que já tive… O carrinho forte, e que consome pouco.

  • Viajante das orbitais

    No futuro quem hoje é autoentusiasta provavelmente será antigomobilista.

    • R.

      Sábias palavras , meu caro !
      Você acertou em cheio e disse tudo .

    • CorsarioViajante

      Tem um monte de carro legal vindo aí que justamente resgata o prazer de dirigir. A diferença é que cada vez mais vão ser carros de nicho.

    • João Guilherme Tuhu

      Não sei. Há mais coisas na História do que pode supor uma vã filosofia. Não creio tanto assim em determinismos. Mas que os carros do passado continuarão a exercer fascínio, continuarão.

  • Lorenzo Frigerio

    Parece ser a Cinemateca, na Vila Mariana, em SP, prédios que originalmente eram usados como matadouro. Vai achar alguém no Brasil, hoje em dia, para projetar um prédio de tijolos com esse detalhamento, e outro para assentá-los.

    • RoadV8Runner

      Ainda bem que deram destino mais nobre para os prédios. Usá-los como matadouro, com esse desenho, era um tremendo desperdício!

  • Freddy

    Adventure??
    Sem nada de torque em baixa rotação; com curso de suspensão ridículo. Bem Fiat.
    Sem falar que não me agrada em nada a programação daquele acelerador eletrônico.

    • JT

      Acho que não estamos tratando do mesmo carro. Acabo de voltar de viagem pelo sul de Minas Gerais, passando por vicinais de terra e pistas simples esburacadas, com bagageiro cheio, sem queixas do carro.

      • João Guilherme Tuhu

        Pois é, andei numa Adventure 1.8 e achei muito boa.

    • Davi Reis

      Esse motor E.torQ 1.8 da Fiat é um ótimo exemplo de como não se fazer um motor. É potente, mas gasta muito, pouco elástico e bobo demais em baixas rotações. A prova fatal de sua ineficiência veio com o lançamento da Saveiro Cross 16V, que mesmo com motor 1.6, anda mais que a Strada 1.8 e ainda gastando menos.

      • Lorenzo Frigerio

        Sempre ouço falar mal desses E.torQ. Acho que têm variação no comando, então não deveriam ser pouco elásticos.
        O E.torQ é uma versão reduzida do velho motor do Chrysler Neon, e não é à toa que a BMW o abandonou, deixando o refugo para a Fiat e os brasileiros, como de costume. Vai ver se a Fiat italiana usa esse motor.
        Seria óbvio também supor que quando esses motores iam para o Mini, usavam um sistema de admissão melhor, que sofreu depenation na mão da Fiat, piorando a elasticidade.

        • Malaman

          Reduzida não, aumentada.
          Então a BMW está abandonando o motor Prince para deixar refugo para a PSA? Pois ele está deixando de usar esse motor. E pelo mesmo motivo que deixou de usar o E.torquQ, porque era feito em uma joint venture onde em um dado momento não valia mais a pena para ela continuar.
          Então vamos parar de vira-latismo e de criticar determinadas marcas por preconceito bobo.

      • Cristiano Reis

        Concordo, esse E.torQ é muito sem futuro, falta força em baixa e bebe um absurdo.

      • Rogério Ferreira

        Peraí, pessoal, calma aí, as coisas não são bem nesse sentido. O problema é que o E.torQ 1,8 nunca será econômico, sabem por que? Olha só a gama de encrencas que ele tem que impulsionar : Punto, Bravo, Linea, Strada CD Locker, e Wekeend Adventure Locker, Idea Locker…Ou seja, carros pesados, com nenhuma preocupação com aerodinâmica (nenhum deles tem Cx menor que 0,33 associado e sempre grande área frontal), grande peso (todos pesam de 1200 kg para cima) e alguns ainda padecem do mal do câmbio curto.. É carro para fazer no máximo 13 km/l de gasolina na estrada, andando tranqüilo. Eu tenho um Palio Essence, que não é 1.8 e sim 1.6. Bom, a ultima média que registrei nele (90% em estrada), completando rodando e completando, foi de 15,5 km/l de gasolina (15,7 na Castello Branco), carro cheio e sem muita preocupação com o acelerador. Média parecida com a de um Celta 1.0 na mesma situação. No caso do Palio o peso é de 1060 kg, o Cx também é de 0,33, porém a area frontal é menor, em torno de 2,12 m². o que dá uma área corrigida de 0,7 m² (a mesma do Celta e do Clio) e o motor trabalha a meros 3.300 a 120 km/h em 5ª, Se há o problema de faltar algum fôlego em baixa, há sim. mas nada que uma breve redução não resolva. É carro para autoentusiasta! Outra vantagem dos E.TorqQ, é a durabilidade, já sei de taxistas que já ultrapassaram a barreira dos 300.000 km, sem qualquer problema.

        • Sor

          Verdade. Põe um E.torQ 1.8 desses nesse Uninho mesmo, com pouco mais de 1 t. e vejam que ele ficará um foguete e ainda assim econômico.

        • Davi Reis

          Concordo plenamente com você Rogério, mas aí também é uma questão também um pouco óbvia. Puxando menos peso, qualquer motor vai render melhor e gastar menos. É como se tirassem o EA-113 2.0 do Jetta e colocassem no Gol, se no primeiro ele não fazia milagres, no segundo ele vai ficar bom até demais.

      • João Guilherme Tuhu

        Olha Davi, não achei tão ruim assim não. é meio fraco em baixa apenas. Mas embala bem. E ainda não tem correia dentada para quebrar.

  • RoadV8Runner

    Não sei exatamente o porquê, mas o fato é que nenhum carro da Fiat realmente me atrai, me desperta vontade de ter um. O único que já cogitei ter era o 147, mas depois do primogênito, nenhum outro me balançou. E, para piorar, quando minha noiva decidiu trocar de carro e fomos a uma concessionária Fiat aqui de Sorocaba, o negócio melou de vez depois que o vendedor começou a desmerecer o carro que minha noiva tinha na época e entraria no negócio. A postura do vendedor me desagradou sobremaneira, a ponto do próprio dono da concessionária perceber e intervir na conversa… Mas o estrago já está feito, nessa concessionária não volto jamais!

    • Barroso

      O 147 é um caso interessante, é talvez o mais odiado carro da Fiat, razão de muitos odiarem a marca até hoje, mas certamente foi melhor carro que a Fiat teve, em sua respectiva época. Foi o carro mais avançado do Brasil até o lançamento do Monza.

  • J

    Tapete Mopar…

  • Eduardo Silva

    Vim aqui pedir palpites.

    Eu e minha mulher estamos escolhendo um carro para ela, que está vendendo seu Palio Fire 2008 2-portas sem ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricos etc. Foi seu primeiro carro, adorou, mas agora que já aprendeu a dirigir, bater, ralar a roda, enroscar a marcha e pular lombada, quer um novinho para recomeçar.

    Será o segundo carro da casa, ela vai usar para andar na cidade, pequenos percursos, trabalho, compras, rodízio, visitar a mãe.

    Opção 1 – Novo Uno zero-km com kit Celebration (ar;direção;vidros) – sai por uns 39.000

    Opção 2 – Fiat 500 cult MT usado 2012 ou 2013, até 25.000km, entre 37.000 e 39.000.

