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Em novembro do ano passado testei o Citroën C4 Lounge Exclusive com motor THP 165 e agora é a vez de avaliar o novo C4 Lounge Tendance THP, o que valeu para confirmar os bons dotes do modelo e do motor. O que a Citroën fez foi estender à versão intermediária Tendance o motor THP 165 que só vinha na Exclusive — a Tendance só era disponível com motor 2-litros aspirado, versão que continua oferecida — e incorporar navegador GPS e bancos de couro a esta nova versão, sempre associando motor THP 165 e câmbio automático e que sai por R$ 76.690.

Este sedã me faz lembrar o filme do Fury, aquele garanhão negro e selvagem que acaba domesticado por um menino sardento. O Fury, todo garboso e indomável, corria como o vento pelos campos afora, porém o discreto e confiável cavalo do caubói, apesar de levar no lombo pesada sela e robusto cavaleiro, na hora do vamos ver acabava por emparelhar com o Fury para que seu dono o laçasse. Pois é, o C4 Lounge, dotado do eficiente motor THP 1,6-litro turbo, é como esse cavalo do caubói, pois além de oferecer conforto, boa estabilidade, comodidade, espaço, economia e outros dos melhores atributos que se pode esperar de um sedã médio, na hora de andar rápido tem um desempenho excelente.

 

Câmbio automático Aisin, de 6-marchas, japonês, trabalha muito bem  NO USO, CITROËN C4 LOUNGE TENDANCE DSC08566

Câmbio automático Aisin, de 6 marchas, japonês, funciona muito bem

O câmbio automático Aisin de 6 marchas “casa” com o motor THP e resulta num conjunto de referência quando se procura algo que alie conforto, bom desempenho e economia. O pequeno THP 165, só a gasolina, gera 165 cv a 6.000 rpm com ampla faixa de torque máximo (24,5 m·kgf entre 1.400 e 4.000 rpm) e o câmbio sabe explorar perfeitamente essa característica, mantendo o giro baixo quando há pouca solicitação de potência, o que resulta em ótima economia em uso urbano (entre 8 e 10 km/l na cidade). E quando na estrada se precisa de desempenho, basta acelerar mais fundo que de imediato há rápidas reduções e a aceleração vem galopante. E tudo em silêncio, sem vibrações, sem alarde. Na estrada, numa viagem silenciosa e tranqüila a 120 km/h (giro a 2.850 rpm em 6ª marcha, poderia ser um pouco menos), fez média de 14 km/l; em uso forte, 10 km/l.  O consumo oficial padrão Inmetro/Conpet é 8,7/11,7 km/l cidade/estrada. 

 

Conforto e bom desenho interior  NO USO, CITROËN C4 LOUNGE TENDANCE DSC08557

Conforto e bom desenho interior

O tanque de combustível é de 60 litros e isso significa uma conveniente autonomia de mais de 800 km em estrada. O porta-malas de 450 litros, apesar de não ser espetacular, é suficiente. O espaço e conforto para os passageiros do banco traseiro é de diretoria.

 

Eu atrás de mim, e dirijo mais distante que o Bob, a "medida padrão" do Ae  NO USO, CITROËN C4 LOUNGE TENDANCE DSC08562

Eu atrás de mim, e dirijo mais distante que o Bob, a “medida padrão” do Ae

E de chão ele está entre os melhores. Na verdade, está difícil definir um melhor entre a concorrência. O novo Toyota Corolla, o Honda Civic, o Peugeot 408, o Renault Fluence, Nissan Sentra, Ford Focus, todos também são muito bons e satisfatoriamente conciliam segurança ativa com conforto. Como já escrevi em matérias anteriores, nossos engenheiros, por necessidade, aprenderam como ninguém a acertar suspensão de modo a ela oferecer conforto, segurança e robustez. O C4 Lounge pouco sente o peso quando carregado com passageiros no banco traseiro e malas. Continua ágil, sem movimentos parasitas devido ao peso extra e o conjunto motor-câmbio dá boas retomadas, já que o pequeno 1,6-l é  bastante vigoroso e o câmbio é prestativo, sempre pronto a, de imediato, engatar a marcha certa.

