Coluna 4514  5.nov.2014  rnasser@autoentusiastas.com.br

 

Antigamente automóvel se dividia em poucas versões: sedã, cupê, station – ou camioneta. Depois tipo jipe e picape pequeno. Agora, o leque se ampliou. Por razões de mercado mudou a morfologia, criando o SUV, Sport Utility Vehicle, veículo utilitário esporte, com andar tentativamente confortável, e habilidades superiores em serviços duros. Inspiraram-se no Jeep station wagon – no Brasil dita Rural, pioneira na especialidade. Conteúdo como a tração nas quatro rodas foi mantido, e a decoração espartana foi incrementados em confortos e implementos de veículos de luxo.

O desenvolvimento dos sistemas de tração, o surgimento do diferencial intermediário, o uso da eletrônica, tornou seu uso mais amigável e fácil.

Houve, também, a mudança de óptica quanto ao uso dos sistemas de tração. Antes apenas de engranzamento constante, ou acionando-se o eixo dianteiro, sempre com câmbio manual, os novos usuários não precisavam de tal adjutório no dia a dia sobre asfalto. Daí, o sistema para fazer força, arrancar toco, descer à grota, carregar transformador elétrico morro acima, tornou-se, pela falta de uso, componente desnecessário e caro.

SAV

A BMW, ao lançar o X3, em 2003, identificou-o em novo conceito, o SAV, acrônimo de Sport Activity Vehicle. Na prática o parágono de dinâmica esportiva, interior Premium, robustez, agilidade, e baixos consumo e emissões. A princípio visto como mero carimbo publicitário, o tempo cuidou de mostrar as diferenças com os SUV, incluindo outra medida, a relação entre tamanho externo e área interna. Ou seja, quanto mais compacto, usável diuturnamente e versátil, mais adequado ao rótulo.

O SAV, ao contrário do SUV, não é feito para puxar trailer, barco, rebocar, andar off road,deslocar tralha pesada, nem tem grande altura livre do solo.

Com tais diferenças visuais e de aplicativo, o sonho dos projetistas do SAV é tê-lo visto pela clientela como SUV, como ocorre. Sujeito compra um monovolume mais alto e com partes pintadas em preto, e se sente poderoso, como se dirigindo Land Rover 90 na selva amazônica.

Jipinho?

No Brasil a imprensa simplifica e público trata qualquer versão de monovolume com maior altura do solo como jipinho, mesmo sem qualquer habilidade intrínseca. Jeep é do departamento de valentia, um dos poucos a criar caminho novo na história do automóvel, e jipinhos nacionais aí não se enquadram.

Assim, se lhe interessa compra de um destes veículos, verifique a ficha técnica para saber se a tração é para trabalho ou apenas uma questão de dirigibilidade em pistas molhadas e piso irregular. Se é um Jeep enfeitado como automóvel, ou automóvel querendo parecer Jeep por decoração e suspensão elevada.

 

TR4  Mundo do automóvel: SUV ou SAV? TR4

SUV – carro de ir

 

Foto Legenda 02 coluna 4514 - EcoSport  Mundo do automóvel: SUV ou SAV? Foto Legenda 02 coluna 4514 EcoSport

SAV – apenas sugere poder ir

Outro goiano, o Lancer

Após importar e vender para formar frota para manutenção e torná-lo conhecido, a MMCB empresa nacional fabricando Mitsubishis em Catalão, GO, iniciou produzir o sedã Lancer no país. Período permitiu desenvolve-lo às peculiaridades locais – piso e gasolina.

Bem formulado – motor em alumínio, 2 litros, quatro cilindros, 16V, 160 cv e importantes 20 m·kgf de torque. Tração frontal nos modelos básicos e total no GT, cinco marchas manuais ou seis virtuais pela caixa automática CVT, comando por alavanca no piso ou sob o volante. Suspensão independente nas quatro rodas, McPherson frontal e multibraço na traseira. Cuidada administração de espaços, incluindo dobradiças pantográficas no porta-malas, para não subtrair espaço à  bagagem.

Atrativo interno, sistema multimídia e tela de 18 cm. E sensores para chuva e acendimento dos faróis, controle de áudio no volante, ar-condicionado automático. Nove bolsas de ar, ABS de quatro canais, BAS como auxiliar de freios, carroceria absorvedora de impactos.

