Acho que essa pergunta muitos, talvez a maioria, que pensam em comprar um carro, novo ou usado, se fazem: manual ou automático? Afinal, é notório que o número de ofertas de carros com câmbio automático vem aumentando significativamente nos últimos cinco anos. Alguns, como o Focus sedã, nem manual tem.

Para complicar, no bom sentido, os automáticos se apresentam sob a forma do automático tradicional, variação contínua (CVT) e robotizado, este do tipo de uma embreagem ou duas. Todos funcionam muito bem.

Claro, quem pensa em automático considera o fato de não precisar ficar passando marchas, o que significa um carro sem pedal de embreagem. Não só evitar um trabalho em si ao dirigir, como, e principalmente, gozar de maior comodidade no tráfego denso que se torna a cada dia mais comum nas grandes cidades brasileiras e até em algumas médias.

Também. aqueles que por um motivo ou outro não dominam, ou nunca dominaram, a arte de dirigir imaginam, com razão, que não ser necessário ficar trocando marchas manualmente lhes será de grande valia.

E não é só o trocar marchas em si, há a questão de entender o funcionamento do motor diante das trocas de marchas.

Tudo isso é atrativo e se justifica no câmbio que “muda de marchas sozinho”, basta colocar a alavanca seletora em D (drive) e acelerar.

Há outros atrativos, um objetivo e outro subjetivo. O objetivo é um fato que se vem observando, os carros manuais se desvalorizarem mais diante de modelo igual porém automático; já o subjetivo é o automático representar status, tipo “carro manual ser carro de frota”.

Claro, como nada que se vende é grátis, a comodidade do câmbio automático, qualquer que seja o tipo, tem preço, que vai hoje de 2.500 reais para um robotizado de uma embreagem a 5 mil reais para um automático tradicional ou robotizado de duas embreagens.

Há também a questão normalmente esquecida quando o carro é novo, que é o custo de manutenção e reparos dos automáticos ser maior — às vezes bem maior — do que os manuais. É como com os carros híbridos de tomada e elétricos, abstrai-se do fato de que o preço da bateria de íons de lítio pode chegar a um-terço do valor do carro e que baterias têm vida útil em termos de ciclos de descarga/carga. Enquanto novo, tudo bem.

Por seu lado, tudo o que se aprendeu dos câmbios manuais pode ser esquecido.  Funcionam admiravelmente bem por centenas de milhares de quilômetros, não dão defeito como arranhar marchas e, principalmente, o engate de marchas é surpreendentemente leve e preciso, graças em grande parte ao comando a cabo. Usam-se os dedos para trocar marchas, não mais a mão.

Ao uso muito fácil do câmbio junta-se o que há, ou havia, de mais trabalhoso nos câmbio manuais, que é o uso da embreagem, hoje facilitado por “peso” de pedal incrivelmente baixo. Apertar aquele pedal, mesmo no trânsito anda-e-pára, não cansa mais.

Uma grande dificuldade para muitos, arrancar numa subida, o terror de quem está aprendendo a dirigir, com um mínimo de entendimento e treino é dominado totalmente.

Portanto, decidir por manual ou automático é mesmo difícil. Muitas vezes a decisão pode ser feita pelo velho método do cara ou coroa. Felizmente a época da ficha telefônica — lembra-se dela? — passou à história faz tempo e hoje o Brasil tem moedas.

BS

Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

Publicações Relacionadas

  • Davi Reis

    Também acho que com os câmbios manuais de hoje, a opção realmente vai do gosto e necessidades do freguês. Embreagens extremamente leves e câmbios cada vez mais precisos e leves são bons aliados no trânsito, e ainda deixam o motorista se divertir quando possível e ter um maior controle do carro. E pensar que não muito tempo atrás, em um grande portal de notícias automotivas, vi um leitor falando nos comentários que embreagem leve demais é um problema, pois deixa o “motorista mal acostumado e ocioso fisicamente”. É cada uma…

    • Marconi

      Gosto dos dois câmbios, no meu dia-dia tenho oportunidade de dirigir os dois, e quando passo uns dias com um, sinto falta do outro. É como se fossem mundos diferentes, mas igualmente ótimos, cada um ao seu modo.

  • Guilherme Gaúcho

    Sempre tive manual, gosto muito de dirigir, dar um “sarrafo ” de vez em quando. Mas minha última escolha foi um Fiesta sedã automatizado. Rapaz, não teve um dia que arrependi. Muito econômico, rápido e de funcionamento suave. Sinto muito paro manual, para mim, já era.

  • Nada como fazer o carro andar do meu jeito. Manual sempre!

  • Airton Silva

    Quando
    se trata de caixas automáticas a diversidade é enorme e não pára de crescer.
    Não sou engenheiro e não conheço muito de mecânica automobilística, mas só lendo
    aqui no Ae consegui identificar as seguintes diferentes caixas de câmbio automáticas:

    1- Dois eixos contendo pares de engrenagens comuns acopladas aos respectivos eixos
    com luvas de engate, com acionamento robotizado. Embreagem monodisco a seco,
    também de acionamento. Ex.: Easytronic da Chevrolet e Dualogic da Fiat.

    2- Dois ou mais trens de engrenagens epicicloidais. Conversor de torque.

    3- Continuamente variável por correia. Embreagem monodisco a seco.

    4-
    Continuamente variável por correia. Conversor de torque.

    5-
    Continuamente variável por correia contendo ainda um trem epicicloidal. Conversor
    de torque. Ex.: Renault-Nissan.

    6- Continuamente variável por corrente. Conversor de torque. Ex.: Multitronic da Audi.

    7- Dois conjuntos de dois eixos contendo pares de engrenagens comuns acopladas aos
    respectivos eixos com luvas de engate, com acionamento robotizado. Duas embreagens
    monodisco a seco. Ex.: DSG 7 Speed da VW.

    8- Dois conjuntos de dois eixos contendo pares de engrenagens comuns acopladas aos
    respectivos eixos com luvas de engate, com acionamento robotizado. Duas embreagens
    multidisco banhadas a óleo. Ex.: PDK da Porsche e DSG 6 Speed da Volkswagen.

    9- Dois eixos contendo pares de engrenagens comuns acopladas aos respectivos eixos
    por embreagens multidisco banhadas a óleo. Conversor de torque. Ex.: Honda.

    • Fabio Toledo

      Valeu pelo sumário Airton!
      Como eu previa, o único que me interessa é o DSG 6, mas os carros oferecidos não… Bem que este poderia estar no Golf 1.4, então o meu sonho de consumo é manual mesmo!

  • Rodolfo

    Se eu vier a ter um câmbio automático de dupla embreagem, só compro se for carro 0-km, porque vai que compro carro seminovo e vai ter que trocar o kit de embreagem…

  • Eduardo Silva

    Já falei sobre isso e falo de novo. Minha preferência é por câmbio manual, sendo assim, comprei um Lancer 2013 com este câmbio.

    Quando resolvi vendê-lo para aproveitar uma oportunidade de negócio (não com carro), anunciei-o no WebMotors e mais uns 3 ou 4 sites de vendas. Em 4 meses não apareceu nenhuma proposta séria. Como resultado ainda estou com o carro (e perdi o negócio).

    Este é o mercado atual, quando vira, vira de vez. E quem paga mais de 50 mil por um carro hoje não pode mais gostar de trocar marcha.

    • Fat Jack

      Eu sou fã do Lancer, (ao entrar num fiquei com a clara impressão de que não é um carro para se guiar e sim pilotar) o manual seria o carro que eu levaria pra casa se tivesse o “cash” necessário, mas é um carro que, mesmo na versão CVT (que acabou ganhando a má fama de superaquecer) não consegue emplacar (e olha que ele deixa muita gente pra trás com 160cv!!!), entre os sedans médios ele só vende mais que o Peugeot 408… juntando o fato do câmbio não ser o mais procurado e o preço possivelmente estar próximo de um 0km… “micou”

    • guest

      Desculpe-me a franqueza, mas atribuir a perda do tal negócio ao fato de o Lancer ter câmbio manual é coisa de “fipeiro”, aquele que acha que tem de vender o carro no valor da tabela Fipe.

      Conheço inúmeros casos assim, sendo o mais recente o de uma pessoa que ficou quase um ano tentando vender seu City (automático, diga-se) pelos 44K da tabela Fipe, sem aceitar nenhuma das várias propostas que recebeu.

      Conclusão? Semana passada, comprou uma Tracker 0 km pela tabela cheia (quase 83K), comprou um bocado de acessórios também na concessionária e “doou” na troca o City por 33K.

      • Eduardo Silva

        Está desculpado. Tanto pela franqueza quanto pela conclusão precipitada. Não foi meu caso, não sou “fipeiro” e sua estatística pessoal não é relevante para mim.

        • Fabio Toledo

          vendedorzim pé de chiné detected hahaha… my guess!

  • Mr. Car

    Como já disse antes, sendo meu uso do carro quase que exclusivamente rodoviário, não considero fundamental a caixa automática. Já se o uso fosse urbano e diário, aí sim, justificaria plenamente gastar uns dinheiros extras pelo equipamento, que realmente dá um conforto grande nesta situação. Uma curiosidade é que aqui no Rio, mesmo com as condições especiais para a compra de um carro, a imensa maioria dos táxis são manuais, dispensando este conforto. Qual seria a razão? Motoristas de táxi são masoquistas por natureza, ou há razões lógicas e fundamentadas para esta larga preferência pelo manual? Já ouvi motorista dizer que o automático não agüenta o uso severo de um táxi. Seria verdade?