    Torço pelo 500, mas, na real, não sei qual recomendar.

    • Davi Reis

      Eu iria de 500, ainda mais pra pequenos percursos e como segundo carro. Menor, mais prático, mais bem construído, mais econômico e mais equipado.

    • Giuliano

      Nem pense, vá de 500.

    • Le chat noir

      Novo Ka de entrada, 35.390 e dá um banho nos dois…

    • General Custer

      Amigo, vá de Sandero 1.6 por 39 mil +/-.
      Maior e melhor.

    • Tarcisio Cerqueira

      Somente tem esses dois como opção? Elenque as prioridades, as características que ela dá mais valor. O 500 tem melhor comportamento dinâmico, comportamento mais esportivo e vívído, melhor qualidade construtiva, o que em um usado conta como vantagem, além dos riscos inerentes a qualquer carro usado, oferece mais segurança tanto passiva quanto ativa e mais status. Mas provavelmente tem peças mais caras, tirando as iguais do motor Fire 1.4, seguro deve ser mais caro, revenda levemente piorada e com mais desvalorização, a depender da região/cidade, é mais desconfortável em pisos ruins e tem parco espaço traseiro e porta-malas. Já o Uno tem a vantagem de ser 0-km, oferece mais conforto tanto de rodagem quanto de espaço no banco traseiro, tem manutenção mais barata, seguro deve ser mais barato, revenda mais fácil. Porém perde na qualidade construtiva, o que vai se revelar mesmo ao longo do uso, acabamento piorado, comportamento mais pacato, sem esportividade, segurança marginal, longe dos padrões do dito primeiro mundo que o 500 segue em parte. Enfim cabe a vocês elencarem suas necessidades e vontades e pôr no papel as características e custos de ambos. Espero ter ajudado!

      • Roberto

        Eu acho o 500 melhor por ser mais bem construído, ter mais recursos tecnológicos e de segurança, mais estável e por ter um motor adequado para o tamanho do carro (mesmo na versão Cult). O preço está bom, já que por este valor você só consegue carro 0-km inferior ao 500 e geralmente com motor mais fraco.

        Mas isto tudo é válido se você (e sua esposa) não pensam em levar gente no banco de trás (no máximo uma criança pequena). Sei disso, pois em casa temos um 500 que a minha esposa usa e é bem complicado levar alguém atrás. Mas como não temos filhos, falta de espaço no banco de trás não é problema (para os ocupantes da frente ele é muito confortável). Para nós que moramos em cidade grande até acaba sendo uma vantagem, pois não é difícil achar uma vaga que o carrinho não caiba

    • CorsarioViajante

      Eu olharia o up! (paga gastar um pouco menos) ou o Ka.
      Ah sim, também vale a pena ver o HB20.

    • Antonio Canhota Jr

      Pouco mais de dois anos atrás cheguei a pensar em pegar um 500 (era 39 mil 0-km), mas na época o valor do seguro era mais que o dobro do Uno Sporting (que estava uns 37 mil, também 0-km). Além disso, no 500 você não consegue levar ninguém atrás com um mínimo de conforto e o porta-malas é um porta-luvas “ampliado”, mas a qualidade de construção do 500 estava bem acima daquele Uno. Não sei qual a sua condição financeira, nem se tem filhos e se é o único carro da casa, porém leve em conta um carro que não lhe deixe sem grana (é melhor um carro mais simples, mas que deixa um dinheiro para passear em qualquer luga, do que um carro melhor mas que tem que ficar economizando para pagar suas despesas) e que atenda as suas necessidades. Tem a questão importantíssima do gosto pessoal também, mas isso você já resolveu quando citou o Uno e o 500.

    • Christian Sant Ana Santos

      Ainda essa semana vi Palio 1.6 Essence a 39.000,00 sem choro, sem o som, aqui em S J. dos Campos. Se colocar ar no Uno 1.4 Evolution, 37.900,00. Já tive Uno 1.4 Attractive por 60.000 km, FIAT 500 por 13.000 km e tenho o Palio. A diferença de consumo é mínima, irrisória, mas o desempenho…Obs: todos são mais econômicos e com melhor desempenho que os Picantos.

    • João Guilherme Tuhu

      Como disseram, um Sanderinho resolve bem, tem ótimo CxB. E esse Cinquecento é feinho que dói… Mas gosto é gosto.

    • Eduardo Silva

      Atualizando: Ela acabou optando pelo 500 mesmo. Quando viu em uma loja um vermelho com teto solar quase gritou. Como falar de CxB nessa hora?

      Obrigado pelas opiniões pessoal.

  • Fórmula Finesse

    Com que “km” esse carro tinha quando o pegaste, PK?

  • Lauro Agrizzi

    Pessoal, Em lugar de contestar uma liderança de 12 anos de mercado deveríamos ser mais espertos e entender as razões,pois o mercado nunca erra.Entender as razões do comportamento e desejos é muito mais complexo e difícil do que fazer um carro tecnicamente perfeito, com bom motor e boas suspensões etc.A explicação mais fácil é desmerecer o produto tecnicamente e creditar o sucesso ao preço e à baixa qualidade.Foi isso que as demais fabricantes fizeram e entregaram ao mercado.Quando foi lançado o 147,um produto inovador e superior tecnicamente, todos diziam que a qualidade era fraca e que o produto era ruim, o que hoje se provou um absurdo.A Fiat deve estar morrendo de rir com esses comentários, pois enquanto eles continuarem verá sua liderança ser ampliada.

  • Gustavo

    Os atuais carros da. Fiat são os que encaram os buracos do asfalto com mais suavidade. Isso sim é calibrar uma suspensão ao gosto e necessidades do seu consumidor médio. Palmas

  • Cristiano Reis

    Aconteceu algo estranho esses dias. Nunca gostei muito do up! devido ao preço e achava ele bastante pelado, mas a empresa em que trabalho alugou um e o carro me surpreendeu muito positivamente! Não sei entender direito o que me agradou, apesar da vibração em lenta, da falta de “mimos”, a suspensão dura, aqueles difusores centrais. O motorzinho empurra bem o carro, bem mesmo, e consome pouquíssimo! Depois volto para falar mais do carrinho…

  • CCN-1410

    PK,
    Por R$ 41.265 mais ou menos, você pode pegar um Palio Essence que é 1,6 e muito mais carro.

    • Rogério Ferreira

      Eu tenho um Palio Essence 1.6. anda muito, gasta pouco, chega a ser divertido.