 

O motor THP 165 só merece elogios  NO USO, CITROËN C4 LOUNGE TENDANCE DSC08542

O motor THP 165 só merece elogios

O que se nota no C4 Lounge Tendance, e o destaca da concorrência, é ter um requinte mais europeu. Seu desenho, tanto exterior quanto interior, a meu ver, sobressai pelo bom gosto. Detalhes lhe dão um aspecto discreto e chique, elegante. E detalhes que agradam o motorista também não foram esquecidos. Por exemplo, ampla visibilidade, ergonomia perfeita, boa visualização dos mostradores, bancos com boa espuma e confortáveis. E há recursos que têm o poder de cativar especificamente alguns motoristas, por exemplo, no painel há um botão que simplesmente apaga todo o painel, tudo, rádio, navegador, tudo, e só o que fica é uma fraca luz indicando a marcha em uso e outra iluminando a borda do velocímetro, que permanece indicando a velocidade em formato analógico. Essa é a condição em que prefiro para viajar sossegado à noite, com a atenção voltada à estrada, sem distrações. Se algo sair fora do normal, que uma luz se acenda avisando.

 

Painel que com um toque  escurece as luzes, ideal para viagens noturnas  NO USO, CITROËN C4 LOUNGE TENDANCE DSC08588

Painel que com um toque escurece as luzes, ideal para viagens noturnas

O carro é fabricado em El Palomar, na região metropolitana de Buenos Aires. O motor THP 165 é fabricado em Douvrin, França, e entre suas modernidades, além do turbo, tem injeção direta e comando de válvulas variável na admissão, o que leva os 1.423 kg do C4 Lounge, e o motorista, a fazer o 0-a-100 km/h em 8,8 segundos e atingir a máxima de 214 km/h, segundo a Citroën. Devido à ampla faixa de torque as respostas ao acelerador são correspondentes às de um motor bem mais potente. Ou seja, na prática, no dia-a-dia, na cidade ou na estrada, no regime médio de rotação têm-se à disposição respostas iguais às de um motor bem mais potente e com a economia de que um pequeno 1,6-l é capaz.

 

Cuidado quanto ao conforto  NO USO, CITROËN C4 LOUNGE TENDANCE DSC08551

Cuidado quanto ao conforto

Para lembrar, o motor 2-l aspirado do Tendance é flex e desenvolve 151 cv a 5.250 rpm e torque máximo de 21,7 m·kgf a 4.000 rpm, com álcool. Esta versão, seja com um ou outro motor, não tem controle de estabilidade e tração, recurso exclusivo da versão Exclusive. Sinceramente, esse recurso não me fez mínima falta, pois o carro traciona muito bem e tem ótima estabilidade sem necessitar dele graças às qualidades dinâmicas inerentes ao projeto.

 

Porta-malas de 450 litros. Tanque de 60 litros.  NO USO, CITROËN C4 LOUNGE TENDANCE DSC08549

Porta-malas de 450 litros, tanque de 60 litros

O C4 Lounge tem cinco versões:

Origine:  motor 2-l aspirado e câmbio manual de 5 marchas, preço: R$ 62.500
Tendance manual: motor 2-l aspirado, preço: R$ 66.490
Tendance automático: motor 2-l aspirado, R$ 68.500. Notar que o câmbio automático de 6 marchas custa R$ 2.010, o que é um custo até baixo para se ter essa comodidade.
Tendance THP (este testado): motor 1,6-l turbo, câmbio automático de 6 marchas, preço: R$ 76.690. Notar que a opção pelo motor THP custa R$ 8.190 mais.
Exclusive: Tudo o que o Tendance tem e mais controles de tração e estabilidade, preço: R$ 81.490. Teto solar é opcional.

 

Um sedã médio frugal no consumo  NO USO, CITROËN C4 LOUNGE TENDANCE DSC08537

Um sedã médio frugal em combustível

O segmento está realmente um páreo duro. Praticamente todos estão bons. A escolha recai sobre detalhes que agradam particularmente a um ou a outro. Os que preferem o desenho europeu terão maiores afinidades com o C4 Lounge.