    • Roberto Neves

      Fizemos observações idênticas. Fico intrigado com a preferência dos taxistas. Conversei com alguns que me disseram que o custo da manutenção dos automáticas mete medo.

      • Mr. Car

        Aí é que está minha dúvida: dará tanta manutenção assim, a ponto de jogar por terra toda a economia que já fazem comprando o carro bem mais barato que os simples mortais, e além disso, rodando com kit-gás e pagando 1/4 do IPVA normal? Seria esta a razão (problemas recorrentes no câmbio automático, devido ao uso severo) pela qual dispensam todo o conforto de um carro desses em uso urbano?

        • Roberto

          A julgar pelos táxis de Porto Alegre, onde nota-se que falta cuidado com o uso e manutenção do veículo, acho que é medo de manutenção corretiva barata mesmo. Isto é mais evidente quando o táxi é de particular (onde muitas vezes é possível notar que não é feito a revisão conforme o manual) do que quando é de empresa, onde há muitas vezes mais recurso para fazer a manutenção em dia.

    • Davi Reis

      Mr. Car, aqui em Belo Horizonte temos um taxista de confiança há anos, e faz quase 10 anos que ele só compra carro com câmbio automático. Outro dia conversava com ele sobre isso e ele disse que a manutenção não assusta e que a comodidade vale mais do que tudo (ainda mais aqui em BH, com ladeiras a dar com gosto). Ele já teve 2 Vectras 2.0 com câmbio automático e agora tem um Corolla 2.0 (rodou 200.000 com os primeiros e 150.000 com este último), e está já planejando a troca pro novo Corolla, com câmbio CVT. Se a desculpa dos taxistas é porque não aguenta o uso severo, posso lhe dizer com alguma segurança que é uma baita conversa mole, haha.

  • Fat Jack

    Eu sempre tive carros de câmbio manual, basicamente por abominar a caraterística dos automáticos (claro, a grande maioria já evoluiu consideravelmente neste quesito – a minha experiência é, digamos, antiga) de se cravar o pé no acelerador e ele “pensar”, “analisar”, “discutir o assunto” e somente depois transformar a subida de rotação do motor em movimento. Já ouvi bons elogios às novas gerações de automáticos (até mesmo aos CVT’s, sendo a mais recente a alardeada evolução do que equipa os Corollas) Tive recentemente a experiência de guiar por alguns dias uma SpaceFox I-Motion (câmbio pelo qual eu tinha grande curiosidade, pois é um câmbio manual em sua essência) e confesso que achei bem interessante, o carro não apresentou em momento algum os temidos “trancos”, seja em moto automático ou com trocas manuais, e uma boa agilidade quando solicitado, se não fosse a questão preço consideraria seriamente como uma opção futura. Minha dúvida quanto a este tipo de câmbio (automatizado) é a durabilidade dos sensores de acionamento da embreagem (que aliás devem ser muitos). Hoje o que eu acho complicado é a compra de um sedã médio com câmbio manual, pois pela questão mercadológica pode ser difícil desfazê-lo dele (uma pena, pois com boa parte destes estando na casa dos 145 cv a 160 cv e tendo boas dinâmicas, devem ser bem interessantes de se guiar).

  • Gustavo_SC

    Pessoalmente eu prefiro o câmbio manual, eu não sinto o mesmo prazer em dirigir com um carro com câmbio automático, mas é apenas uma questão de gosto. Eu penso que o automático é a melhor opção para as pessoas que moram em cidades com problemas de congestionamento e que passam muito tempo dirigindo com o trânsito muito lento.

  • marcos

    Bob; No meu modo de ver, câmbio manual não se justifica mais. Só na roça, andando de jJipe, ou para o cara que acha que pilotar é trocar marcha ou nesta frota de carros mil vendidas ao terceiro mundo. E tem quem acha MESMO que pilotar é trocar marcha. Para mim acabou, passou, igual pedal de partida em moto e manícula para fazer motor de carro pegar. No mais, é extremamente cansativo no trânsito. Diria insuportável mesmo. Tenho 51 anos, não sou preguiçoso e jamais compraria de novo um carro com câmbio manual. Meu primeiro automático foi um Civic em 2003, quase 50 anos depois dos americanos que parecem saber antes de todos tudo o que é bom. Carro com câmbio manual nos EUA praticamente não existe!!!. De lá para cá, todos os meus foram automáticos (uns 6 modelos) e todos japoneses, exceto meu Omega Fittipaldi. Jamais vou voltar ao manual. Deixei de lembrança meu Fusca 72 para saber que isto existiu um dia.

    • Lucas

      Nossa: pedal de embreagem e alavanca de cambio são levíssimos atualmente. Mas você os considera insuportáveis. Imagina se fosse preguiçoso, hein?!?!

  • Peter Losch

    Sou da escola dos manuais, mas ando preferindo os automáticos. Quando existe um bom casamento entre motor e câmbio, a sensação de aceleração sem cortes é algo espetacular.

  • Ilbirs

    Bob, some-se outra coisa a favor dos manuais mais modernos: as embreagens estão durando uma eternidade, em alguns casos aproximando-se dos 100 mil km em uso majoritariamente urbano.

    • Christian Bernert

      Sim, tive um Meriva 1.8 2007 que usei até os 170 mil km sem trocar a embreagem. Vendi o carro para o meu sogro que já passou dos 180 mil km e continua com a embreagem original.

  • Leandro1978

    Eu sou fã de carro manual. Sei que há a comodidade do automático/automatizado num trânsito pesado, como o de São Paulo, mas ainda gosto de cambiar. Mas o que mais me incomoda, é que estão tirando as opções, como o próprio texto cita, com modelos que nem oferecem mais o câmbio manual. Assim como acabaram com as peruas, agora parece que o próximo alvo é o câmbio manual…

    • Fat Jack

      Essa “imposição” dos automáticos é que está complicada, comentou-se em outro post que a própria Toyota tem a versão GLi manual “somente pra frotistas” e com fila de espera, ou seja, não tem o menor interesse em vender o carro…

  • Roberto Neves

    Penso que o câmbio manual é muito importante nas cidades, por preservar músculos e articulações dos motoristas, especialmente dos que dirigem por horas, como os taxistas (em contradição ao meu raciocínio, ainda não vi um táxi com câmbio automático). Para dirigir na estrada, acredito que o câmbio manual dê maior domínio (e prazer) ao dirigir, por permitir usar o freio-motor, ajustar o giro do motor etc. Como cada vez dirijo menos, e mais em estrada que na cidade, continuo com câmbio manual, sem pensar sequer na alternativa.

  • Fórmula Finesse

    Manual ou automático, a verdade é que as duas caixas estão cada vez melhores, como bem apontado no texto – os automáticos tiveram desenvolvimento exponencial, até porque não existe nada a inventar em relação aos manuais mais, é só caprichar no desenho e na manufatura. Para grandes adensamentos urbanos, o automático é realmente um regalo, mas os atuais manuais, não são necessariamente cansativos nas mesmas condições; e quando abre uma estrada…o automático pode ter cinco embreagens, o manual sempre vai proporcionar uma tocada totalmente personalista, momento em que o carro/máquina vai para a sombra, e surge o homem/motorista como senhor da situação.

  • Questão de gosto: prefiro os manuais.

  • Dercílio

    Boa tarde Bob. Muito oportuno este post, visto que estou trocando os dois carros aqui de casa (na verdade trocando um e comprando um terceiro, dando o merecido descanso ao Omega, após 400 mil km, que vai juntar-se ao Diplomata Cupê, para ser usado só em ocasiões especiais). Para minha esposa, que anda com minha filhota pra cima e pra baixo, optamos por manter a Tucson, automática, apenas atualizando o ano (sai 2010, entra uma nova). Como custo benefício não encontramos nada melhor. Para mim, sai o Omega 3L e entra um 325i E90 2011, porém ambos com CÂMBIO MANUAL. Como rodo 98% dos meus 100 km diários em boas rodovias, o câmbio manual é minha preferência. Além de poder andar em Interlagos com mais liberdade e diversão que um automático. Portanto, na minha opinião, depende do uso que se faz, ambos são bons. Grande abraço!

  • Jr

    Bob, perfeita abordagem. E isso sem considerar que as caixas automáticas atuais, gerenciadas eletronicamente, cumprem a função, muitas vezes, de forma melhor do que o motorista faria. Até mesmo o consumo de combustível, outrora maior nos automáticos, hoje se iguala e, mais uma vez dependendo do motorista, até supera. Acredito que, independente do valor de revenda e/ou manutenção, vale a escolha pelo gosto pessoal, afinal, não deve ter coisa pior do que ser obrigado a utilizar por alguns anos, um carro com um componente em desacordo com a sua preferência. Abraços;

    Aldo

  • BlueGopher

    Automático ou manual?
    É briga para mais de metro…

    Eu, sinceramente, ainda tenho um prazer enorme em brincar com o câmbio manual e sua “obsoleta” embreagem lá no pé.

    Já minha mãe, hoje no céu, nem sabia como guiar um carro manual.
    Ainda criança, lembro do primeiro carro que ela teve, um Chevrolet Bel Air Powerglide (2 marchas) 1953.
    Subindo ladeiras como a rua Augusta, em dias de chuva, era necessário pisar fundo, e apurar os olhos: o limpador de pára-brisa era a vácuo, e parava de funcionar quando se acelerava fundo…

    Talvez se morasse em SP ou outra cidade do tipo, com seu trânsito infernal, acabasse mudando de idéia, mas por enquanto, deixa pra lá.