  • Leopala

    Meus pais precisaram trocar de carro uns meses atrás. Tinham um Classe A 2004 bem surradinho, já passado dos 150 mil km. Meu pai veio com a idéia de pegar um Corolla usado, mas minha mãe não gosta de Corolla. Recomendei um Focus, meu pai é que não aprovou, ele não gosta de Ford, diz ele que “Ford só sabe fazer trator” hahahaha…. Bom, mostrei o Golf novo então, minha mãe disse “parece muito com o Gol, nada feito”. Então eu já estava desistindo de me meter no assunto e deixar eles decidirem sozinhos. Então a mãe viu um Bravo na rua e disse que achava lindo, e o pai também gostou. Vieram falar comigo e eu disse “só se for o T-Jet, os outros não valem a pena.” E o Cruze também pintou na jogada, acharam bonito. Enfim, o pai dirigiu o T-Jet e não quis saber, pelo mesmo preço do Cruze básico se leva um carro com teto solar gigante, todo diferenciado, acabamento com materiais superiores, e claro, aquele motorzinho que se não é perfeito, está na frente de qualquer aspirado da concorrência. Claro que o Golf tem mais qualidade construtiva, mais tecnologia, enfim, é mais moderno. Mas é mais caro que o Bravo, parece um Gol e o seguro é o dobro. Enfim, compraram o Bravo e estão felizes da vida. Minha conclusão? A Fiat não é melhor em nenhum aspecto isolado, mas sim na soma de todos eles.

  • R.

    Mr.Car
    Faça uma boa viagem e aproveite bem suas férias (com certeza muito merecidas)
    Dirija com segurança e fiquem com Deus
    Abraços , meu amigo.

  • Luciano Gonzalez

    O lance é o seguinte: nós entusiastas que conhecemos e gostamos de carro infelizmente não somos a maioria Aquela baboseira que a Ipiranga coloca nos comerciais que brasileiro é apaixonado por carro é a maior balela…
    O povo em sua maioria quer preço, ar-condicionado, trio elétrico e direção hidráulica, agora também uma central multimídia, mas não está nem aí se o carro é mais econômico, seguro, estável, rígido, se é bem montado, se têm uma ergonomia elaborada etc. E aí a Fiat agrada o seu público em cheio.Quem compra? Quem está precisando de um guarda-chuva e está sem grana (apenas um meio de transporte), o frotista (que não está nem aí para quem vai dirigir o carro, quer saber do valor inicial, seguro e certa durabilidade), o cidadão comum mesmo que não dá a mínima para o carro (é como se fosse um fogão, compra, usa e depois joga fora) e o cara que quer um carro para bater, de seguro barato, para trabalhar.

    • Malaman

      Comentário preconceituoso o seu. O entusiasta de verdade gosta de carro pelo que ele é, independente de seu conteúdo. Esse papinho que tal marca só serve para tal tipo de comprador é papo de hater enrustido. A Fiat tem e sempre teve carros que agradam muito a entusiastas. Não só ela, como todas as outras marcas.

      • Luciano Gonzalez

        Malaman, respeito o seu comentário, mas infelizmente não concordo com ele… onde trabalho, estudamos cada detalhe da concorrência, não estou falando por falar, e sinceramente, também não estou sendo tendencioso… se a Fiat lhe serve, parabéns, o que interessa é você estar feliz!
        Abraço

        • Ricardo

          Concordo com o Luciano. A Fiat tem feito carros que o mercado quer. E o mercado não é autoentusiasta. O brasileiro não gosta de carro e não se interessa pelo mundo automobilístico, ele vê o carro como instrumento de afirmação e status no meio em que vive.

          • CorsarioViajante

            Falou tudo.

      • Luciano Gonzalez

        Agora o PK toca em um ponto crucial que eu a contragosto sou obrigado a concordar: não interessa se a concorrência faz o melhor carro, a Fiat faz o que o público brasileiro quer, ela entende bem a cultura automobilística brasileira e coloca exatamente o que o mercado pede.

    • Realmente dizer que brasileiro é apaixonado por carro não é verdade. Os carros eram vistos como patrimônio e investimento daí a “paixão”. O sonho da casa própria e o carro zero na garagem. Se bem que hoje o sonho é mais carro zero a prestação < R$500 é mais real.

      Abraço e obrigado pelo comentário.

  • Roberto

    A curva de torque dele é bem plana e praticamente tem o mesmo valor de outros motores 1.4 8v fabricados no Brasil (em torno de 12 kgfm) e que possuem potência maior, mas em rotações que nunca irá se usar.

  • Marcos Pastori

    Concordo em praticamente tudo com o pessoal aqui. Discordo apenas em uma coisa. Amigos, quem é entusiasta hoje tem muito mais opções acessíveis de carros esportivos, entusiastas, e que podem ser mantidos perfeitamente do que 15, 10 e mesmo cinco anos atrás.

    Cito o meu caso. Estou saindo de um Punto T-Jet e indo para um Alfa 156 (está 10 mil abaixo do preço deste Uno) e com convicção.Sou tachado de louco, mas fazer o quê ? Se não fosse o Alfa, seria um Marea ou um Tempra, ou até um Paliozinho 1.3 16v quem sabe sou apaixonado pelas ”bombas” italianas?

    Mas para quem não está muito aí mesmo para carro e segue o uso ”descartável” que se faz de carros hoje em dia (troca a cada 1 ou 2 anos, bem na hora que se gasta mais dinheiro com manutenção), este Uno para o dia-a-dia, rala-rala, está de muito bom tamanho para 90% dos usuários. E essa é a resposta que o mercado tem demonstrado. Considero uma boa opção para quem não é entusiasta como eu.

    Eu nunca estaria satisfeito ou feliz com um carro deste na minha garagem. Só usaria se obrigado, se fosse o carro da empresa.

    Então entendo o pessoal que diz que prefere o seu ”usadinho completão” com mais de 100 mil km rodados. Vocês estão melhor servidos do que qualquer carrinho ”zero-km”, lançamento, cheio de firulas que temos por aí. Mantenham-os, conservem-os bem, e só troquem por outro melhor.

    Já bem dizia uma frase que eu vi na traseira de um Alfa 147: ”Life’s too short to drive boring cars”.

  • ccn1410, acho o Way mais fofinho!!

    • CCN-1410

      Vá entender, hehehe…

    • Fat Jack

      Hahaha…

  • O up! Ainda vai fazer muito sucesso.

    • CCN-1410

      Concordo plenamente. É só uma questão de tempo.

    • Ilbirs

      Também gostei do up!, e isso porque dirigi bem menos que o Cristiano Reis. É questão de fazer uns pequenos ajustes nele para que decole, tais como:

      1) Trocar o difusor único central que aponta para cima por um conjunto com dois difusores para a frente e outro jogando ar sempre para cima, tal qual o Grand Siena:

      http://www.dezeroacem.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2014/04/Volkswagen-up-take-move-2-portas-Brasil-2014-painel-interior.jpg

      http://carplace.virgula.uol.com.br/wp-content/uploads/2012/03/novo-grand-siena-essence-dualogic-03.jpg

      Aqui o que imagino de solução é algo que fique no mesmo encaixe da gradinha, com duas saídas que fiquem para cima da linha mais baixa, tal qual olhos de sapo. Pense em algo como uma “cabeça do ET”:

      http://static.guim.co.uk/sys-images/Film/Pix/pictures/2008/08/05/kobal_ET460.jpg

      Onde estão os olhos, entenda-se como a dupla de saídas centrais para a frente, enquanto a parte superior entre a cabeça e o supercílio seria a saída que joga ar permanentemente para cima. Lembraria um pouquinho a solução do Renegade, no que tange a algo saltado para cima:

      http://i.kinja-img.com/gawker-media/image/upload/s–zItPRVW1–/c_fit,fl_progressive,q_80,w_636/19hi28hyrcnh5jpg.jpg