Veja o vídeo:

 

AK

 

Fotos: autor

 

FICHA TÉCNICA CITROËN C4 LOUNGE TENDANCE THP 165
 
MOTOR
Denominação, localização e posiçãoEP6CDTM, dianteiro transversal
CombustívelGasolina
AspiraçãoSuperalimentação por turbocompressor de dupla voluta com interresfriador, 1 bar
Taxa de compressão11:1
Diâmetro dos cilindros/curso dos pistões77 x 85,8 mm
Cilindrada1.598 cm³
Potência máxima165 cv a 6.000 rpm
Torque máximo24,5 m·kgf de 1.400 a 4.000 rpm
Material do bloco/cabeçoteAlumínio
N° e arranjo dos cilindros/arrefecimentoQuatro em linha/a líquido
Localização dos comandos de válvulasCabeçote
Árvores de comando de válvulas/acionamentoDuas, corrente
N° de válvulas por cilindro/localização/atuaçãoQuatro/cabeçote/indireta por alavanca-dedo
Variador de faseComando de admissão e escapamento
Coletor de admissão variávelNão
Formação de misturaInjeção direta
TRANSMISSÃO
Câmbio/rodas motrizesAutomático epicíclico Aisin Auto6/dianteiras
Controle de tração/bloqueio de diferencialSim/não
N° de marchas à frente/alavanca seletoraSeis/assoalho
Relações das marchas1ª 4,04:1; 2ª 2:37:1; 3ª 1,56:1; 4ª 1,16:1; 5ª 0,86:1; 6ª 0,67:1; ré 3,39:1; árvore de saída 1,06:1, influência sobre todas as marchas
Relação de diferencial3,87:1
SUSPENSÃO
DianteiraIndependente, McPherson, braço triangular, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
TraseiraEixo de torção, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizador integrada
DIREÇÃO
TipoPinhão e cremalheira
Relação/assistênciaN.D./eletroidráulica
Diâmetro mínimo de curva11,1 m
FREIOS
Servoassistência/tipoSim/a vácuo
DianteirosA disco ventilado, Ø 283 mm
TraseirosA disco, Ø 249 mm
RODAS E PNEUS
RodasAlumínio, 6Jx17
Pneus225/45R17W
SISTEMA ELÉTRICO/GERADOR
Tensão nominal (V)12
Tipo de geradorAlternador
CARROCERIA
ConstruçãoMonobloco, subchassi dianteiro, sedã
Número de portas/número de lugaresQuatro/cinco
DIMENSÕES EXTERNAS
Comprimento4.621 mm
Largura1.789 mm
Altura1.505 mm
Distância entre eixos2.710 mm
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h8,8 s
Velocidade máxima214 km/h
CONSUMO DE COMBUSTÍVEL (INMETRO)
Urbano (computador de bordo)8,7 km/l (11,5 l/100 km)
Rodoviário (computador de bordo)11,7 km/l (8,5 l/100 km)
CAPACIDADES E PESOS
Porta-malas450 litros
Tanque de combustível60 litros
Peso em ordem de marcha1.437 kg
Carga útil410 kg
GARANTIA
Termo3 anos
MANUTENÇÃO
Revisões e troca do óleo do motorA cada 10.000 km ou 1 ano
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em 6ª       42,1 km/h
Rotação a 120 km/h, 6ª2.850 rpm
Rotação à velocidade máxima, em 5ª6.400

 

(Atualizado em 9/12/14 às 18h20, correção de dados do câmbio)

Sobre o Autor

Arnaldo Keller
Editor de Testes

Arnaldo Keller: por anos colaborador da Quatro Rodas Clássicos e Car and Driver Brasil, sempre testando clássicos esportivos, sua cultura automobilística, tanto teórica quanto prática, é difícil de ser igualada. Seu interesse pela boa literatura o embasou a ter uma boa escrita, e com ela descreve as sensações de dirigir ou pilotar de maneira envolvente e emocionante, o que faz o leitor sentir-se dirigindo o carro avaliado. Também é o autor do livro “Um Corvette na noite e outros contos potentes” (Editora Alaúde).

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  • Davi Reis

    Esse carro transpira uma alma francesa, é estiloso e muito caprichado. A sensação de refinamento do interior é mesmo de impressionar, é um carro extremamente agradável. Não sei como andam as vendas dele mas com certeza é um competidor sério nessa concorrida categoria. O problema é aquele de sempre, a desconstrução da imagem de manutenção difícil e cara dos carros franceses. Hoje a Citroen já trabalha com preços fixos de revisão mas acho que ainda vai levar tempo pro consumidor perder o medo (ainda mais nessa categoria, geralmente quem compra é mais conservador) e as vendas embalarem.