  • Rogério Ferreira

    Eu particularmente, não gosto de um câmbio trabalhando por mim… Já dirigi um automatizado, que descia ou subia marchas, de forma completamente incompatível com a minha conduta na direção.. acabei usando os comandos de troca manual. Nos automáticos convencionais, temos que considerar as perdas energéticas maiores, que se traduz em menor desempenho e maior consumo. Os CVTs há vantagens incontestáveis em eficência, mas quando mal calibrados, há o indesejável efeito patinação, onde numa retomada, o motor sobe o giro e a velocidade não progride de mesma maneira. Em ambos, há necessidade de manutenção periódica, troca de lubrificante e checagem do nível, e muitos se esquecem desse detalhe, imaginam que são iguais aos câmbios manuais. O Custo dessa manutenção, não é nada baixo, o que pedem só pelo lubrificante, beira a indecência. No caso dos automatizados, tanto de uma como o de duas embreagens, até hoje não vi um carro com um eles equipados, chegar a 100.000 Km sem qualquer problema. . Desde um simples Dualogic, até um sofisticado DSG. Sempre é uma eletrovalvula emperrada, um atuador que não funciona, um problema de software, barulhos e ruídos anormais. Uma vez acompanhava um motorista num desses novíssimos Ford Focus, que atrapalhava o trânsito… pisca alerta ligado, tinha dificuldade em partir da imobilidade, e quando partia, já parava novamente.. Pelo apuro, conclui que o PowerShift se recusa a engatar a 1a. e quando finalmente conseguiu, não engatou a 2a. e voltou para o neutro. Posso estar enganado, mas tudo indica esse sufoco. Outro dia, minha irmã ficou na mão, pois o Siena Dualogic dela, se recusava a engatar marchas, só ficava no Neutro.. Carro guinchado para concessionária, que quis trocar o câmbio inteiro ao custo de 8.000 reais! (carro já não estava mais em garantia). Concertou numa oficina independente, mesmo assim por salgados 2.500 reais, e ninguém garante quando o problema voltará a se repetir. Detalhe: o carro com apenas 35.000 Km, Está vendendo a encrenca. Pensando bem.. Automático/Automatizado/CVT, ainda mais para mim, que rodo mais 100.000 Km/ano… Estou fora!

  • Eduardo Copelo

    Entra ano, sai ano, e eu não me acostumo com o tal do “câmbio automático”. ando todos os dias com o meu carro (manual), pego engarrafamento, e não consigo entender como que a embreagem pode ser um fator complicador. Claro que o automático é mais cômodo, mas ele perde uma das coisas mais sensacionais que existe no prazer da condução, que é a sintonia fina homem/máquina. “Esticar” o motor até o giro perto do corte, controlar exatamente qual o momento da passagem da marcha, até mesmo um ato simples de debrear, usar freio motor na medida correta, entre outras, são coisas que só um carro com câmbio manual pode proporcionar. Se tiver um carro com um “chão” apurado então… melhor ainda! Não desmerecendo os dual clutch, automáticos e CVTs da vida, todos possuem seus prazeres de direção e são ótimos no quesito conforto e performance, mas não me apetecem, pois para mim pecam justamente onde mais gosto em um carro.

  • guest
  • Carlos Barbosa

    Falou, falou e pouco ajudou…

  • Christian Govastki

    Minha “frota” foi composta por diversos carros manuais (Veraneio, F100 V-8, Lada Niva, Corsa, Escort SW, Focus Mk1, Focus Mk1,5) e dois automáticos (Focus Mk 2,5 e Honda Fit Mk1).

    A Veraneio era “semi-automática” dado que em condições normais quase não se usava a primeira das três marchas, comando leve, na coluna, apesar da imprecisão do sistema. Era uma delícia de dirigir.

    A F100 quando era 4-cilindros o acionamento era normal e o comando leve, 4 marchas no assoalho, bem preciso. Quando passou para V-8 a embreagem parecia um leg-press de 400kg, imagina isto no trânsito pesado, o subterfúgio era usar somente a 2ª e não acelerar muito…

    Os outros 5 eram normais, tanto na precisão quanto no acionamento.

    Quando minha esposa tirou carteira, não se acertou com o controle de embreagem o que me levou a comprar o Focus AT e posteriormente o Fit. Hoje em dia, não penso em um carro MT para o dia a dia por causa do trânsito caótico.

    MT só para o final de semana. Que podem ser um Focus Mk1,5 Duratec Hatch ou uma Veraneio de novo, mas para esta eu reservo um futuro mais nobre, com um GM 350 + TH400 + Dana 44, com o shifter na coluna…

  • Rafael Kleber

    Sem falar os manuais com assistência para saída em aclive/declive.

  • francisco greche junior

    Verdade, eu que ando com embreagem a cabo, relativamente pesada por não ser original, ter mais que o dobro da carga original, as poucas vezes que peguei um carro realmente novo me surpreendi como são levíssimas as embreagens com acionamento hidráulico moderno.
    Pra mim qu busco mais controle e esportividade não serve, mas para o motorista norml é um caso a se pensar. Não precisa ter velhos preconceitos com o manual.

  • Christian Bernert

    A coisa mais irritante que tem um câmbio automático convencional (sem a opção de trocas manuais) é o fato de ‘ele’ decidir a hora da troca das marchas e não o motorista.
    Muitas vezes você quer dar aquela retomada vigorosa, sentindo a plenitude da curva de torque do motor, desde as baixas até as altas rotações. Você pisa mais fundo no acelerador e lá vem aquela maldita redução de marcha que você não queria.
    Neste aspecto os automatizados de dupla embreagem ou os sequenciais com comando manual ajudam bastante aqueles que querem desfrutar um pouquinho dos dois mundos.
    Depois de um ano com um automatizado de dupla embreagem posso dizer que estou bastante satisfeito. Mas em uma tocada mais esportiva nada se compara ao prazer do velho e bom cambio manual. Tem vezes que dá uma saudade…

  • Pé de Pano

    – Automático: conforto, comidade e segurança.

    – Manual: prazer, entusiasmo e diversão.

    Podemos sintetizar dessa maneira.

  • M Rios

    Sem falar no consumo de combustível, que tende a ser menor na versão manual. Recentemente dirigi um Fit DX 1.5 manual, era desse modelo novo, 2015, numa rodovia em que os radares não permitiam passar de 80 km/h — o computador de bordo registrou 17 km/l (gasolina).

  • José Rodrigues

    Bob,

    Sempre fui defensor ferrenho de conhecer a máquina, de saber operá-la corretamente e com mestria, além, claro, da sensação de poder que temos com o controle total sobre ela. Por isso, sempre fui fanático por câmbio manual.

    Agora, não sei se é porque vamos ficando velhos, se o trânsito está tão encalacrado que o prazer de dirigir simplesmente se foi, se os automáticos vão se popularizando e, portanto, deixando de ser o bicho de sete cabeças inacessível pela maioria dos pagadores de impostos que era. Sei lá, pode ser qualquer uma dessas razões; o fato é que já começo a ver os automáticos de outra forma, como uma opção viável. Quando comprei meu carro atual, cheguei a balançar, mas acabei escolhendo o manual mesmo. É provável que o próximo carro seja automático; dirigir já não traz prazer. O que importa mesmo é que seu carro esteja conectado às redes sociais…

    Abraço.

  • Nando

    Eu atualmente dirijo um automático de 6 marchas, porém por pura falta de opção. Adoro câmbio manual e sonho com um, por exemplo, Jetta 2.0 TSI com um delicioso câmbio manual VW. Esse carro iria suprir minha necessidade de espaço para a família e prazer para o motorista. O problema é que a VW decidiu que eu sou obrigado a comprar o automático, o que é absurdo. Ainda mais absurdo é o comprador de um Golf GTI ser obrigado a levar 4 portas e câmbio automático, num esportivo. E a VW não está sozinha nessa. Não existe Focus 2.0 manual, assim como não existe Peugeot 308/408 THP ou Citröen C4 THP manual. Absurdo.

    • Mr. Car

      Solidarizo-me com seu luto.

      • Fabio Toledo

        Inveja de vocês com esses Golfs! rs

    • Felipe

      No caso da VW não é que não existe, e sim que ele não é importado para ca!
      Tive que esperar 5 meses pelo golf manual do jeito que eu queria.
      Nessa espera, muitos não suportam e acabam cedendo pelo jogo de empurra da concessionaria e pegando o automático.
      Meu sonho seria um ti mecânico, certamente teria pego um se existisse essa opção por aqui.

    • Lucas

      Como eu já havia dito, Nando:no dia que a VW lançar o TSI manual, um já esta vendido: o meu. Com o automatizado, não me terá como cliente.

      Abraço

      Lucas CRF

    • Vitor

      Sou o feliz proprietario de um Golf 1.4 TSi MANUAL! Sim, tive que esperar bastante, mas valeu cada minuto…

      • Fabio Toledo

        Eu não faria, mas caso queira “chipar” seu carro, não terá o calcanhar de aquiles, pois o DSG do 1.4, que não é banhado a óleo não aguentaria, conforme dados de projeto.

    • Rogério Ferreira

      Vai de DS3…. Cambio de 6 marchas manual! Carroceria de 2 portas, esportiva, e motor THP turbo…

  • Marcelo Schwan

    Aqui em casa temos os dois câmbios nos carros de utilização diária: minha esposa um Focus 2.0 hatch manual e eu um Golf DSG.

    Acabo usando aquele que estiver na ponta da vaga pra sair, então uso qualquer um dos dois e não tenho problema algum com o manual do Focus, que por sinal é muito bom de usar. Não chega ao nível dos VW e Honda, mas é muito bom.