É o mais novo e o mais nacionalizado dos Mitsubishis, pois motor agora tem partes feitas na planta de Catalão. R$ 1B aplicados em implantar fundição, e nova pintura dobrando a capacidade produtiva a 100 mil unidades/ano entre picapes L200 Triton, SUVs Pajero TR4, Dakar e crossover ASX.

Lancer goiano tem coragem ao uso de rodas em liga leve com 18” e pneus 215/45. Seu flanco, uns 9,5 cm de altura, andará na fina linha separando charme visual e as possibilidades de danos e cortes em nossa vergonhosa malha urbana e rodoviária. Garantia de 3 anos, sem limite de quilometragem.

 

Quanto, em R$
Lancer 2,0 MT66.490
Lancer 2,0 CVT72.490
Lancer 2,0 GT84.990
Lancer GT AWD97.490

Curiosidade

Fazer o carro em Catalão, sem os custos dos importados — cara e burocrática logística de vir do Japão ao Goiás, pagar 35% de imposto de importação e mais os 30% de IPI adicionais, não reduziu o preço ao consumidor.

 

Foto Legenda 03coluna 4514 - Lancer GT  Mundo do automóvel: SUV ou SAV? Foto Legenda 03coluna 4514 Lancer GT

Mitsubishi Lancer, goiano, preço do importado

Salão, ainda

Negócio – A fim de ser revendedor de marca pequena e elegante? A DS, antes divisão da Citroën e agora marca própria, busca nomear distribuidores nas principais capitais — São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte e Brasília.

 

Foto Legenda 04 coluna 4514 - DS 6  Mundo do automóvel: SUV ou SAV? Foto Legenda 04 coluna 4514 DS 6

DS 6, ex-Citroën, marca e rede próprias

Caminho – Jörg Hoffmann, presidente, garantiu ser flex o motor 1.4, turbo, injeção direta, a utilizar no SAV Q3 a partir de 2015 quando ambos produzidos na Brasil. Motor em São Carlos, SP, Q3 no Paraná, em fábricas da Volkswagen.

 Credo – Hoffmann, mandado para fazer mercado, e François Dossa, da Nissan, dobrar participação e alcançar o primeiro posto em qualidade, exudam tratar o negócio como a tropa de elite e seu dístico: missão dada, missão cumprida.

Na cola – Mercado tem maior briga no segmento médio Premium, entre Audi A3, BMW Série 3 e Mercedes C, marcas vendendo umas 12 mil unidades em 2014. Número indica crescimento. Mercedes 25% segundo Dimitri Psilakis, diretor. No geral mercado cairá uns 9%.

Entusiasmo – Apresentação mais entusiasmada do Salão foi a do Jeep Renegade, por Sérgio Ferreira, diretor geral da marca. Avisou, será líder — ultrapassando Ford EcoSport e Renault Duster. Disse, a Jeep redefinirá o segmento no Brasil e, para tirar dúvidas, enfatizou “não tem p’ra ninguém.”


RODA-A-RODA

Mudança – Processo de defenestração de Luca di Montezomolo da condução da Ferrari se desdobra: à FCA, união de Fiat, majoritária no controle da Ferrari, e Chrysler, decidiu levar a Ferrari à situação anterior, de empresa independente, fora da FCA.

A público – Lançará em bolsa 10% das ações Ferrari para captar US$ 1,5B; emitirá ações para obter US$ 2,5B; distribuirá restante aos acionistas da FCA, exceto os 10% pertencentes a Piero Lardi, herdeiro de Don Enzo e  novo presidente da empresa. Ferrari, extremamente rentável, é atrativo investimento e charmosa aplicação.

Mico caro – Hyundai e Kia pagarão US$ 350M – uns R$ 800 – para encerrar investigação do governo dos EUA a respeito de dados falsos de consumo dos carros da marca. Lá, jogo duro quanto a consumo, de carona, emissões.