    • Mr. Car

      Eu gosto muito dos carros franceses de modo geral, em especial os mais refinados, sempre bastante caprichados, com qualidade construtiva, tecnologia, e comportamento dinâmico, mas infelizmente é comum me deparar com comentários tipo “carro francês não presta”, “francês não sabe fazer carro”, “carro francês é lixo”, e outras imbecilidades. Outra coisa: me chamou atenção no texto do Keller, a menção ao fato de os controles de estabilidade e tração ausentes nesta versão não terem feito falta por conta do excelente projeto, o carro tracionando e sendo muito estável mesmo sem eles. Me lembrei que vejo muita gente descendo o cacete no Corolla, por não os ter. Agora, me pergunto: em um carro de proposta tão familiar, um sedã que nem tem toda essa cavalaria, que diabos de tipo de condução um sujeito pretende dar, cujos abusos precisem ser contidos e/ou corrigidos por recursos eletrônicos?

      • Christian Bernert

        Acho importante que exista a opção para o cliente de adquirir ou não o carro com o controle de estabilidade e tração, já que isto depende mais do uso que será feito do carro do que do veículo em si. Alguém que usa o carro com frequência em rodovias de pista simples, sinuosas, em regiões muito chuvosas, com casos frequentes de derramamento de óleo (que não deveria acontecer mas acontece); vai querer um carro que lhe diminua um pouco o risco em situações onde a prudência não foi suficiente. O triste é não ter nem como opcional.
        Eu mesmo, depois de muito rodar na Régis Bittencourt (Curitiba – SP) decidi por um carro que tenha este recurso. É realmente uma segurança a mais. Sabemos que acidentes acontecem por uma conjunção de fatores, então quanto mais fatores forem minimizados ou eliminados, menor será o risco de um acidente. Menores serão também os danos caso ele aconteça.
        Depois de ver um caminhão desgovernado vindo em sua direção você passa a considerar muito mais importantes algumas daquelas sopas de letrinhas.

        • Mr. Car

          Claro, Christian, mas o que se quer mostrar e que foi esmiuçado aqui nos excelentes posts da série “As falsas sensações de risco e segurança”, é que em rodovias em condições como as que você citou, por exemplo, andar mais devagar ajuda e muito a nem se meter em situações onde recursos eletrônicos se façam necessários, e que também nem eles são garantia absoluta de segurança, como muita gente pensa.

  • Rogério Ferreira

    É o carro que eu queria ter! Perfeito para mim. É a prova incontestável que podemos ter mais por menos, o que coloca em xeque a fama da dupla nipônica cada vez oferecendo menos por mais! Por outro lado, isso demonstra uma incoerência do mercado nacional: nem sempre se opta pelo melhor, e sim pelo mais vendido (A VW por muito tempo se aproveitou disso). E por que isso acontece? Porque o cara já compra um carro pensando em passá-lo para frente, depois de dois ou três anos. Porque existe uma preocupação desmedida e descabida em não perder muito dinheiro na revenda. Não que Civic e Corolla sejam os melhores, e sim porque são mais fáceis de vendê-los, de conseguir um “troco a mais” na troca. Só por isso! E por causa, justamente da maior procura, que Honda e Toyota podem se dar ao luxo de pedirem o que quiser, pois existe uma clientela fiel disposta a pagar. Mas que é isso? Que mesquinharia besta, duvidosa! Se comprar um Corolla por 90000 hoje, vai vendê-lo por 60000 daqui a três anos… Se comprar um C4 Longe por 76000, vai vendê-lo por 46000 no mesmo prazo… em ambos casos, perderá os mesmos 30.000! Pois eu digo, não quer perder dinheiro? Não compre um carro zero, de marca nenhuma! ainda mais um sedan médio: todos desvalorizam. Se preza centavo por centavo, se gosta de exaltar suas proezas econômicas, sei lá, compra um lote, aplique na renda fixa, e ande num popular usadinho de 10 ou 15 anos, que praticamente mantém o seu valor de aquisição por 3 ou 4 anos. Não vai perder nada! Mas se quiser andar num carro que lhe dê prazer de dirigir, conforto e segurança considere alguma coisa além do trivial japonês. Ao dirigir um THP, como C4 Longe, ou 408 THP (que está mais barato que o Lounge, e é basicamente o mesmo carro) num test drive, sentirá verdadeira raiva, de nunca ter experimentado antes, e de ter seguido os conselhos dos “amigos entendidos”.