    Mas não troco a comodidade do DSG por nenhum manual, principalmente porque meu uso é predominantemente na cidade, com algumas visitas a São Paulo capital. 99% do tempo simplesmente coloco em Drive e esqueço da vida. O funcionamento do câmbio é exemplar, tornando desnecessário o uso do modo manual. E ainda assim acaba sendo raro, principalmente se jogar o câmbio para o modo Sport.

    As poucas vezes que usei o modo manual foi por pura diversão mesmo.

    Já muda de figura se for um carro puramente esporte, para lazer. Tenho um Maverick V-8, que quando comprei veio com câmbio automático. Para mim aquele câmbio antigo de 3 marchas não combina com um uso mais esportivo do Maverick e optei por trocá-lo pelo do Maverick GT, 4-marchas, alavanca no assoalho.

    Ou então aquele sujeito que usa o carro predominantemente em estrada. Dá pra economizar uns bons trocados em consumo e na própria compra do carro em sí. Suficientes até pra cobrir a perda em termos de desvalorização.

    abraço

  • Carlos Alberto Mendes

    Assunto muito interessante. Achei a abordagem do Bob perfeita! Realmente, na minha opinião, quem aprendeu a dirigir e se acostumou com as caixas manuais, só pensa em câmbios automáticos após algumas horas no “pára e anda” de algum congestionamento. Tempos atrás encontrei no Google um garoto americano (com ascendência oriental) ensinando como dirigir carros com câmbios manuais. Achei surreal, mas hoje, vejo que o tutorial do moleque faz o maior sentido em um mercado que produz uma quantidade ínfima de carros manuais, diferentemente daqui (ainda) e da maioria dos países europeus, onde praticamente todos os modelos ofertados, mesmo aqueles de alto desempenho e preço, são oferecidos com opções de câmbios manuais.

  • marcus lahoz

    Bob discordo apenas na questão do custo. Hoje se roda com câmbios automáticos mais de 200.000 km trocando-se apenas o óleo (no caso um Xsara Picasso meu, que gasto em média 50 reais a cada 40M km). Já um câmbio manual só de embreagem a cada 75M km (se souber usar, senão há casos de troca com 30M km) vai pelo menor R$ 1.200,00 (Peugeot 307 1.6).

    • CorsarioViajante

      Meu carro está com 113.000km e nunca fez nada no câmbio manual. Acho que varia muito do uso tbm.

    • Rodolfo

      Marcus,

      O problema e que um cambio automatico uma hora vai precisar trocar o kit e vai sair bem caro.

      Segundo a revista 4 rodas um cambio automatico normal a troca sai por R$ 5000.00, ja um de dupla embreagem R$ 10000.00, sendo que o kit de embreagem de um cambio mecanico sai por uns R$ 1000.00 dependendo do modelo.

    • Lorenzo Frigerio

      Fui orçar fazer o câmbio da minha Grand Caravan (120 mil km), que está meio cansado. Ela tem que ser dirigida na maciota, sem usar kickdown, e aliviando o pé na hora da mudança para diminuir o tranco. 5 mil reais. Dá para fazer uns 5 câmbios manuais e/ou embreagens. Sem contar que os carros manuais são praticamente todos nacionais ou nacionalizados e qualquer mecânico arruma uma embreagem. Já com os automáticos, as peças são todas importadas e só especialistas mexem, e você nunca sabe com quem está lidando. Essa que é a desgraça do Brasil.

  • Leonardo Mendes

    Meu atual 307 é automático, estou com ele desde 2010… mas a próxima troca está 75% direcionada para o câmbio manual.

    • Lorenzo Frigerio

      Uma vez sentei ao volante de um carro desses e o achei muito agradável por dentro, mas a alavanca do câmbio achei mal posicionada. Automático deve ser perfeito.

    • Boni

      Leonardo,
      Tenho um 2010 comigo desde 0km, mas com câmbio manual. Seria magnífico se a Peugeot disponibilizasse o 308 THP manual.

      Já guiei um DS3 e é fantástico.

  • Caio Azevedo

    Existe outro tipo de automático: aquele que mora na nossa mente. Tenho um up! manual e esqueço que estou passando marchas enquanto dirijo. Quem não tem habilidade com o manual, com o passar do tempo terá, e passará a cambiar “no automático”.

  • Lorenzo Frigerio

    Acredito que, quando um carro entra na categoria dos “velhinhos” (mais de 100 mil km), valerá mais se for manual. Os automáticos de 20 anos para cá usam fluidos especiais (nada de Dexron III), que neste país de banana custam fácil, fácil uns 100 reais por litro e você mal consegue encontrar. O brasileiro não quer gastar dinheiro naquilo que não aparece, e não troca óleo e filtro do câmbio nunca. Mecânicos comuns também olham para câmbios automáticos com ar de estupefação total e não querem fazer nem esses servicinhos. Sem contar que carros de pouca potência automáticos são justo os que tem o menor número de marchas e portanto gastam mais e andam menos que os manuais… quando ficam velhos, o destino é um só: o desmanche.

    • CorsarioViajante

      Primeira vez que concordo integralmente com vc Lorenzo! rs

    • Mauro

      Verdade. Um amigo meu tem um Focus 2009 Duratec automático, com uns 280.000 km. Acabei de saber que, do nada, o câmbio estragou, só aproveitou a carcaça no conserto. E ele é ex gerente de concessionária Ford, cuidadoso. A paulada foi de R$ 8.000,00

  • Mineirim

    Bob,
    Desde que passei a dirigir carro automático, o que senti foi maior atenção ao dirigir. As mãos quase sempre grudadas no volante, só intervindo na alavanca nas descidas mais fortes ou para, simplesmente, curtir as trocas de marcha.
    Parece brincadeira, mas discordo daqueles que sentem maior controle do carro com o câmbio manual. Realmente existe maior controle do motor e da tração, mas com uma discreta perda do controle da dinâmica com o manual.

  • Marco de Yparraguirre

    Não sei se acostumaria com cambio automático pode ser, mais dirijo há tanto tempo com câmbio manual,que já é automático dirigir dessa maneira.

  • braulio

    Já dirigi câmbio automático algumas vezes, em carros de amigos, test-drives e uma única vez alugando um Fusion. De todos, cheguei a considerar a compra de uma Burgman, que permitiria pilotar movendo o pé direito na hora de parar num semáforo. Nos carros, além de não acrescentar essa praticidade, há a questão do consumo: Por mais que estejam se aproximando dos manuais nesse quesito, trocar de marchas envolve um gasto de energia que, se não vier dos músculos do condutor, virá do próprio carro.
    Também há a sensação de que o carro, mesmo novo, está queimando embreagem: Você pisa, e o motor sobe de rotação antes de começar a empurrar (ou puxar, já que a maioria é FWD). Essa característica é mais comum com conversores de torque e CVT, mas mesmo os dupla-embreagem parecem “deixar” o motor meio desligado do câmbio. E os monoembreagem, que não tem esse problema, têm outro, de não casar corretamente a rotação do motor com a da marcha a se engatar. Se eu que não sou nenhum gênio, consigo, porque um sistema eletrônico teria que achar tanta dificuldade?
    De todos, acho que o manual sincronizado é o que melhor concilia diversão, simplicidade, facilidade de uso, manutenção e economia. Até fico chateado quando vejo um carro bonito com motor interessante ser lançado apenas na versão automática, por considerar que esse câmbio não seria adequado para mim, mesmo que ocasionalmente eu pudesse vir a comprá-lo.

  • Lorenzo Frigerio

    Você pode instalar no Maverick uma Ford AOD (Automatic Overdrive). Como é um câmbio lockup, é outra coisa, e você ainda pode pegar uma estrada com baixa RPM, aproveitando o torque do carro. Um colega meu tinha uma dessas num Galaxie 68, com motor 289.

    • Marcelo Schwan

      Lorenzo,
      boa dica meu caro, mas agora já troquei o câmbio. Já está rodando com o manual 4-marchas do GT.

      abraço

  • Lorenzo Frigerio

    Sugiro a 4L60E no lugar da Turbo 400. Tem 4 marchas, é overdrive e lockup, consome menos hp para funcionar e você pode programar o computador para o seu gosto de condução. Sem contar que o Dana 44 não traz vantagem alguma sobre o Braseixos, que nada mais é que uma cópia do GM “10 parafusos” 8.2″. Neste, você ainda pode colocar coroa e pinhão de Dodge (relação mais longa).

    • Christian Govastki

      Valeu pelas dicas Lorenzo.

      O carro já está em vista. Agora falta só fechar a negociação e “desfazer” algumas coisas que estão erradas.

  • Mauro

    Troquei recentemente meu Fox Bluemotion com câmbio longo (o melhor que já dirigi) por um Cobalt automático com trocas por botão na alavanca. No trânsito urbano inquestionável a vantagem. Na estrada (pela primeira vez na semana passada com este carro) andei 240 km sem tocar na alavanca e não gostei porque era pista simples com muitos caminhões e necessidade de ultrapassagens. Na volta resolvi usar o botão de troca e foi perfeito: baixava uma ou duas marchas para ultrapassar e voltava à 6a. para aliviar rotações e consumo. Tem-se o comando da situação, exatamente como um manual. Em que pese a desatualização do motor (1.8 derivado do Monza), que o torna beberrão, é um bom carro. O que realmente não gostei foi a supressão do vidro antiesmagamento e a subida pelo alarme ao travar as portas, é necessário adquirir um kit de 700 reais. Isso num Cobalt LTZ!! O Vectra 1999 do meu pai tinha isso… Mas os autos vieram para ficar.