Mais – Após tímida entrada no país, marca Lexus, Toyota de topo, quer ampliar negócios, com NX novo SAV compacto. Mira assemelhados alemães VW Tiguan, Audi Q3, BMW X3. Motor 2-litros, 16V, injeção direta, 238 cv, caixa automática de seis marchas. Entre R$ 200 mil e R$ 230 mil. Projeta vender 600 unidades em 2015. Concorrentes, 20 vezes mais.

Profissional – Lastreado, respeitado, do ramo – foi da Petrobrás na nacionalização dos equipamentos de perfuração, e do governo federal à abertura das importações, presidente da Ford —, Antônio Maciel Neto, agora nº. 1 do grupo Caoa, defende a manutenção do IPI reduzido. Sem choro argumenta, seria compensação à queda do mercado em 2014.

Vermelho – Até setembro Ford perdeu US$ 975M na América do Sul. Problemas foram em seu maior mercado, o Brasil: baixo desempenho da economia e interrupções pela Copa do Mundo e eleições; Argentina e Venezuela, em credo comum, também perderam atividade.

Atestado – Inmetro, de metrologia, certificou o Centro Tecnológico da Mahle Metal Leve em Jundiaí, SP. O laboratório, um dos 10 da empresa no mundo, desenvolve anéis de pistão, camisas de cilindros e filtros para motores flex.

Imagem – Pirelli, de pneus, é marca favorita aos homens no Brasil, diz pesquisa Folha Top of Mind, com 46% das indicações. Vista por patrocínios esportivos, bons produtos, institucionais — como manter o monumento ao Cristo Redentor, Rio de Janeiro —, e equipar metade dos automóveis e SUVs nacionais.

História – 85 anos no Brasil; ligada aos resultados de corridas com os carros nacionais nos anos 1960, com o pneu Cinturato, primeiro radial aqui produzido, divisor de águas em comportamento.

Mudança – Diz portal PIA, Intercar, tradicional (desde 1962) revenda carioca de automóveis Mercedes-Benz, foi comprada pelo grupo AB Paulo Simões, com bandeiras VW, Nissan, Volvo, Honda e GM. Ao nome acrescerá prefixo AB; manterá loja em Copacabana e oficina em São Cristóvão. Novo showroom possivelmente no Leblon.

Festa – MAN Latin America, dos caminhões e ônibus Volkswagen, comemora 18 anos de fábrica em Resende, RJ. Pioneira, nela aplicou o Consórcio Modular, sistema produtivo com fornecedores trabalhando na linha de montagem.

Mais – Responsável por 65% da receita do município, a presença da MAN, então Volkswagen, viabilizou ida de outras fabricantes e empresas no entorno — PSA Peugeot Citroën, Nissan, e futuramente Jaguar Land Rover em Itatiaia.

Mudança – Fortaleza aplica sete ônibus articulados em corredor exclusivo Antônio Bezerra/Centro. Mercedes-Benz, a exemplo de Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Vitória, Curitiba e Porto Alegre. Tem 67% do mercado de ônibus no Brasil.

Incentivo – Fenabrave, entidade dos revendedores autorizados, e Caixa Econômica, fecharam ação de vendas. Correntistas têm crédito pré-aprovado, pagamento pós-Carnaval, juros de 1,35% a.m. (17,4% a.a.) e 36x. Até final do ano.

Enzima – Neste mês promove o Salão Auto Caixa, na rede revendedora. Último, em setembro, fomentou vendas em 18%. Tático, Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave, não calcula impacto sobre vendas de varejo ou danos do aumento dos juros e a inflação do medo. Ação interessa às duas partes.

Também – Banco do Brasil, também oficial, busca ampliar-se na área. Oferece aos clientes BB Estilo, de maior renda, financiamento em até 60x, juros a partir de 0,79% mensais (9,9% a.a.), primeira parcela em 180 dias, troca com troco… Momento atual sobra dinheiro, faltam clientes.

Mercado – Querem navegar no barco da reação, findas eleições, com 13º. salário, desconto de IPI até o final do ano – e mostrar resultados ao novo de novo governo federal.

Expansão – Outra fábrica do atrevido Grupo Randon: Araraquara, interior paulista. Crê no futuro e atacará dois mercados: semi-reboques canavieiros e vagões ferroviários. Início de produção em 2016. Governo paulista concedeu incentivos e fará ligação rodoviária à área, fazenda com 122 ha.