    • Jairo Evaristo

      Tem muito Gérson influenciando o mercado/pessoas. Aí se vê onde vamos. Porém, a saudável lei da concorrência nos traz um alento. E como fica um motor desses com esse novo dado? http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/folha-online/brasil/2014/09/02/senado-aprova-aumento-de-mistura-de-etanol-e-biodiesel-em-combustiveis.htm

    • Eduardo Alvim

      Concordo em tudo. Comprar um japa – e antecipar a vista a desvalorização, imobilizando seu dinheiro – não é assim tão mais inteligente. Tenho um francês, que comprei completo e bem mais barato que os japas e coreanos à época (2010) e pretendo rodar muito ainda com ele… Quando for trocar, cogito o Lounge. Só queria saber pq a Citroen deixou de oferecer o xenon direcional. Tenho no meu carro e gosto bastante disso na estrada.

    • Nando

      É o velho comportamento de boiada do comprador de carros brasileiro. Quem não compra o carro da moda (já foi VW, agora é Honda ou Toyota) é considerado um louco idiota.

  • Lorenzo Frigerio

    Esse conjunto THP/automático 6 cairia bem no 208. Mas eu alongaria o diferencial.

  • Fórmula Finesse

    É um belo carrão, visual imponente e com um toque esportivo, painel e volante de direção que agradam em cheio e nos fazem esquecer rapidinho do Pallas; um motor que empurra bem, sensação o tempo todo de solidez, massa…mas não um peso amorfo e enjoado de deslocar, mas a ideia de uma coisa coesa e bem balanceada; um carro em que tudo combina perfeitamente entre suas partes.
    Eu gostei bastante, parece mais aristocrático que um Peugeot 408 THP (até porquê pareceu empurrar um pouquinho a menos), algo um pouco mais refinado enfim…
    Certamente é uma das melhores opções nacionais do segmento.

  • Mr. Car

    Isto foi mais que uma opinião: isto foi um desabafo, he, he!
    Abraço.

  • Mr. Car, esses controles não são necessários para carros naturalmente bons, mas tem gente que gosta de dizer que o carro dele tem.
    O problema são alguns ignorantes que acham que com eles o carro pode desafiar as leis da física e daí se estrepam.

    • Mr. Car

      Pois é, Keller, essa síndrome da sopa de letrinhas já foi brilhantemente abordada aqui no Ae. Hoje em dia, se faltar uma letrinha, o carro é automaticamente taxado de “inseguro”. E é mesmo bem comum que ao ter todas elas no carro, o camarada se esqueça daquelas que formam a palavra mágica: prudência. Viajo muito em estradas, e uma coisa muitíssimo comum é ver gente que não alivia o pé em nada, mesmo debaixo de um dilúvio.
      Abraço.

      • davi

        Rei Davi….Compra ações deles…..Leva a automática deles para arrumar daqui a pouco e daqui a pouco vc volta a opinar…Vamos ver se mantém seu PV.

        • Nando

          Amigo, atualmente estou com o C4 Lounge THP Exclusive e assino embaixo de cada palavra do texto do Arnaldo. Antes deste, já tive diversos outros “franceses” que nunca me deram mais problemas que os VW, Ford e outras marcas que já tive. Ah, e não se esqueça que o câmbio é japonês – da Aisin, parte do grupo Toyota.

      • Leonardo Mendes

        Não se esqueça de mencionar as estrelinhas do LatinNCAP… carro hoje em dia tem que ser igual hotel, se não tiver mais de 4 é um lixo.

        Óbvio que segurança é tudo, mas, caramba… as pessoas hoje em dia se comportam como se o carro fosse capotar dentro do quintal a qualquer momento.

      • Belford

        Outro dia conversando com meu pai sobre segurança automotiva, perguntei como faziam nos anos 60-70, e ele disse: prudência, prudência e um crucifixo pendurado no espelho retrovisor. Não aguentei e morri de rir !!!!!!