    • Carlos Eduardo

      vc não precisa tocar na alavanca.. basta utilizar o kick down!

    • Felipe

      Lamento informar que esse preço foi porque caiu no conto de colocar esse modulo na concessionaria!
      Se tivesse procurado o serviço de uma boa loja de acessórios não teria pago nem a metade desse preço.
      Em tempo, vc ainda corre o risco de ter sido freguês sem saber de uma loja de acessórios, ja que a pratica da concessionaria terceirizar o serviço e ganhar algum dinheiro sobre o cliente é muito frequente.

      • Mauro

        Nã coloquei o módulo porque tem o MyLink e tem que configurar a central eletrônica. Ou faz na concessionária ou perde a garantia. Será que é papo deles? Uma vez fiz a besteira de comprar um carro sem ar (O Fox vinha ou só com DH ou com os dois) e instalar “na concessionária”. Óbvio que mandaram numa oficina terceirizada, e adivinha se não deu defeito 3 vezes seguidas (sempre que ligava a ventilação o ar ligava junto) Quanto à informação do motor, acho que é isso mesmo, o 1.6 f1 com mais curso.

    • Lucas

      Li em algum lugar por aí q o 1,8 do Cobalt não é derivado ou evolução do 1,8 do Monza e que passou pelo Astra, e sim do 1,8 do Corsa e compartilhado por um tempo com alguns Fiats, de curso maior que o diâmetro do cilindro e r/l 0,333.
      Tenho um Astra 1,8 (manual, óbvio) e não o acho tão beberrão assim…

  • Roberto Mazza

    Antes de ter um carro AT, que tenho faz dois anos, li bastante coisa, desde pérolas como “tira o prazer de dirigir” ou “tira o motorista do comando”, etc. E anos atrás pouco se falava de dupla-embreagem, a evolução era trocar um AT 4 marchas por um de 6 marchas. Pois com meu velinho 2.0 16v AT 4 marchas faço meu caminho todo contente. Ele tem a função Overdrive OFF, que cancela a 4a marcha, e com isso já deixa o carro bem esperto quando quero, e se eu quiser, também posso, ou com kick down, ou pela alavança, fixar somente a 2a ou somente a 1a marcha. No dia a dia urbano está excelente pro meu gosto. Sinto falta de seis marchas eventuamente, numa subida de serra mais acelerada, quando a 2a fica longa e a 1a muito curta, ou quando gostaria de ter um overdrive a mais além da 4a, pra rodar com rpm baixo. Outro dia fui testar um mono-embreagem, um Fox 2015, pesquisando umas opções de carro para mulher, mas não achei suave como eu gostaria. Vou tentar dar uma segunda chance e refazer o teste de volta em dois quarteirões.

  • Ricardo

    Este ano, comprei pela primeira vez um carro com câmbio AT. É bom, é confortável, mas…no próximo voltarei a manual (se a indústria não matá-lo de vez em carro de mais de 70k). O manual te permite uma condução mais personalizada, mais interação com o motor e menos sono/distração em viagens longas.

    • Carlos Eduardo

      Ricardo, a questão é que ninguém quer um carro de 80, 90, 100 mil manual. Esses carros são equipados, confortáveis, tecnologicamente modernos e um câmbio manual, além de diminuir a sensação de modernidade, tira o conforto. Aí, as vendas despencam e não justifica manter em linha. O mercado é ditador por quem compra!

      • Ricardo

        Se eu fosse comprar um carro de 80k ou mais, você me aconselhados comprar AT? A pergunta, na verdade, é: será que tem carro nessa faixa de preço com câmbio MT?

  • André Castan

    Sem polêmicas, mas manual. Sempre!

  • Lucas

    Manual, sem dúvida. Um verdadeiro prazer andar do jeito que quero: método WOT. punta-tacco, deixar o limitador de giro entrar, brincar de ser mais suave que automáticos convencionais, trocar no tempo…E ter o mérito da tocada perfeita, quando conseguida.

    Enganam-se aqueles que acham que manual é só para pista. Acho que foi o Finesse que disse o verdadeiro desafio que é tocar sem trancos e com rapidez com 50, 60% de carga no acelerador. E realmente é.

    Ah, que benção que é pegar meu carro manual e sair cambiando no dia a dia, brincando, divertindo. Se pego congestionamento? Não. Não pego. E não é por acaso. Batalhei muito por horário especial de trabalho, assim como me dispus a mudar de cidade. Onus e bonus…

    Abraço

    Lucas CRF

  • malaman

    Eu gosto do câmbio manual, porém cada dia mais o automático tem sido atrativo pelo conforto no trâsnto pesado, para quem o pega todo o dia.
    O problema mesmo é a falta de opção, a imposição que as fabricas tem feito, de modo que só se tenha um determinado tipo de câmbio com determinado motor ou determinada versão. O consumidor deve ter sempre a liberdade de escolher a melhor combinação que achar melhor.

  • RoadV8Runner

    Provavelmente pelo tanto que rodam ao ano, em cerca de três ou quatro anos os motoristas de táxi teriam que enfrentar a temida revisão do câmbio automático que, como apresentado no texto, pode custar bem mais do que a de um câmbio manual. Por outro lado, a empresa de táxi que faz transporte de pessoal onde trabalho, possui frota 100% automática, justamente para maior conforto dos motoristas. Vai de quanto cada um está disposto e/ou pode pagar…

  • Carlos Eduardo Guimarães

    Recentemente comprei um Novo Golf TSI Manual 2014/2015, simplesmente tive que “caçar” um carro com câmbio manual. Só achava DSG nas concessionárias. Finalmente, depois de deixar meu telefone em várias lojas daqui de Brasília, passados quase um mês, um vendedor me liga dizendo que tinha um comfortline manual. Fechei negócio na hora!
    Não entendo essa história de trocar embreagem de carro manual, pra mim, isso é coisa de bração que não sabe usar a máquina.
    Tive vários carros zero km, nunca troquei embreagem de nenhum deles, nunca deixo patinar embreagem, NUNCA!
    Já vendi um Palio 1.4 com 150 kmk e embreagem original, estou com um marea 2.4 com 122 kmk, comigo desde os 65 kmk e a embreagem também nunca foi trocada.
    Pra mim, todas as mulheres deveriam dirigir carros com câmbio automático, me dá um frio na espinha quando vejo uma mulher dirigindo um manual, o motor com o giro lá em cima (3.000 RPM ou mais) e o carro andando a 2 km/h. 🙁

    • Eduardo Mrack

      Já eu, sinto um frio na espinha ao ver não só mulheres, mas uma grande parcela dos motoristas com menos de 30 anos, tentando vencer um aclive em terceira marcha, onde o ideal seria a primeira, ouvir o motor perdendo giro e não ouvir a redução de marcha… ou saindo de segunda a menos de 5Km/h, ou ainda fazer uma conversão em terceira marcha.

      Realmente, para muita gente, o câmbio automático é altamente recomendado.

      • Rodolfo

        Uma colega de meu amigo não entendia porque na subida o carro perdia a força e começava a tremer… ela queria subir em 5a. marcha com um Uno 1.0, sendo que era para ser 3a. marcha. kkkkkkkkkkkk

        • Lucas

          Uma vez voltei com um taxi que a seguradora me arrumou e o cara fazia a mesma coisa…. Ele tinha um daqueles Lifan 620 (ahrg….) e deixava sempre o motor apanhar até umas 1200 rpm mais ou menos. Acelerador em WOT, 5ª marcha e uns 60 km/h em BR… Taxista!!! Motorista profissional (profissional entre aspas, na verdade…)!!! Por pouco não dei um chute pra lá no vivente e fui eu dirigindo o carro…..

    • Fabio Toledo

      O que me deixa maluco é ver gente segurando o carro em rampa na embreagem! Dá vontade de arrancar o cara do carro e tomar a CNH!

  • RoadV8Runner

    Até pouquíssimo tempo atrás (menos de um ano…), câmbio automático era motivo de exclusão para compra de carro. Porém, após dirigir por uma semana um Chevrolet Malibu com câmbio automático moderno, isso deixou de ser motivo de rejeição, pois acabou-se aquela patinação medonha do conversor de torque. Mas o motor tem que ter puros-sangue suficientes para movimentar o carro sem moleza.
    Havendo opção pelo manual tradicional, de três pedais e mudança em “H”, sempre vou escolher essa opção. Para os robotizados, ainda torço o nariz, mesmo que seja um dupla embreagem último tipo. Como não faço questão de fazer troca de marchas em milissegundos, que seja automático epicíclico então.

    • Carlos Eduardo

      Já usou um DSG?

      Acho que mudará de idéia.

  • Daniel Shimomoto

    marcus, concordo contigo mas muita gente não sabe que tem que trocar lubrificante da transmissão automática.
    Eu mesmo sou contra essa historia de transmissão “life-time” mesmo para as transmissões manuais

  • Daniel Shimomoto

    Mr Car, segundo eu escutei de alguns taxistas na capital de São Paulo, apenas as transmissões da Honda e da Toyota aguentam a pauleira da praça. Escutei isso de um taxista dirigindo um Renault Sandero!

    Mesmo alguns infelizes proprietários de Merivas Easytronic, os que não venderam o carro com menos de 100 mol km, acabaram substituindo o cambio robotizado por um 100% manual.

  • Daniel Shimomoto

    Não há nada mais confortável no transito do que uma transmissão automática….e nada mais tedioso na estrada!