      2) Vidros elétricos traseiros, algo que já existe no mercado paralelo de acessórios para o carrinho:

      http://mlb-s2-p.mlstatic.com/kit-vidro-eletrico-up-4-portas-traseiro-sensorizado-15331-MLB20100753048_052014-F.jpg

      http://static.mercadoshops.com/kit-vidro-eletrico-traseiro-vw-up_iZ23XvZxXpZ1XfZ63183736-585162961-1.jpgXsZ63183736xIM.jpg

      Como se pode observar, aquele argumento da VW de que não havia nada no mercado de fornecedores que permitisse vidro elétrico traseiro para o up! despencou com a mesma facilidade daquele argumento de três décadas atrás de que era impossível montar estepe na frente de um Gol arrefecido a ar com dois carburadores. Pode ser que já haja gente em São Bernardo do Campo soltando os cachorros em cima da equipe responsável pelo subcompacto, até porque uma solução de fábrica ficaria mais caprichada, com os quatro botões de vidro elétrico na porta do motorista, tal qual vemos em outros modelos da marca;

      3) Forração completa nas portas em vez da lata exposta na parte superior. Aqui temos de levar em conta o regime climático mais quente do país, em que uma lata quente transmitindo calor para o interior do veículo deixa o verão bem ruim e aumenta as chances de braços sofrerem com o calor do metal. Não é muito diferente daquilo que a própria Fiat constatou no decorrer da longa carreira do Palio de plataforma 178, cujas versões mais simples sempre tinham lata exposta nas portas:

      http://portalnetcar.web433.uni5.net/fotos/122666971841378IMG.JPG

      Mas que com o passar dos anos passou a ter laterais de porta com revestimento integral mesmo nos mais baratos, a ponto de hoje em dia vermos um Palio Fire, sucessor em proposta do Mille, vir sempre com forrações inteiras:

      http://www.mundodoscarros.com.br/noticias/fotos/2014/01/Novo-Fiat-Palio-Fire-2014-5-600×400.jpg

      4) Em que pese a versão 1.0 aspirada já ser muito boa em sua proposta geral, versões mais potentes fazem falta para alguns. Tudo bem que já tivemos uma sinalização neste Salão do Automóvel com a exposição do motor 1.0 TSI de 110 cv, mas ainda assim podemos ver que há um degrau para algo mais forte e aspirado, ainda mais se considerarmos que motores turbinados não têm manutenção tão barata quanto aspirados (e aí podemos considerar também o fato de todas as turbinas do mercado, exceto a da Aerocharger, usarem óleo do motor em vez de um circuito fechado de lubrificação própria).

      Se bem que a maior possibilidade é a de essa unidade ser vista no Taigun, que alguns estranharam não ter visto alguma outra versão conceito no Salão deste ano, ainda mais pensando que um exemplar laranja com estepe pendurado foi exposto na Índia no começo deste ano.

      Porém, voltando à realidade brasileira, dá para imaginar a possibilidade de um up! 1.2 usando as medidas básicas de curso e diâmetro do EA211 1.6 16v, apenas com um cilindro a menos. Teria até 90 cv a etanol se mantivesse a potência específica do 1.6, mas poderia ir para até 98 cv se a potência específica fosse a que vemos no 1.0 que conhecemos. Não andaria muito mais que o 1.0, mas aqui haveria a vantagem de uns kgfm a mais e as conseqüências que conhecemos bem, como menos trocas de marcha. Provavelmente o consumo não seria tão penalizado assim pela cilindrada 0,2 l maior.

      Se houver alguém com cabeça de preparador de hot rod dentro da VW, daria inclusive para imaginar alguma forma de montar no cofre do carrinho o EA211 de quatro cilindros. Se um Golf GTI é um “foguete de bolso”, um up! 1.6 seria uma biribinha sobre quatro rodas. Daria para pensar inclusive em uma versão com duas portas que fosse praticamente um mata-500;

      5) Ampliar o uso da plataforma NSF, de maneira a amortizar mais seus custos. O Taigun é uma possibilidade e correria sozinho em um inédito segmento de SUVs subcompactos (uma vez que fora-de-estrada subcompacto já temos, chama-se Jimny e é produzido no Brasil desde 2012).

      Porém, quem olhar para o Taigun notará que, à exceção da altura, suas outras dimensões regulam com as do Gol da atual geração. Se considerarmos que a NSF permite balanços curtíssimos para a tração dianteira que possui, um Gol feito sobre ela poderia ser mais espaçoso para o mesmo comprimento do atual, ou mesmo menor. Qual não foi a surpresa de muitos ao ver o up! e notar que em seus 3,60 m ele consegue ser tão espaçoso quanto um Gol de plataforma AB9 e seus quase 30 cm a mais? Logo, um Gol NSF poderia surpreender a muitos e dar aquela sensação de “carrão pequeno”. Imaginando-se um grau de flexibilidade bom na NSF (uma vez que o Taigun tem 1,73 m de largura, ainda que mais decorrentes de bitola maior), daria para imaginar uma versão alargada dessa base para o Gol (aqui usando possibilidade parecida com a que vemos na MQB, em que um Polo e um Crossblue serão separados por 30 cm nessa medida e seguirão usando a mesma base). Talvez uma versão alargada da base permitisse com facilidade a montagem do EA211 1.6 16v, com todos os outros módulos sendo aqueles do up!, gerando aí economia de escala das boas tanto para um hipotético Gol novo quanto para o up! já existente, com o up! amortizando custos inclusive em nível estrutural, como já estamos vendo com a MQB.

      Os rumores por ora dão conta de que o próximo Gol será feito sobre a base MQB e que a NSF teria sido descartada devido às vendas do up!, mas acho estranho que um carro historicamente feito em São Bernardo vá usar uma base que, por ora, está programada para ser feita só em São José dos Pinhais (Golf VII nacional e futuro Fox II). Usar a NSF também permitiria uma diferenciação maior entre Gol e Fox, que hoje em dia usam a PQ24 (ainda que a especificação do Gol seja bem diferente daquela usada no Fox e no descontinuado Polo IV);

      6) Pequenos caprichos que agregam vantagens. Por que não fazer um up! com banco traseiro bipartido, a exemplo do que existe na Europa?

      http://www.forcegt.com/wp-content/uploads/2012/12/2012-VW-up-Interior-7.jpg

      Claro que por aqui teria de ser não um banco traseiro 50-50, mas sim 60-40, uma vez que estamos falando de um carro homologado para cinco pessoas, bem como a tradição que temos de bancos traseiros bipartidos que permitem três passageiros espera que tenhamos essa medida (vide o problema da Suprema, cujo banco traseiro era 50-50, o que significava que só podia levar uma pessoa e meia atrás caso um dos encostos estivesse rebatido:

      http://mlb-s1-p.mlstatic.com/omega-suprema-gls-20-chevrolet-gm-14122-MLB3963082240_032013-F.jpg

      Problema esse que foi corrigido na Omega B Caravan alemã:

      http://img1.auto24.ee/auto24/320/754/9360754.jpg

      Já que a engenharia da VWB fez diversas alterações na NSF brasileira e foi competente o suficiente para que nosso up! seja tecnicamente superior ao europeu, não seria difícil fazer algo mais simples como o tal banco bipartido 60-40 para uma especificação nacional.