      • VeeDub

        A falta de ESP nesta categoria e preço, para mim não tem perdão. Depois do cinto de segurança o ESP é o mais importante recurso de segurança automotiva já criado ate hoje… Tem quem ache que ESP é só para velocidades acima de 200 kmp… gostaria de ver todos aqueles que dizem que ESP é desnecessário fazerem o teste do alce…. no Brasil o teste da CAPIVARA…
        Trabalho em uma empresa de origem nórdica, segurança para eles é paranóia como já disseram aqui…. décadas antes de AB/ABS se tornarem padrão, todos os veículos dos funcionários aqui do Brasil tinham tais recursos… se por acaso eu tiver que locar um carro, somente com AB/ABS… Enfim, diferenças culturais a respeito de segurança entre nações… ESP já se tornou tema menor, procure vídeos na internet com e sem ESP e assunto encerrado…
        O que me causa ojeriza, é ouvir de um alto executivo de uma montadora japonesa que o ESP em seu modelo de carro não é necessário porque sua estabilidade é muito boa… é um tapa na cara…. o mesmo carro no resto do mundo tem

    • MrBacon

      Olá Keller, acredito que os controles eletrônicos são importantes para o motorista médio, mas certamente um ‘piloto’ mais experiente com um carro bem acertado pode prescindir dele.

      Eu dirijo há uns 23 anos, nunca passei por uma situação em que o controle de estabilidade fez falta. Acho mais útil o controle de tração, especialmente naquelas garagens esquisitas das cidades com muitos aclives, eventualmente você para numa entrada no meio do aclive e se vê numa situação em que toda a aderência está apenas em uma roda. Mas nada que um pouco de paciência não resolva.

      O que já me livrou de alguns problemas foi o ABS, este sim um companheiro inigualável para qualquer motorista.

  • Davi Reis

    Eu entendo o ponto de vista de quem defende a presença desses auxílios eletrônicos mas acho também que existe um pânico generalizado em cima disso. Um carro pode ser bom de chão e seguro mesmo sem esses itens, mas acho que o bicho pega mesmo é na hora de uma emergência, numa manobra mais brusca e nas mãos de um motorista não muito experiente. Aí sim, acho que a presença deles é bem vinda. Acho importante ter sim, mas não acho decisivo pra definir uma compra e prefiro um carro bem plantado no chão mesmo. Enfim, todo auxílio é válido de qualquer jeito. Se é possível ter, se a concorrência também oferece, o que custa também oferecer?

    • Mr. Car

      Sim, é bom que estejam lá, existem as situações de emergência (embora boa parte delas mesmas pudesse ser evitada simplesmente não abusando, sendo prudente para não precisar usar de uma perícia que não se tem). O que irrita é a paranoia que se criou, é ver carros sendo execrados por não terem isto ou aquilo.
      Abraço.

      • Acho esses controles de estabilidade importantes para as suves. Controle de tração acho importantes para carros cuja potência suplantam em muito sua tração. ABS acho importante para todos, pois a grande maioria dos motoristas não sabe frear. Só que a maioria dos motoristas não sabe que a maior importância do ABS não é frear em menor distância, mas sim em deixar o motorista com o recurso de desviar, mesmo em freadas de emergência. Os caras acham que o carro vai frear em muito menor distância e descem a bota.
        De qualquer modo, o C4 Lounge é muito bom de chão, freios, tração. Belo sedã.

        • CCN-1410

          AK,
          Meu carro atual tem ABS e EBD.
          Eu sempre soube usar tão bem o freio, que o ABS não somou em nada, mas confesso que fiquei surpreso com a eficiência do EBD, mas mesmo assim eu saberia viver sem ele.
          Duas perguntas:
          01 – Se desligar as luzes do velocímetro digital, todo o resto se apaga ou é possível manter as outras informações?
          02 – As muitas as diferenças de acabamento entre o Origine e o Tendance?
          Faço essas perguntas porque gostei do carro e

      • Davi Reis

        É irritante essa paranoia mesmo, concordo com você. É a mesma coisa com os testes de colisão, eu gosto de acompanhar e comparar porque acho que é um bom parâmetro pra avaliar a qualidade de construção do carro, mas tem gente que pira em cima desses dados… Como eu disse em outro site há algum tempo, ainda prezo mais a segurança ativa do carro (bons freios, boa direção, boa visibilidade, bem plantado no chão) do que a passiva. Não que não seja importante, mas pelos céus, andamos nossa vida inteira em carros muito menos seguros que os atuais e até hoje estamos aqui pra contar história… Fico feliz que o consumidor ande prestando mais atenção à esse detalhe mas, mais uma vez, o pânico coletivo toma conta. Numa batida de frente numa estrada em alta velocidade, acho que uma estrela a mais não vá salvar a sua vida. Perdoem me os que discordam.