    Como a maior parte do meu circuito é estrada, então não troco a transmissão manual por nada mas como sou um picapeiro por convicção, reconheço, o peso do pedal da embreagem muitas vezes cansa demais! Mesmo sendo acionamento hidráulico, é cansativo demais!

    • Alvaro Guatura

      Depende.
      Eu considero o automático excelente para estrada, especialmente com controlador automático de velocidade. Ver a tecnologia trabalhar por mim me causa entusiasmo. Sou entusiasta desses avanços.
      E na cidade, automático também.

  • Caio Azevedo

    Marcus, se souber usar de verdade o manual passa dos 240.000km. Meu sogro conseguiu isso num palio weekend 1.3 16v 2005 (taxi).

  • Renato Texeira

    Com certeza a preferência entre manual e automático gera muita discussão, com argumentos as vezes um pouco duvidosos.

    Outro dia, por exemplo, eu estava escutando uma conversa entre um motorista de um ônibus (que era automático) e um passageiro sobre este assunto. Segundo o motorista, uma das desvantagens do câmbio automático em relação ao manual é quando ocorre o problema do pedal do acelerador travar. No câmbio manual você pode simplesmente pisar na embreagem e “matar” a aceleração, enquanto, no automático não existiriam muitas alternativas, já que, segundo este motorista, o pedal do freio não funcionaria enquanto o acelerador estivesse travado ou pressionado.

    Achei meio estranho estes argumentos do tal motorista. Além disso, ao meu ver (sinceramente não tenho certeza se é possível), bastaria colocar a alavanca no neutro enquanto o veículo estivesse em movimento.

    • Bob Sharp

      Renato
      Não procede o que o motorista disse. Pode frear e pôr em neutro.

    • Rodolfo

      Um motorista de ônibus desses ignorante não sabe dirigir um ônibus automático… deus me libre entrar em um ônibus com ele dirigindo… vai que trava o acelerador.

      As outras alternativas em caso de trava do acelerador seriam frear mesmo, qual o problema, e a outra desligar a chave de ignição.

    • AlexandreZamariolli

      Em alguns “automáticos” modernos, por questão de segurança, a aceleração é cortada caso os dois pedais sejam acionados ao mesmo tempo. Então, se o acelerador emperrar, basta pisar no freio.

  • Carlos Eduardo

    Essa discussão é interminável, mas gostaria de pontuar alguns fatos e considerações

    Primeiramente há questão conforto. Pro dia a dia, em cidades grandes, tráfego, não há como negar que o automático te cansa menos e diminui o nível de estresse no fim do dia. O mesmo vale para isolamento acústico, ar condicionado, um bom sistema de som, bancos confortáveis. São confortos que tornam o ato de guiar diariamente prazeroso e não um martírio. Isso há que se considerar em grandes centros urbanos.

    Segundo, a questão diversão: pra mim, isso não depende do câmbio. Qual a emoção de cambiar um 1.0? Ou uma minivan com suspensão molenga, centro de gravidade alto? Ainda exagero: ou um ônibus? Escuto muito esse argumento contrário ao câmbio manual vindo de pessoas que dirigem carros que nem de longe lembram esportivos. Esse argumento não vale quando o projeto do carro é feito para utilidade ou conforto. Claro, gosto pessoal não se discute, mas um mínimo de coerência é adequado quando se fala em esportivos.

    Terceiro: a nova geração de câmbios automáticos e automatizados. Câmbios automáticos eram lentos, de escalonamento longo e, certamente, de desempenho inferior. Hoje, temos epicíclicos modernos, rápidos, multimarchas como o 8zf da bwm ou o 7g tronic da mercedes. São ainda caros e inacessíveis a grande parte do público, mas já pipocam no mercado nacional câmbios de 6 marchas bem melhores que o antigo 4m convencional.
    Já os automatizados modernos, dupla embreagem, como o DSG da VW/AUDI são tão rápidos e eficientes e, casados com bons motores, fazem qualquer um esquecer um manual. As trocas são rápidas, os giros caem pouco, as reduções são perfeitas, vc tem a opção de controlar o câmbio ou deixá-lo suave como um navio ou agressivo como um carro de pista. Tudo na mesma caixa de mudanças. Detalhe: com 100% de acertos, todas as mudanças exatamente iguais! E isso com consumo de carro manual, sem a perda em eficiência mecânica do epicíclico.

    Carros populares ou manuais mais antigos são mais acessíveis e, claro,
    são os primeiros carros de muita gente. Aprendemos a dirigir manuais,
    acostumamos a esta tarefa, que se torna mecânica e automática em nosso
    cérebro. Por vezes, é dificil até largar o hábito ou mesmo dar o braço a
    torcer que nossos velhos hábitos podem ser superados por tarefas mais
    simples e melhores.

    Eu mesmo já fui um xiita nesse ponto. “Esportivo é manual!” era meu mantra. Até guiar câmbios mais novos e perceber que o carro não deixa de ser esportivo, você não deixa de controlar o câmbio, de operar a máquina e ainda tem uma tocada mais limpa e eficiente. Nem todo mundo é piloto e nem todo piloto usa manual (F1 há décadas usa cambios sem embreagem).

    A quem brada a quatro ventos o dogma do esportivo manual, convido a andar num veículo mais novo equipado com um automatico/automatizado para poder opinar!

  • Antonio Pacheco

    Sempre fui adepto do câmbio manual. Mas hoje, tenho na garagem um Fluence cvt e acabei de adquirir um Fiat 500 dualogic para a esposa. Quer saber? O CVT eu virei fã, já que você coloca a rotação do motor aonde e quando você quer. Quer acelerar suave mantendo 2000 sempre? Você consegue. Quer fazer uma ultrapassagem rápida, basta acelerar até a rotação de potência máxima que o carro vai, mais rápido do que você conseguiria em um carro manual. E o melhor, as reações são instantâneas. Acelere até 5500 rpm em uma ultrapassagem (caso queira) e depois de concluída, ao tirar o pé do acelerador, a rotação cai para menos de 2800 rpm no mesmo instante. Enfim, com o CVT, eu considero que ainda “domino” a máquina, e a condução do Fluence, na estrada acaba sendo muito prazerosa. Já o 500 dualogic, foi uma grata surpresa: apesar de inúmeros relatos contrários a este tipo de câmbio, acho que ele cumpre bem o seu papel de automatizar as mudanças. Fazendo as trocas na alavanca (e no 500 esta fica em uma posição excelente), é como se fosse um carro manual. No modo auto, ele muda de acordo com a pressão no acelerador. Em alguns momentos, ele demora um pouco para “pensar”, e fica na dúvida se coloca uma ou outra marcha, mas isso você controla no acelerador ou mesmo nas trocas, que podem ser manuais mesmo no modo auto. Eu teria outro carro manual, mas, por enquanto, os automáticos estão dando conta do recado.

  • José Henrique V. Guimarães

    Vivo muito bem com os dois… Tenho dois carros com exatamente o mesmo motor (jetta e polo), um automático e um manual. Consigo dirigir do meu jeito nos dois, então acho que é questão de analisar o benefício x custo, já que cada um tem vantagens e desvantagens de acordo com o uso. Mas que sair do pedágio “acordando a cavalaria” no manual é muuuuuito mais legal, ah isso é….

  • Fernando

    Sou da escola dos manuais e sempre os preferi e prefiro mesmo.

    Passado tanto tempo havendo opções de automáticos no Brasil, carros que tiveram por um bom período já como os Opala, Monza e até Chevette, nunca entendi bem mas achava interessante a GM oferecer esta opção em modelos menores (Chevette > Kadett > Corsa), o que favoreceu pessoas com necessidades especiais a em alguns casos não precisarem alterar os carros.

    Já nos anos 90 tinham carros com câmbio automático aceitáveis, reconheci bom acerto nos Corolla pós início das importações e achei já bem acertados dentro do possível, com funcionamento suave e fácil de no pé você comandar as reduções como faria em um manual, me agradou embora não fosse para mim.

    Depois de muito tempo gostei de um carro em que a oferta do câmbio manual é escassa e encarei um automático que aceito como algo meu embora não fosse de meu gosto, vi como para encarar um trânsito horrível ele me ajudou, assim como quando necessitei ficar com um braço em maior repouso por problemas de saúde e pela função a menos a fazer, não alterou o modo de conduzir o carro.

    Fico satisfeito com algumas vantagens de cada um e para usos diferentes tamanhas diferenças podem ser justificadas e escolhidas, apesar de ter uma preferência não me impediu de ver o outro lado da moeda, por quem gosta de carro.

  • GFonseca

    Vou remar um pouco contra a maré aqui: sou fã dos automáticos. Mas concordo com a maioria, quando dizem que deveríamos ter a opção de escolha.

    Tenho um MT e um AT, e digo que ambos me dão grande prazer ao dirigir. Mesmo o AT tendo um arcaico câmbio de 4 marchas, consigo dirigí-lo ao meu modo.

    Outro dia dei uma volta em um new fiesta com câmbio powershift, e fiquei impressionado com a rapidez e suavidade do câmbio. Meu único contato com automatizados havia sido com os monoembreagem em taxis, é como mudar da água pro vinho…

    • Carlos Eduardo

      Se andar num DSG, vai sentir a mesma diferença!
      Eu tinha um Fiesta PowerShift e agora um Jetta TSI. É brutal a diferença entre eles. O PowerShift é lento , duvidoso e patina muito em relação ao DSG. E olha que o PowerShift é um ótimo câmbio.