      Logo, o up! brasileiro está em uma situação parecida com a do Gol BX ou mesmo a do Uno original, em que ajustes sobre a mesma plataforma e geração com o passar da carreira transformaram carros de baixas vendas no início da vida em sucessos estrondosos de vendas. E isso se considerarmos que a plataforma NSF é muito superior à BX, à AB9 ou à PQ24.

  • FF, tem tanta informação no displaybque eu não reparei. Mas era um caro bem novo. Abraco

    • Fórmula Finesse

      Provavelmente estava ainda bem amarrado, sabemos que um carro bem amaciado – apesar de uns acharem que isso não existe – e lá na plenitude dos seus 5000 km ou 10 mil, vai render 30% (ou mais) nas condições de utilizações diárias (retomadas, acelerações a não 100% do acelerador.etc).
      De todo modo, eu acho que ultimamente a Fiat está pesando a mão na faca, apesar dos excelentes upgrades que o Uno sofreu, as modificações sutis – mais importantes – no Bravo (a?), sofisticação no quesito conforto no Punto, inovação da cabine dupla na Strada etc.

  • Fat Jack

    Eu já tive alguns Fiats, da época, digamos “menos confiável” em termos de qualidade, mesmo assim tenho algumas (boas) convicções a respeito da marca:
    – seus designers “têm a manha”, é raro ouvirmos (e eu compartilho com isso) que tal Fiat é feio (já a GM…)
    – seus engenheiros têm constantemente idéias interessantes e implantáveis, e é aqui que a coisa começa a complicar. Explico: o próprio câmbio de 6 marchas que o PK comentou, já existiu na linha 1.0 da Fiat, e nem bem nasceu: morreu. Assim como outras “inovações”, algumas boas idéias acabam sendo abandonadas, podendo “micar” quem tem um carro com elas.
    – seus produtos melhoraram bem desde a época que eu os tive, tornando-se inclusive bem mais confortáveis (os nacionais da década de 80/90 eram duros demais para um carro “civil”).
    Eu teria um Fiat hoje, mas certamente não um “pseudo aventureiro” 1.0 acima de R$ 40k, muito menos o (letárgico) 1.4 acima de R$ 46k, por mais conexões, interatividades, mídias, USBs etc.que eles tenham. Nem é questão de ser ou não Autoentusiasta, para mim é questão de foco, quero um carro (que tem que ser bom nisso, ser um carro) que pode ter isso, não um iPad (que tem ser bom nessas comodidades) sobre rodas…

  • Fabio

    Privilegiou a aparência :central multimídia,lanternas e painel ,mas se esqueceu do cambio e do espaço interno,uma pena …

  • Ozirlei

    Enquanto uns defendem que qualidade é a perfeição técnica, outros, incluindo a Fiat, a entendem como fazer aquilo que o consumidor quer.
    Penso que a Fiat já foi por esse caminho no Brasil, e viu que aqui isso não funciona.
    Colocou um carro com motor transversal, compacto, econômico e que era frente à concorrência anos-luz (mecanicamente falando) mais moderno. Fez até um motor exclusivo visivelmente melhorado em relação ao Fiat 127, incluindo a suspensão vindo do irmão maior, Fiat 128. Resultado: 147 não vendeu o esperado e adquiriu má fama principalmente pelas suas virtudes. (Afinal, carro a água não prestava, motor bom era acima de 1600, e ele era muito pequeno, nem parecia carro)
    Colocou um carro mundial, de projeto moderno, desenhado por Giugiaro, sem as horrorosas calhas, novamente melhorado em relação ao europeu, com suspensão independente vindo do 128, como nosso 147 que também herdou a suspensão do 128:Uno. Também não foi o esperado e só no fim da vida, depenado, e quando o brasileiro acordou viu que ele era como um elo perdido, um carro que na década de 1990 se igualou ao que o mercado começou a oferecer, então perceberam que ele já oferecia.
    E quando a Fiat mudou?
    A guinada da Fiat foi mais ou menos em meados de 1990 depois de todas as tentativas fracassadas de pôr produtos cada vez melhores que a concorrência (é só lembrar que o Uno Turbo e o Tempra Turbo não tiveram concorrentes por um bom tempo), com seu projeto “próprio”, o Palio.
    Que nada mais era do que ir na contramão do que era feito até agora (produtos melhores no mercado brasileiro para tentar conquistar o público). O Palio recebeu a plataforma do Uno europeu, perdendo a suspensão independente nas quatro rodas que tínhamos no nosso Uno.
    Ele “corrigia” os “defeitos” que eram apontados pelos brasileiros, tinha um design chamativo, usou peças mais simples e baratas, e, por último, oferecia mais do mesmo em relação à concorrência a um preço muito competitivo. Resultado, foi ele que mudou alavancou e mudou a visão empresarial da Fiat brasileira. O segredo era: faça como a Volkswagen e GM,consolide um motor e uma plataforma mais simples e arcaica possível, coloque nela um belo “chapéu” novo. E por último “agregue”…Receita de bolo para vender no Brasil, brasileiro não quer coisas boas, só quer coisas que sejam baratas e pareçam as coisas boas.
    É só ver que foi por isso que levou anos para os japoneses entrarem no mercado brasileiro.Acho que muito japonês coçou a cabeça e ficou irritado quando foram tão duramente criticados pelos seus carros “ruins” na década de 1990 Quem tentou se instalar, fechou as portas logo depois tamanha a incompreensão de qualidade dos brasileiros em relação aos japoneses,afinal (por exemplo), motor 16V não prestava, carro 4-portas era coisa de taxista, e andar com um carro que o nome pode ser confundido com suruba (Subaru) era motivo de chacota. Os franceses também apanharam no início, mas foram os que aprenderam mais rápido. Fizeram o que o mercado queria, subiram os preços para dar ar de premium e ficaram por cima da cocada preta.
    Os japoneses ainda engatinham, mas alguns já aprenderam como aqui funciona.Vide Etios, March… Outros, como Mitsubishi, Subaru, Suzuki, ainda têm seu orgulho ferido pelo fracasso na década de 1990 no Brasil e seu “brio na cara” de lançar coisas das quais não comprariam.

    • CCN-1410

      Ozirlei,

      Eu só entrei aqui para dar uma olhadinha. Nem tinha feito o acesso, mas depois de ler o que escreveste, eu precisava dizer algo.
      Valeu!

    • Orizon Jr

      Grande Ozirlei. No início, parecia que eu não ia concordar. Mas no desenrolar da leitura, apesar de vc ter carregado nas tintas, não há como… Seu texto vai na ferida.

      Aqui e em outros sites automobilísticos, a gente vive reclamando de preço, qualidade e a defasagem com que as fabricantes nos brindam em seus produtos.

      Mas eu digo sempre, os carros que estão aí na praça são exatamente o que a gente quer, inclusive no preço.