        • CCN-1410

          Eu sou fã do cinto de segurança e não levo ninguém em meu carro que não queira usá-lo.
          Mas discordo da lei que obriga o uso desse equipamento de segurança.
          Caso ocorrer algum acidente e alguém morrer ou se machucar, e se for constatado que os passageiros estavam sem o cinto, que o seguro automaticamente seja cancelado e que o motorista assuma todas as responsabilidades, exceto o que cobre danos a terceiros.

      • Jorge

        Mr. Car, sem desmerecer seu ponto de vista, acredito que se todos os brasileiros execrassem os carros sem controle de tração/estabilidade, sem ABS (até ano passado), teríamos carros muito mais seguros hoje em dia. Na Europa, controle de tração e estabilidade é item obrigatório há anos.
        Isso é uma das coisas que eu discordo do AK, gosto muito dos seus posts, das suas avaliações, porém não concordo quando ele diz que um carro de R$76k, ou R$90k no caso do Corolla Altis, não necessita destes controles por ter bom chão.
        A grande maioria dos brasileiros não é bom motorista. Por melhor que o carro seja, e mesmo andando devagar, um dia o motorista pode pegar uma curva fechada mal sinalizada e por um movimento brusco e errado, pode rodar, fato que não ocorreria com o controle de estabilidade, o mesmo pode ocorrer em um dia chuvoso. Portanto acho sim, que devemos sempre execrar carros, principalmente com preço elevado, sem os tais controles. Temos que lembrar que o custo de um controle de tração e estabilidade não é alto para uma montadora, visto que é utilizado em conjunto com o módulo de ABS. Simplesmente aceitar o que as montadoras oferecem pelo preço que elas cobram é o que nos faz estar entre os países com os carros mais caros do mundo, e pior, inseguros.
        Abraço a todos.

        • VeeDub

          perfeito Jorge…

      • Andre Mondino

        Exatamente! Meu carro (Fox 1,6) já foi execrado por ter “apenas” o trivial de segurança que a legislação impõe, ou seja, bolsas infláveis e freios ABS. Me disseram: “Não é seguro!” E eu respondi: “Posso estar exagerando ou sendo presunçoso, mas com meus anos de experiência ao volante e, modéstia à parte, relativa perícia na arte de guiar um carro, 95% da segurança quem faz sou eu”. Fui excomungado rsrsrsrs. Detalhe: o ABS do meu carro nunca entrou em ação, apesar de gostar de andar forte quando as condições permitem um pouquinho de ousadia. Abraço!

    • Z_H

      Exatamente !

  • Leonardo Mendes

    É justamente a versão que falta pro 408, um intermediário com o motor THP… mas parece que esqueceram os neurônios em Sochaux.

    • Eu não entendo, a Peugeot lançou o 408 em quatro versões, e pouco tempo depois eliminou duas, deixando uma muito pelada (Allure) e uma muito completa (Griffe THP). Deviam ter mantido o Feline, de preferência com o motor THP.

      Mesma coisa com o 308. Lançaram nas versões Active, Allure, Feline e Griffe, e rapidinho mataram várias combinações, deixando o Active só com o 1.6, o Allure com as duas motorizações e o THP isolado lá em cima. Cadê a Feline pra fazer o meio de campo?

      • Leonardo Mendes

        Duzinfa, nem a Peugeot entende a si mesma… é tanta cabeçada de uns anos pra cá que o leão do logotipo já vem até de atadura.

        Menos mal que a AL4 agora é passado nas linhas 308/408.

  • Christian Bernert

    A Fórmula 1 vem sendo criticada por ter adotado o turbo, que resultou no sumiço do delicioso som que ouvíamos. Para o caso específico do Grande Circo Automobilístico este componente realmente faz alguma falta.
    Mas estes turbos domados que a indústria automobilística está pouco a pouco introduzindo no nosso dia-a-dia nos dão acesso a uma nova dimensão. Ao contrário dos turbos da década de 1990, que tinham um ‘lag’ imenso e resultavam em carros pouco usáveis por um cidadão comum, estes são capazes de gerar torques impressionantes em baixa rotação. Com isto torna-se possível obter acelerações vigorosas com baixíssimo ruido. Agilidade sem estardalhaço é o que nós precisamos no trânsito dos dias de hoje. E tudo isso com economia. Acho que os R$ 8k a mais pelo THP valem cada centavo por este motivo.