  • GFonseca

    Mr. Car, já vi táxi automático aqui em SP com cerca de 300 mkm, segundo o taxista, só na base da manutenção periódica… Vai muito do cuidado do dono, AT não tolera falta de manutenção. Já vi alguns taxis rodando com a manutenção na base do arame, a água do radiador era pura lama, se o cara não troca a água imagina o resto da manutenção, aí não tem câmbio que aguente.

    Outra coisa que acontece também é que nem todos os ATs se dão bem com GNV.

  • Fórmula Finesse

    “Qual a emoção de cambiar um 1.0?”
    Quem gosta de dirigir, de verdade, não encontra problema nenhum em extrair desempenho até de um “mero 1000cm3”, sabendo utilizar com maestria a alavanca. Esportividade não é a mesma coisa que conectividade, não é preciso esticar todas as marchas para se divertir; a satisfação íntima de moldar o desempenho de um carro, em todas as situações, e exatamente como tu quer e exige, é um dos predicados da caixa manual…mania tola de alinhavar caixa manual apenas com carros nitidamente esportivos.

    • Carlos Eduardo

      Deixa eu reformular para que você entenda meu ponto: não é que cambiar um 1.0 não seja prazeroso. Claro que é. Dirigir até um carrinho de parque é divertido. Quero dizer que um câmbio manual não garante esportividade, desempenho. E um automático não necessariamente TIRA isso da tocada.
      Você pode ter satisfação, prazer, esportividade e emoção num câmbio automatizado de um Ferrari, um Porsche
      Você pode PREFERIR um manual, isso é individual. Mas eu tenho certeza que qualquer um aqui adoraria ter um automático desses na garagem e se divertiria bastante.

      • Fórmula Finesse

        Carros desse naipe são emocionantes de qualquer modo, mas muito por conta dos motores extremos, claro que a caixa precisa ser muito rápida e desenvolvida, mas tente botar um DSG em um Up; verá que o fator diversão (que de novo, não é sinônimo de esportividade/desempenho), é muito mais vincado na versão com a ótima caixa manual. Cada vez menos os manuais são melhores em desempenho que os automáticos, nos carros ditos normais, mas o fator conectividade é diferente…

        • Carlos Eduardo

          Eu até entendo a preferência, já defendi os manuais cegamente. Só não sou mais xiita hehehe

          Se só tivéssemos aqueles epicíclicos lerdos e matadores de performance e não tivesse conhecido o DSG, ainda pensaria igual.

          • Fórmula Finesse

            Mas não sou xiita não, se eu morasse em adensamentos populacionais, me obrigando a enfrentar a lentidão de tráfego muito pesado, eu também teria pendor pelo automático.
            O DSG têm como “coadjuvante”, a linha turbo…aí vira covardia hehehe, em uma motorização bem mais modesta, o DSG não teria suas qualidades sentidas nitidamente.

    • Alexandre Cruvinel

      Me diverti horrores ao volante de um Agrale 1600D, impulsionado por um MWM 229.3 -> 3 cilindros, 3 litros e 65 cv, na Dutra tentando acompanhar ônibus Mercedes de motor dianteiro. A pesadíssima alavanca era manipulada sem preguiça, tentando extrair o máximo da caminhoneta. A 5ª. marcha, até longa para os parcos 65 cv, me davam vantagem nas longas descidas da Dutra na Baixada Fuminense.

      • Sérgio

        Qual a velocidade máxima desse caminhãozinho?

  • Fórmula Finesse

    Automático é ouvir Zeca Baleiro, manual é Led Zepellin…rsrsrsr.

  • Giancarlo

    Discordo de você no primeiro ponto…acho que dá pra ter prazer em dirigir até mesmo um Gol 1.0…sou daqueles que tendo motor e roda já eh suficiente, não necessariamente tenho que ter um esportivo pra cambiar com emoção…de resto, concordo 100%

    • Carlos Eduardo

      É claro que como entusiastas, todos adoramos dirigir até um cortador de grama. Claro que isso é prazeroso.

      O que disse é que câmbio manual não é SINÔNIMO de esportividade. Minha avó cambiava manualmente um Corsa 1.0 96 que de esportivo não tinha nada! Dirigir uma Ducato manual tb não me dá vontade de ir pra pista.

      Veja um Golf GTI dos novos: câmbio DSG, suspensão acertada, pipocos no escape nas trocas, desempenho de puro sangue, ronco mais grave. E automático!
      Pode até PREFERIR um manual, isso é gosto, mas é um câmbio superior a qualquer piloto! Faz punta- tacco e troca em fração de segundo 100% das vezes sem erros. E você ainda pode trocar manualmente na alavanca sequencial ou borboletas, dosando rotação, freio-motor e sentir no controle. É diferente? Claro que é, mas não deixa de ser emocionante a tocada.

      Gosto eu não discuto, cada um prefere uma coisa, mas hoje não existe mais o argumento de um automático ser lento, pouco responsivo e tirar esportivodade do carro.

  • Daniel Shimomoto

    Verdade.

    O bloco do Monza/Astra 1,8L era o bloco do Familia II que surgiu no 1.6L do Monza e seguiu até sua evolução máxima, o 2,4L da Blazer/S10. Esse 1,8L tinha o diametro maior que o curso

    O do Cobalt é o mesmo do Corsa antigo e tem um curso bem maior que o diametro do pistão, e bielas bem menores. Trata-se de um bloco mais compacto.

  • Lucas

    Eu mesmo tive muita alegria em dirigir há algum tempo atrás uma velha Parati “bolinha” 1,0 16V.
    Penso que a questão não é mais o carro ser esportivo ou não, carro de velho ou o que seja. Como foi bem dito, há ótimos esportivos automáticos/automatizados (F1 é o maior exemplo). Penso que é uma questão mais de purismo mesmo, de se ter e saber que se tem total controle sobre a máquina, de ser você mesmo, através daquela prosaica alavanca, que movimenta, lá dentro da caixa de câmbio, os garfos e as luvas de engate, de fazer o puta-tacco, dar aceleração interina e ouvir o ronco do motor subir em sincronismo com o movimento do pé, dosar o freio, contraesterçar ou sentir a desgarrada de frente e ter que aliviar o acelerador para manter o controle, e até mesmo ligar os ligar os limpadores de para-brisa e faróis (poxa, pra que isso tem que ser automático??) e por aí afora.

    • Antônio do Sul

      Endosso o que você disse!

  • Marcos

    Claro que não! Taxista do Rio não evoluiu!! É burrice mesmo, desconhecimento, pobreza, falta de dinheiro, pensamento antiquado. Vai em São paulo. O que tem de Corolla no taxi é uma enormidade!

  • marcos

    Fat; Compra um Galant 2.5 V-6 e vá ser feliz! Vais pagar 20 mil no máximo e levar um carro 10 vezes mais moderno, luxuoso e potente que o Lancer, mesmo o Lancer sendo de 11 a 15 anos mais novo!!!!!!

    • Fabio Toledo

      Aí forçou, né, titio!
      Fat… como vc falou… o carro tem DNA esportivo, câmbio CVT nada tem a ver!

  • RoadV8Runner

    Então, pode ser que mude de idéia sobre os câmbios robotizados após dirigir um DSG (imagino que as acelerações devem ser o bicho, pois a marcha seguinte já estará acoplada no momento da próxima troca), mas o fato é que eu sinto verdadeiro prazer em trocar as marchas com o sistema tradicional, principalmente nas reduzidas. Todo o processo de mudança de marchas em câmbios manuais comuns me agrada muito.

    • Carlos Eduardo

      É muito rápido em todos os modos, automático ou manual. Nas reduções, ele casa a rotação da próxima marcha. Não fica hesitante em qual marcha usar. E pelo desempenho e ronco do motor (no meu caso o 2.0T), trocar manualmente pela alavanca ou borboleta é tão prazeroso quanto um manual!
      Eu também era como a maioria aaqui, idolatrava o manual! Mas o DSG me fez mudar de idéia

  • Adriano

    O que me preocupa nessa tendência de popularização do câmbio automático, é que com brasileiro tudo é 8 ou 80. Assim como já vivenciamos a ditadura das 2 portas e hoje a ditadura das 4 portas, e já tivemos a ditadura do câmbio manual (hoje não mais), receio que num futuro próximo teremos a ditadura do câmbio automático.

    • Roberto

      Bem lembrado. Infelizmente nosso mercado é cheio de preconceitos, muitas vezes com argumentos sem sentido. Este exemplo do número de portas dos carros mostra bem isto.

    • Lucas5ilva

      Isso sem contar a “ditadura do prata e preto” hoje é quase impossível ver um carro na rua de cor diferente dessas duas citadas!

  • ederff

    ” Felizmente a época da ficha telefônica — lembra-se dela? — passou à história faz tempo e hoje o Brasil tem moedas.”

    Em tempos de reeleição do atual governo, e absurdos de toda sorte que tem se falado neste período , não posso deixar de elogiar a fina, e elegante crítica.

  • Newton (ArkAngel)

    Hehe, cambiar um ônibus não é emoção, é desafio! Administrar 1500 Nm de torque num câmbio reduzido sem quebrar o pescoço dos passageiros exige prática. Principalmente nas reduzidas de 2ª para 1ª numa subida, mantendo o giro entre 1400 e 1800 rpm sem deixar o ônibus zerar a velocidade.

    • cleyton faria

      Recentemente trocamos um VW 8-150 por um 10-160, o primeiro a alavanca é acoplada direto no câmbio, no outro utiliza se cabos, é muito prazeroso trocar marcha naquele câmbio, sem folgas e chupando as marchas.