Fim – Após 26 anos acabou a TAS, Torcida Ayrton Senna. Família sem interesse em apoiar, pediu o imóvel da sede. Acervo à venda, R$ 100 mil.

Enfim – Felipe Nasr, brasiliense, chegou à Formula 1. Estará na equipe Sauber. Nasr é melhor que o team, mas era a única opção. Tem talento para acertar o carro.

Gente – Boris Feldman, jornalista, desafio. OOOO 35 anos no Estado de Minas, onde colocou o caderno Veículos em liderança nacional, vai-se ao jornal Hoje em Dia. OOOO Razões desconhecidas. Mercado diz, dificuldades financeiras do grande jornal mineiro atrapalham o presente, arriscam o futuro. OOOO

 

Depois do Renegade, um picape Fiat em Pernambuco

A Fiat construiu, mas será uma das inquilinas do novo espaço industrial em Goiana, PE. Entre moldar o projeto e demarrar a atividade industrial, assumiu a corporação Chrysler, unindo-se sob a razão social FCA. Tantas alterações reformataram o projeto para produzir veículos das marcas associadas.

O pioneiro é o Renegade, menor na família Jeep, marca também absorvida por ser da antiga Chrysler LLC. Logo após, um modelo Fiat.

Não é apenas adicional endereço fabril, mas iniciativa corajosa, grande, ampla, cara em seu investimento de R$ 4B, parte de projeto de políticas públicas de dispersão das atividades industriais a outros estados. Jeeps já foram montados em Jaboatão, PE, no distante 1965, pela então detentora da marca, a Willys-Overland.

O ampliar do leque industrial muda a feição do empreendimento. Não será unidade fabril adicionando produção à marca Fiat mas, em nova óptica, ao raiar do próximo ano resgatará e implantará duas marcas com pegadas no país, a citada Jeep e Dodge/Chrysler.

O espaço em Goiana, próximo ao porto de Suape, facilita importar insumos e exportar veículos, segue a vitoriosa estratégia da Fiat em atrair fornecedores ao seu entorno — sob seu teto. A grande área de 12 milhões de m² — 12 km² ou 3 km de frente com lateral de 4 km, recebeu 12 galpões para 17 fornecedores-parceiros, operando a logística de produção ou finalização de componentes ao lado das linhas de montagem de veículos. Reduz custos, fortalece parceria, escapa dos problemas da entrega de componentes.

Capacidade industrial plena será de 250 mil unidades/ano — quatro vezes a soma da Audi, da Mercedes, em implantação, e da BMW em início de operação.

Quanto aos produtos, o pequeno Renegade foi apresentado como próximo líder do segmento. Opções de motores 1,8 flex, 2-L turbodiesel, câmbios manual de 5 marchas ou automático de seis e nove marchas, e diferenças no padrão decorativo. Sucesso no Salão do Automóvel, quer reescrever a história do Jeep no Brasil e transformar a linha de produção pernambucana em base de exportações à América Latina.

Segundo produto terá marca Fiat. A empresa resolveu focar nos picapes, sua área de maior competência e liderança, com novo modelo, situado no espaço vago entre o líder Strada e os picapes médios. Motorização diesel fornecida pela associada FPT, tração dianteira, focando em mercado de entrega urbana e aplicações em asfalto.

Quem foi ao Salão o viu, mascarado sob a capa de um sedã/cupê apresentado como FCC 4. Sob as linhas instigantes está a plataforma do novo picape, com 5 m de comprimento e 2 m de largura.

 

Foto Legenda 05 coluna 4514 -Fiat FCC  Mundo do automóvel: SUV ou SAV? Foto Legenda 05 coluna 4514 Fiat FCC

Depois do Renegade, no quatro trimestre Fiat terá picape grande. Aqui, escondido sob a roupa de sedã/cupê

 

RN

A coluna “De carro por aí” é de total responsabilidade do seu autor e não reflete necessariamente a opinião do AUTOentusiastas.

 

 

Sobre o Autor

Roberto Nasser
Coluna: De carro por aí

Um dos mais antigos jornalistas de veículos brasileiros, dono de uma perspicácia incomum para enveredar pelos bastidores da indústria automobilística, além de ser advogado. Uma de suas realizações mais importantes é o Museu Nacional do Automóvel, em Brasília, verdadeiro centro de cultura automobilística.