      Todo povo tem os políticos e os carros que merece…

      Forte Abraço

      • Ozirlei

        Exatamente, e o povo brasileiro é muito critico e criativo. Pena que normalmente tanto a criatividade quanto a critica são feitas da maneira errada, sem conhecimento.
        Se hoje lançássemos um carro brasileiro – verdadeiramente nacional, poderia ser o melhor carro do mundo: “Ele custa demais sendo um carro produzido aqui” se fosse barato “Ele é barato demais, sendo barato, não deve prestar”, enfim, coloque qualquer atributo e a grande massa de brasileiros criticaria e viraria pontos negativos…. Assim acontece com qualquer fabricante que tenta fazer algo bom aqui… nem bolacha se salva! Eu peno para achar bolacha da Piraquê na minha cidade… é cara? É,. mas eu quero pagar 1 real a mais e levar algo infinitamente melhor para casa.

  • Davi Reis

    Lorenzo, eles não tem variação no comando de válvulas e ainda por cima, o comando é único. Como trabalharam o motor para tirar uma potência mais alta (mais de 130 cv para um motor 1.8 16V lançado em 2010 é um bom número), parece que deixaram a distribuição uniforme de torque e potência de lado. Ele é só um motor sem recursos mais atuais e com 4 válvulas por cilindro, ficando pra trás até do saudoso Tempra, que já no início dos anos 1990 tinha comando duplo na sua versão 8 válvulas. Acho que por isso ele é tão pouco elástico, e pelo visto, a Fiat ainda não planeja mudanças para ele, já que o Jeep Renegade vai ser equipado com esse motor na sua versão básica e nada de uma atualização nele…

    • Malaman

      Ela não é menos atual que o motor do Tempra por ter um só comando de válvulas e nem é um motor ruim por causa disso. A Renault usa um só comando para as 16 válvulas de seu motor 1.0, assim como a Honda usou também um só comando no motor do Civic por anos e eu nunca vi vocês criticarem esses motores por causa disso.
      Esse motor mesmo, o E.torQ, na época que a BMW estava vendendo a fábrica, um monte de gente sonhava com um marca nacional com esse motor, com motor de BMW etc. Daí quando a Fiat a comprou, da noite para o dia o motor passou a ser de uma grande maravilha para uma grande porcaria.

      • Davi Reis

        De maneira alguma, ele é um motor ruim por ser fraco em baixa e gastar de maneira incompatível ao seu desempenho… Te garanto que não foi da noite pro dia que o motor virou uma “grande porcaria”, se a Fiat tivesse realmente se dedicado a entregar um melhor desempenho, ele não seria tão mal falado. Já que você falou falou da Honda, ela nunca usou duplo comando, mas o VTEC não é referência a toa, não é? E sobre o motor Renault, a ausência de duplo comando ou variação é compreensível por sua faixa de preço e nos carros usados (bem leves) mas os modelos que usam o motor 1.8 da Fiat, ficam na faixa dos 55 e 60 mil reais. Não só são mais caros, como são usados em carros bem mais pesados.

  • Lucas Vieira

    Francisco, não é simples assim. Tenho o Uno, comprei por questão de preço mesmo, um up! equivalente custa uns 3k a mais, e os vendedores não fazem a menos questão de te vender o carro, acham que estão fazendo favor, na Fiat é outra história. Outro ponto também é que na revenda, pelo menos aqui em Minas, o Fiat é melhor, tinha um Uno quadrado, que ficou 2 dias na loja de usados e foi vendido pelo preço que pedi, já um Gol G4 que tinha, mesmo ano, ficou quase 1 mês…. e ainda vendeu por 500 a menos… Vai entender…

    Não tive um problema com o meu, está com 76.000 km impecável, então, longe de ser um carro ruim, ou de baixa qualidade, até porque se fossem não teriam valor nenhum no mercado de usados.

    P.S. Não sou FanBoy, hehe

    • Francisco Passarini Junior

      Tudo bem Lucas? Você tem razão com relação ao atendimento das concessionárias, eu mesmo tive muitos problemas ao ir conhecer o up!, com relação ao comércio, acho que é relativo, sou de São Paulo e aqui tanto os carros da Fiat, quanto os carros da VW, têm boa aceitação de mercado.

      Eu acredito que seu carro esteja com 76 mil km sem problemas, pois na verdade estas discussões automobilísticas sempre envolvem detalhes, a verdade é que nos dias de hoje não existem carros ruins, todos os carros são bons desde que bem cuidados, as discussões ficam apenas para os detalhes 😉

  • Pimentel

    Algumas coisas do seu comentário foram feitas por achismo:

    1- Já andei no Up! e seu ar-condicionado gela muito bem (melhor que muitos), e olha que foi em um dia quente de Recife. Até concordo com colocarem a saída de ar em cima, mas mais por estética do que outra coisa.

    2- A pequena parte de metal, na parte superior da porta, não queima ninguém, nem representa perigo ou algo do tipo. Entretanto, concordo que deveriam cobrir, pois muitos não gostaram, deveriam aplicar um plástico preto para evitar a “polêmica”.

    3- O Palio Fire não tem qualquer tecido nas portas, assim como Novos Sandero e Logan, Onix LT de quase 41mil (apenas o LTZ tem uma área pequeníssima de tecido no apoio da porta, e só!).

    Mesmo o Novo Palio tem apenas uma área pequena de tecido, mas que sequer abrange o apoio de braço da porta.

    4- Não concordo com um Gol sobre a NFS, o ideal é usar a MQB mesmo, garantindo mais espaço no cofre do motor, como também espaço interno. A nova geração do up! deve chegar também sobre a MQB, como foi noticiado ano passado. Esse rumor de “fim do up!” foi uma especulação de uma revista que virou um telefone sem fio (e sem fonte). A VW declarou, no ano passado, que a nova geração do up! precisaria ser maior, salvo engano, possivelmente poderia utilizar câmbio de dupla embreagem. O Tiguan foi engavetado e, provavelmente, a NFS não terá grande futuro, infelizmente.

    De resto, concordo com os demais pontos, mas o único que realmente teria uma relevância mercadológica é o de oferecer um motor com maior potência.

    • Ilbirs

      1) Como disse antes, já dirigi um up! com o ar ligado e ao menos na vez que dirigi ele parecia estar refrigerando bem (era verão em São Paulo, verão esse que estava com calor desértico). A sugestão que dei preservaria o lançamento permanente de ar frio para cima (que desloca o ar quente para baixo) e apenas acrescentaria a opção de saídas de ar controláveis que sopram ar para a frente. É esse tipo de refrigeração interna que há no Grand Siena:

      http://quatrorodas.abril.com.br/galerias/imagens/120321_grand_17.jpg

      E também no RAV4 da atual geração:

      http://www.blogcdn.com/www.autoblog.com/media/2013/04/23-2013-toyota-rav4-review.jpg

      Logo, como se observa, não seria a perda da saída de ar que sopra ar permanentemente para cima, mas sim o acréscimo de duas saídas que sopram ar para a frente e são direcionáveis. Observe-se que no caso específico do Grand Siena, ele tem esse recurso, que não está nos irmãos de plataforma Uno, Palio e Fiorino. Logo, vamos considerar que é possível mudar essa saída única de ar para um módulo que tenha saídas móveis assoprando para a frente e a saída que assopra para cima;