  • F A

    Quanto ao custo de manutenção de um carro elétrico que não é computado na hora da compra, lembrei que também não é computado nem sequer o valor do veículo, pois se o objetivo é economia, compre um carro normal, pois com a diferença de preço para o elétrico você encherá o tanque por muitos anos.

    Quanto a pergunta: Eu não sei mais responder. rs

    Depende da situação.

  • Ezequiel Favero Pires

    Tenho um Civic 93 com câmbio AT 4 marchas com conversor de torque. Confesso que sempre quis ter um AT, meu tio teve um Santana GLSi 96 AT com 3 looongas marchas. Gostava de ouvir o ronco do AP2000 nas trocas. Porém, o câmbio do meu incomoda 70% do tempo, pois “segura” demais a 2ª marcha em relação à 1ª e quando estou com pressa a “patinação” dá uma sensação de motor 1.0. Mas no trânsito pesado ele me retribui muito bem!

    • Luke

      O meu Civic é um 2009 automático de 5 marchas e o câmbio funciona admiravelmente bem em todas as marchas, tanto nas reduções quanto acelerações, apenas com uma pequena hesitação em retomadas brutas demais. A 100 km/h o motor ronrona a 2.000 rpm. É meu primeiro automático e estou gostando muito.

  • Lorenzo Frigerio

    É curioso, o “Honest John” da seção de carros do Daily Telegraph disse exatamente o oposto.

    • Carlos Eduardo

      Eu tive os dois. Um FIesta PowerShift e atualmente o Jetta TSI. Não sei os carros que o John testou e nem se eram exatamente como os meus. Mas minha impressão é outra

      Para mim, o PoweShift é mais lento, fica em dúvida, trocando marchas em algumas subidas, por vezes, não usa o freio motor e cut-off (você precisa baixar a marcha manualmente) e ainda “patina” em baixas velocidades. Também o câmbio fazia a mudança em rotação abaixo da ideal, mesmo no modo sport.
      Outro motivo é a seleção manual na alavanca por botões, pouco instintiva e numa posição desagradável. As borboletas não me faziam falta, mas a alavanca poderia ser móvel, quando no manual, como um seqüencial, mais instintivo e prático. Não por isso, o câmbio seja ruim. Acho mais rápido que os automáticos convencionais 4-marchas e também é mais econômico e não rouba desempenho. Além de ser infinitamente superior aos automatizados monoembreagem. . Um kickdown é suficiente para jogar o giro em regimes de potência máxima e extrair máximo desempenho com agilidade. É um câmbio excelente!

      Já o DSG é absurdamente rápido, ajudado pelo motor EA888 2.0T. Tirando a difernença de motor, rapidamente consigo estar em 6a marcha se desejar. O câmbio não vacila em subidas e não patina. A velocidade é que impressiona. Todo comando é quase instantâneo.

      O problema em comum dos dois é o ruído em baixas velocidades em calçamento. Parece que há pastilha de freio solta. Mas isso é característica dos automatizados, da mecatrônica envolvida

      • Lukoh

        Carlos Eduardo, assino embaixo o que você disse… tenho um Jetta TSI e minha esposa um Fiesta PowerShift. O DSG é muito superior ao sistema da Ford. Já cheguei a pensar que era defeito essa patinação no PowerShift. E quanto ao botãozinho para trocar de marcha, bizarro.

  • Lucas

    Não faz muito tempo vi na rua um Monza que ostentava na traseira o emblema “AUTOMATIC”. Ele estava parado e eu fiquei só esperando ele sair pra escutá-lo. Câmbio manual!

  • Breno Caetano dos Santos

    Carlos, gostaria de expressar minha opinião. Todos os carros que tive até hoje são manuais. Não consegui ainda comprar um carro automático, por não sentir segurança em conduzi-los em curvas de alta velocidade. Tenho uma tocada esportiva e sou daqueles que gosta de fazer curvas em alta velocidade, porém com segurança. Já testei alguns carros populares e uns de luxo, mas mesmo assim ainda não me sinto confortável para adquirir um automático. Somente para que você me entenda melhor, quando estou no carro manual fazendo a curva, eu faço a redução e entro na curva acelerando. Sinto o carro preso no chão e a segurança de que mantendo uma velocidade compatível com a curva ele dificilmente sairá de traseira ou de frente. Mas no automático, realizando o mesmo procedimento de redução e aceleração, sinto o carro solto e não tenho a mesma segurança para acelerar mais, ato que me diverte em fazer curvas. Isso desconsiderando qualquer controle de estabilidade e tração que o veículo possua, pois aí perde a graça. Achei sua resenha bem interessante e deixo minha experiência baseada nela. Estou para adquirir um carro em breve e vejo que os manuais estão mesmo perdendo mercado. Então está cada vez mais difícil escolher um carro manual de padrão não popular que combine com meu perfil de direção. Pois a maioria está disponível somente em versões automáticas.

    • Carlos Eduardo

      Olá Breno, sei bem o que você trata e realmente a sensação em carros automáticos com conversor de torque é essa, o carro não parece ter freio motor!

      Sugiro que teste um automatizado, verá que é exatamente como o manual nesse ponto, com a comodidade de não ter que usar embreagem em trânsito pesado e poder passar as marchas manualmnete quando quiser uma tocada mais esportiva

    • Rafael

      Todos os carros automáticos têm a opção S (sport) ou similar. Usando esse recurso, qualquer carro vai atender seu objetivo.
      Sou fã de carros automáticos, mas eventualmente gosto de acelerar um pouco mais e até os “pacíficos” CVT podem ser conduzidos de forma esportiva.

  • laguiar

    Se eu morasse no interior num cidade com pouco trânsito, jamais teria u AT… mas em São Paulo, gastando em média 3hs por dia no trânsito… trocar 6 marchas (na maioria das vezes só as três primeiras) é bem cansativo… o AT nesse cenário é uma pura opção por comodidade no meu ponto de vista.

  • Diego Mayer

    A maioria que critica os automáticos não teve contato direto com algum, ou, pelo menos de bons automáticos. Explico. Jamais trocaria meu Omega CD 4.1 manual por um automático, pois esse câmbio é uma porcaria, faz o 6 cilindros se arrastar como a versão 2.0, consumindo horrores de combustível, não possui opção de trocas manuais. Porém, não trocaria meu A3 1.8T tiptronic pela versão manual, pois, nesse nível, ele já nivela o nível de desempenho e consumo com o manual. O câmbio é incrivelmente rápido, preciso e possui opção de trocas no volante. Seguindo, chega-se ao DSG, que é o estado da arte em termos de câmbio, ou seja, supera o câmbio manual em desempenho e consumo, esse nem preciso falar que solucionaria qualquer dúvida entre os câmbios.

  • Fórmula Finesse

    É esse o espírito: envolvimento!!

  • Nando

    Bem que eu gostaria, mas não cabe a família… Preciso no mínimo de um sedã médio ou de uma perua.

  • Z_H

    Sem contar aquelas pessoas que só tiveram contato com um único carro automático… e foi em, sei lá…, 1974… E até hoje o cara continua repetindo que carro AT “não presta”………………

  • Marcelo Henrique

    Gosto dos dois, cada um tem as suas vantagens e desvantagens.

    Tenho um 1.0 e hoje troquei o cabo da embreagem… fiquei que nem pinto no lixo e fiz um rolé de bobeira só para cambiar mesmo, rsrsrsrs

  • Marcelo

    Minha vida inteira eu defendi câmbio manual, mas agora que tenho um de cada, sei valorizar a importância de cada um.
    O que me irrita algumas vezes é ver pessoas defendendo o câmbio manual usando todas aquelas frases de impacto como glamour, estilo, pilotagem etc, e usando o câmbio exatamente como se fosse um cambio automático, não fazendo nada do que o câmbio manual oferece.
    Eu gosto do meu carro com câmbio manual para fazer algumas “marginalidades” e gosto do automático quando estou dirigindo civilizadamente.
    Os carros em questão são, um Palio 16v Turbo e um Jeep Cherokee Sport.
    Cada um com sua proposta.

  • toni

    já vi no youtube reclamações a respeito deste câmbio DSG , além do barulho e retenção de marchas em pisos irregulares , superaquecimento em congestionamentos , voce já passou por estes problemas ?

  • Gustavo

    Sou um garoto de 18 anos recém-habilitado e nunca que compraria um carro manual para andar nesse anda e pára da cidade, cambiar no trânsito caótico infelizmente chateia, o automático ele é bem melhor nesse quesito, porém se eu tivesse um carro para “pista” eu compraria manual, ou um automático de dupla embreagem (ZF, PDK, DSG) porém os carros que são equipados com eles dispõem de uma tecnologia competente para fazer esses carros andarem e arrancarem como um carro manual… Mas voltando para minha realidade, meu primeiro carro vai ser um automático, eu sei dirigir manual, já dirigi uns manuais aí, porém por R$2.500,00 a mais vale a pena o investimento, até mesmo pelo conforto e tal! E creio eu que daqui a algum tempo os câmbios manuais só serão ultilizados em superesportivos, e o resto vai ser substituído pelos famosos robotizadpsem carros populares que possuem câmbio manual, e os de luxo vão continuar com os bons câmbios que temos hoje (CVT, monombreagem e o de dupla embreagem).

  • Claudio,
    quem dirige bem nem pensa no pedal de embreagem, é ato totalmente automático. Contar o número de vez que usou num trajeto, aí sim, tem ares de ser um fardo.

  • Marcos T. Prates

    E para quem está começando? Manual melhor?