Publicações Relacionadas

  • Fat Jack

    Eu particularmente gosto muito do Lancer, sua posição para o motorista para a meu ver beira a perfeição (com acento um pouco mais baixo e o volante próximo a altura dos ombros do motorista), não me incomodo com o fato de seu design ter uma certa idade, ele me parece ainda bonito e atual, se fosse ter um teria de “remar contra a maré”, pois teria certamente um com câmbio manual (escolha essa que possivelmente me faria tê-lo como companheiro por um bom tempo, pois o mercado não “aceita” mais sedans médios com câmbio manual).
    Isso não me impede de dizer que era esperado (pra quem quer causar alguma reação no mercado – haja visto a pequena aceitação do carro até hoje) um preço menor, para poder chamar a atenção pra si numa categoria tão disputada, acho que um “valor de partida” na casa dos $60k seria o ideal, ou seja +/- 10% abaixo do sugerido. Com o preço atual a Mitsubishi na ânsia de recuperar o investimento pode “queimar a língua no mingau” e ficar sem sentir o gosto do restante…
    Pneus: há concorrentes do Lancer no mercado com pneus 205/50 e 225/45 (salvo engano: Sentra e C4) – ou seja, praticamente com a mesma medida de “ombro” (visto que ele usa 215/45) e confesso não me lembrar deles terem recebido críticas a esse respeito…
    A propósito, o Ae bem podia fazer um teste com a versão manual dele hein…

  • Lemming®

    Tradução do Mit…60+/-%…de lucro?

  • André Batista

    Goiana não é tão próximo a Suape, a distancia entre Ipojuca cidade onde é o porto de Suape e Goiana é de 111 km. Como a maior parte da rodovia BR101 passa por dentro das cidades entre os 2 pontos o transito é sempre congestionado. O Governo federal em parceria com o governo estadual ficaram de fazer um anel rodoviário para melhorar o transito e melhorar a logística para o polo automotivo de Goiana, mas não sai do papel.

  • jrgarde

    O EcoSport terá a vida dificultada com o Renegade. Vi no salão e gostei, mas o preço pode determinar o sucesso.

  • carlos

    Se de hoje em diante, cada um metido a jornalista resolver batizar os veículos utilitários como bem entender, nem sei como vai ficar…

  • Fabio

    Alguem sabe do que se trata esta TR-4 com frente de ASX, na primeira foto do texto?
    Seria apenas uma montagem, ou uma futura reestilização?

  • MrBacon

    Essa foto do Mitsubishi TR4 é de alguma montagem, essa frente do ASX aí ficou bisonha.

    • RR

      Eu achei legal …

  • Eduardo Silva

    Tenho esse aí que você falou, com câmbio manual. Os pneus já estão na metade da vida e sem nenhum problema, não acho o carro duro por causa disso. A estabilidade é impressionante. O maior defeito é o custo, 1000 reais cada pneu, pelo menos.

    Também gostaria de ver um teste aqui, mas parece que a Mitsubishi não disponibiliza carro para teste.

    Eu e minha mulher fomos de São Paulo a Buenos Aires via Uruguai com ele e foi só alegria, mesmo em um dia em que dirigi por 16 horas não chegamos com o corpo doendo – cansados sim. Também fui para Bonito/MS e apesar do carro não ser bom para andar na terra – principalmente pela largura dos pneus que o fazem deslizar muito, foi impecável.

    Acho um excelente carro. E tenho a impressão de que vai demorar muito para me dar qualquer dor de cabeça.

    • RR

      Eduardo
      Como é o atendimento nas concessionárias?
      São atenciosos? Há falta de peças?
      Acho lindíssimo esse carro e tenho vontade de comprar um ….
      Abs.

  • Breno Fredrich

    Vai rolar quando um “No Uso” com o Lancer MT?

  • Lauro Agrizzi

    Definição de SUV e SAV é fantástica. Concisa, precisa,real.

  • Eduardo Silva

    Até agora, feitas 5 revisões, o atendimento está excelente. Sobre falta de peças não eu não poderia dizer porque nunca precisei.