      2) Sobre o metal exposto, vamos também lembrar que uma forração integral de porta também preveniria eventuais arranhões de pintura causados por unhas que encostam de algum jeito na pintura. Logo, poderia evitar problemas de funilaria;

      3) É claro que o Palio Fire não tem qualquer tecido na porta, mas forração integral de porta não significa que ela tenha de ser feita de tecido (como seria em um Corsa B), mas sim que é um forro de porta que cobre integralmente o estampo interno da porta, podendo ser feito de plástico (como é na maioria dos carros de hoje, independente do tamanho). A forração do up! é parcial, mas nada impediria que ela se tornasse integral, tal qual vemos no Palio geração 178 dos dias atuais, sendo que este era um carro que naquele distante 1996, em sua versão básica, tinha uma área de lata exposta em seu interior maior que a atualmente vista no up!;

      4) Sobre que plataforma o próximo Gol deva ter, os rumores que li também dão conta de ser a MQB. Porém, imaginando um mesmo comprimento sendo usado por duas plataformas diferentes, é de se imaginar que essa medida sendo ocupada pela NSF (pensando-se aí nas dimensões básicas de um Gol) reverteria em mais espaço interno para o modelo em questão em comparação com a MQB.
      Por que digo isso? Pela surpresa que tive ao entrar em um Golf VII e notar o quão alto é o túnel central dele. Acabei ficando menos empolgado com a MQB ao conhecê-la melhor justamente por causa dessa característica bastante invasiva. Na NSF o túnel é mais baixo, o que permite reverter em mais espaço.

      Ainda sobre a NSF, a constatação de que ela poderia gerar um Gol está no fato de as dimensões do Taigun, à exceção da altura (uma vez que este é SUV) e largura (uma vez que este só é mais largo que o up! por ter mais bitola). Logo, considerando o fato de que é uma base com balanços pequenos, o comprimento de um Gol NSF (imaginando-se que fique mais ou menos como o do atual) acabaria sendo mais bem aproveitado que o de um MQB pelo fato de que poderíamos esperar mais desse comprimento sendo dedicado ao habitáculo. Além do tal problema do túnel alto, há a questão de que a MQB sempre terá balanços maiores que os da NSF.
      E aqui, considerando o fato de que um Gol é mais largo que um up!, poderíamos supor que desse para alargar um pouco a NSF, a exemplo do que é possível na MQB, para que ela desse guarida ao novo modelo. Em tese um novo Gol NSF, com balanços dianteiro e traseiro bem pequenos, também poderia ser fabricado na Índia, enquadrando-se mais facilmente na lei local dos quatro metros, que acaba favorecendo modelos que tenham balanços pequenos, como o caso do Hyundai Xcent:

      http://www.hyundai.com/wcm/idc/groups/sgvehiclecontent/@in/documents/sitecontent/mdaw/mdcz/~edisp/img_xcent_gallery_1.jpg

      A lei de lá não especifica o tipo de carroceria que o veículo tem de ter para obter as benesses, mas observe-se que o Xcent é bem superior em execução do que o Mahindra Verito Vibe, nada mais que um Logan da geração passada com a traseira cortada e que sequer tem tampa traseira hatch ou capacidade de rebater o banco traseiro:

      http://www.cartoq.com/wp-content/uploads/2013/07/mahindra-verito-vibe-profile-photo.jpg

      http://static.zigwheels.com/media/content/2013/Jun/mahidnra-verito-vibe-boot-rear-pic-3_560x420.jpg

      http://static.zigwheels.com/media/photogallery/2013/Jun/mahidnra-verito-vibe-boot-rear-side-profile-main10_640x480.jpg

      O mesmo podemos dizer do futuro Ford Figo, que nada mais é que nosso Ka+ também com cauda amputada (ainda que tenha proporções que lembram as do antigo Mazda 121 e tenha ficado menos esquisito):

      http://park.shifting-gears.com/wp-content/uploads/2014/09/figo-sedan.jpg

      Convenhamos que a Hyundai aproveitou bem melhor o livro de regras em questão do que a Mahindra e a Ford: em vez de considerar a lei em questão como um estorvo, resolveu ver o que daria para fazer baseando-se nela, com os benefícios em acomodação de componentes e ganho de espaço interno e de bagagem para determinado comprimento devido aos balanços menores sendo perfeitamente transplantáveis para outros países, gerando benefícios também a esses, mesmo que não tenham uma lei especificando um determinado comprimento para abatimento fiscal.
      Logo, um carro maior que o up! feito sobre a NSF teria a vantagem de, graças aos menores balanços, poder aproveitar mais de seu comprimento com habitáculo e bagagens. Observe-se que no Brasil já se conseguiu um porta-malas bem maior que o do up! europeu (e com direito a abrigar estepe de tamanho integral). Logo, um hipotético Gol NSF poderia passar dos 300 l de bagagem sem maiores problemas, enquanto outro hipotético Voyage NSF acabaria tendo mais vantagem ainda nesse campo (podendo inclusive ter uma opção de balanço traseiro curto para se enquadrar na lei indiana e outra com balanço mais longo para venda no resto do mundo).

  • DJUNIOR

    Olha, sobre a suspensão no caso do meu pai que teve um Way 1.4 tirado 0-km em 2012, ela serviu bem para ele, que não comprou o carro para exibir à vizinhança do prédio. Usou o carro para trabalhar até surgir dinheiro suficiente para uma Hilux 2008 diesel e automática (que desde o ano passado que está com ele). Acho que o caso do Uno Way ele serve tanto para aquele motorista que usa o carro como meio de trabalho (pegar estradas maltratadas em um Uno é comum, diga-se de passagem), tanto para aquela estudante universitária que o comprou por achar bonitinho (nada de preconceitos, pois eu acho o carro bonito, só que negligenciado pela marca)… Ainda naquele 2012 peguei esse Uno 1.4 em questão e resolvi dar aquela esticada na rodovia com o meu pai de carona, além de ser apertado para o passageiro dianteiro direito (tenho 1,78 m), o câmbio é ridículo de curto, deixando o motor girar nessas 4200 rpm a 120 km/h reais, mas com a “vantagem” de poder sair em segunda marcha sem parecer que vai explodir o motor com aqueles ruídos comuns da detonação do combustível…

    • Rogério Ferreira

      Peque o mesmo Uno Economy 1.4 e sinta a diferença… É outro carro!

      • DJUNIOR

        Quando vier a oportunidade irei fazer o teste, porque apenas lendo avaliações sobre ele já tive uma boa 1ª impressão sobre ele. O problema é se o Evolution teve o câmbio longo cortado dos extras dele em relação ao Way…

  • DJUNIOR

    O carro do meu pai tem e só eu usei umas duas vezes perdidas.Eu uso mais pen drive, cartão SD ou o auxiliar, mas como o dele não tem a última e a segunda é usada pelo GPS, fico na USB mesmo…

  • Pimentel

    Se você é incapaz de perceber diferenças na performance, espaço interno, consumo, entre outras coisas, entre um Palio 1.4 e um Onix 1.4, realmente fica difícil a situação. Não que o Onix seja uma Brastemp, mas ao não perceber diferenças entre os dois demonstra que é um leigo ou muito passional.

    Esse Palio 1.4 anda consideravelmente menos que o Onix 1.4, difícil não perceber a diferença. Outra coisa, ao recuar o banco dianteiro no Palio, o espaço para joelhos atrás fica ínfimo, ao contrário do que acontece com o Onix, que ainda conserva um espaço coerente para joelhos. No mais, Palio e Onix se equivalem no acabamento, com ligeira vantagem para o Palio, por possuir uma área de tecido nas portas, coisa que o Onix 1.4 LT não possui.

    • Malaman

      Difícil é tentar dialogar com pessoas com posições como as suas, preconceituosas. O que ele falou é verdade, os carros são equivalentes. Equivalentes não significam ser iguais, significa que um pode ser melhor que o outro em determinado aspecto, mas em compensação é pior em outro, de modo que ao se considerar o todo os dois se equivalem. Deveria pensar um pouquinho mais para entender isso.

      • Pimentel

        Na verdade, a colocação dele foi bem clara, ao afirmar que NÃO VIU diferenças entre todos esses aspectos, ou seja, demonstrou pouco conhecimento e senso crítico ou apenas foi passional.

        E o que falei foram fatos, existem sim muitas diferenças entre os carros citados, basta dirigir ambos. O Onix 1.4 acaba sendo melhor, mas também é mais caro. Resumindo… Não se equivalem.

        Entretanto, o Onix é mais caro e bate de frente com o Palio 1.6, aí sim são equivalentes em qualidades e defeitos.

        Por fim, você que deveria prestar atenção e pensar antes de digitar, pois acabou falando bobagens.

  • Sobre um carro 1.0 com acabamento e qualidade, e acessórios, já tentou dirigir um HB20 1.0 no uso? É realmente surpreendente este carro. Minha namorada comprou um no começo deste ano.Um degrau abaixo do topo de linha 1.0, ou seja, tem tudo menos pisca no retrovisor, rodas de liga leve e faróis de neblina. No geral, eu diria que é um carro excelente. O preço à época foi de 37.500 por um branco. Trio elétrico, direção, ar-condicionado, som com controles no volante… e motor 1.0 de 3 cilindros. O câmbio e a dirigibilidade eu diria que se compara a um VW, só que mais macio! Realmente bom!

    • CorsarioViajante

      Também fiquei surpreendido com o HB20. Gostaria de saber mais sobre o consumo do 1.0, me parece que o up! é mais econômico.

  • Pimentel

    Já tive muitos carros e nunca vi essa diferença de 30%, talvez os carros do século passado fossem assim. Hoje em dia, a modificação no desempenho existe, mas é bem pequena.

    E qualquer pessoa que já alugou um Novo Uno 1.0 sabe que o carro é bem fraco em desempenho, é preciso pisar mesmo e fazer muitas trocas de marcha para que ele ande alguma coisa. Infelizmente, esse motor está fazendo hora extra.

    Não é um carro que dá prazer ao dirigir, o motor é muito fraco, áspero, o câmbio não é bom, a posição de dirigir não é das melhores, o isolamento acústico é ruim(nessa versão deve estar melhor), a direção é pouco comunicativa. Não é um carro para entusiasta, mas sim para a geração Iphone, que deve achar o máximo esse computador de bordo com tela grande, essas lanternas traseiras bem “moderninhas” e esse painel mais chamativo, com uma tela de som enorme, mas que só acende metade.

    • CorsarioViajante

      Também acho que existe exagero nessa de “amaciar”. Andei com dois Unos 1.0 alugados e ambos eram sofríveis, a despeito da enorme diferença de quilometragem.

  • Malaman

    Grande coisa, se comprar um VW com opcionais, o preço sobe e continua sendo um VW. O mesmo com Toyota, com Audi, ou até mesmo com carros mais sofisticados.

  • Belo relato!
    Valeu!

  • André K

    O BT é ótimo para se poder atender uma ligação com relativa segurança. No meu carro de uso diário adquiri um rádio (apenas rádio mesmo) de marca boa com BT e está ótimo.
    A central mutimídia do painel é muito mais barata se for aftermarket e a eliminação dos cabos do GPS no painel compensa muito o investimento.

    • CorsarioViajante

      Já eu acho que o ideal é ter instalado de fábrica, ainda que mais caro. Na maioria das vezes os equipamentos aftermarket são instalados com muito chute e pouca técnica, o que pode prejudicar a eletrônica, cada vez mais presente.

      • André K

        É só acompanhar a instalação presencialmente. Os carros já vêm preparados para som e é praticamente só plugar e fixar. Para o microfone, eu solicitei que fosse utilizado o próprio suporte que veio com o rádio e fixado acima da coluna de direção, de modo que não fosse necessário descolar nenhuma forração ou acabamento da coluna A do motorista. Ficou ótimo. Para ser bem franco, eu mesmo ia instalar, só não o fiz porque era um domingo e tanto o conector da antena do aparelho quanto o do carro eram fêmeas… precisaria de um adaptador mas quem disse que se acha isso num domingo?

    • DJUNIOR

      GPS, quando uso, é o original do celular mesmo que é bem prático (o HERE maps e o Drive da Nokia são ótimos nisso), me fazendo deixar de lado os originais do carro (que além de não serem muito precisos, você demora a colocar um endereço nele). Nesse ponto, sou meio que “das antigas” quando o assunto é multimídia num carro.

  • André K

    Toyota GT86, Mazda Miata…
    Concordo, sempre vão existir! Mas, na proporção de entusiastas que existem no mercado, ou seja, a minoria. Sem nenhum juízo de valor nessa frase.

  • Luiz_AG

    Também gosto Corsário, mas o que acontece hoje é que o comprador chega na loja perguntando se tem Bluetooth e central multimídia como se estivesse comprando um tablet. Pouco importa se o carro é agradável ou não. Eu não gosto dos Fiat atuais. Com exceção do Linea, que me agradou muito, os demais são carros feitos para o passageiro.

  • Luiz_AG

    “Um degrau abaixo do topo de linha 1.0, ou seja, tem tudo menos pisca no retrovisor, rodas de liga leve e faróis de neblina.m degrau abaixo do topo de linha 1.0, ou seja, tem tudo menos pisca no retrovisor, rodas de liga leve e faróis de neblina.” ” Trio elétrico, direção, ar-condicionado, som com controles no volante…”
    Mais ou menos isso que eu diria Corsário. Hoje se vende o carro pela lista de acessórios. Daniel, nada errado com isso, só peguei como exemplo.

  • CorsarioViajante

    Não entendo nada de elétrica, não teria como avaliar. Mas quem entende é mesmo uma boa alternativa, ou melhor ainda como disse, fazer você mesmo.

  • Marlos

    Nada a ver… Argumentação fraca…

  • Fat Jack, bem lembrado do 6-marchas! abraço.
    PK

  • Danilo Lopes

    Tenho um Sporting, é a mesma coisa que o Eseence, mas com rodas maiores, suspensão enrijecida e um pouco mais baixa e relação de marchas mais curta…

    Abri mão de um New Fiesta Titanium por este carro tamanha a diversão que tenho nele… Acredito que o Palio com esse motor 1.6 16v seja um carro divertidíssimo.