  • marcus lahoz

    Excelente carro. Dirigi e gostei demais, mas compraria o 408 thp, acho mais bonito e bem acabado.

  • Tamanduah

    Arnaldo, só uma “correção” na parte final de seu artigo você diz, por mais de uma vez, algo como “notar que o … custa”. Esta parte está equivocada, o certo seria “notar que o… custa a mais R$…” Ou seja, estes valores citados por você são aqueles praticados além do padrão, ou seja, é o valor do câmbio manual mais a diferença para se ter o automático, é o valor do motor aspirado (2.0) mais o valor adicional para se ter o 1.6 turbo. Não é o valor do câmbio automático e do motor 1.6 turbo em absoluto; isto pode levar o leitor a erro. 😉

    Abraços.

  • jrgarde

    Vai sair no 208, será lançado no salão do automóvel como GTI.

    • No 208 vai ser o mesmo drivetrain do DS3, motor THP e câmbio manual de 6 marchas, não automático.

      E vai ser 208 GT, não GTI.

      • jrgarde

        Obrigado.

  • RoadV8Runner

    É inusitado ver o desempenho do C4 Lounge 1,6-litro THP e, ao abrir o capô, nos depararmos com um motor compacto desses! Esse avanço nos motores turbo é que me fascina, pois tem-se desempenho forte e economia de combustível, mesmo andando forte.
    Gostei de ver que a relação da quinta marcha do câmbio “casou” muito bem com a rotação de potência máxima, sinal de bom escalonamento do câmbio para o conjunto.
    Outra coisa que me surpreende positivamente a cada dia é a evolução que vem ocorrendo com os eixos de torção, pois os sistemas modernos desse tipo não devem praticamente nada à suspensão independente na traseira.

    • Road Runner, para esse tipo de carro eles estão plenamente satisfatórios. Melhoraram e muito, sim.

    • VeeDub

      RoadV8Runner
      Realmente este motores modernos compactos e turbinados são fascinantes… A evolução dos eixos de torção também são nítidos… mas acredite, ainda devem aos multibraços… meu carro tem e sinto diferença.

  • Lucas dos Santos

    Belo carro! Me pareceu ser bem caprichado.

    A única coisa que não me agradou nele, esteticamente falando, foi esse velocímetro analógico, no qual só dá para ver a ponta do ponteiro. Eu tenho o hábito de fazer a leitura do velocímetro apenas pelo ângulo do ponteiro, sem precisar olhar, a todo instante, qual número ele está apontando. Daí o fato de eu prezar mais os velocímetros cujo ponteiro pode ser visualizado por inteiro. Felizmente há um velocímetro digital, que acaba compensando essa questão.

    Agora uma dúvida: vejo muito o pessoal elogiando bastante quando um carro vem com volante de base achatada. Como eu nunca dirigi uma carro com essa característica, gostaria de saber: que vantagens um volante de base achatada oferece em relação a um volante convencional?

    Em tempo, não pude deixar de notar que o Arnaldo estava usando um microfone de lapela no vídeo. Ficou excelente assim, deu para ouvir bem. A propósito, o vídeo como um todo ficou muito bom, como sempre!

    • Nando

      Lucas, na minha opinião o volante com base achatada é muito mais uma característica para agradar aos olhos e tentar transmitir alguma esportividade. Não vejo muita utilidade prática, a não ser no caso de pessoas com alguma dificuldade para entrar e sair do carro.

      Quanto ao painel, concordo contigo. A leitura do ponteiro do meu Lounge é bem ruim, a ponto de eu deixar o centro do mostrador sempre mostrando a velocidade digital (no Exclusive a telinha pode mostrar outras informações, como por exemplo o computador de bordo). E é arriscado deixar de olhar para o velocímetro neste carro, que é rápido e silencioso. Os radares fazem a festa…

    • Lucas, basicamente esse achatado é “charme”. Não incomoda e nem ajuda em nada, desde que não seja muito pronunciado, pois já peguei um, que, sinceramente não lembro qual, que “não achei” a empunhadura numa curva fechada. Não era carro de teste, senão eu criticaria, e, como disse, não tenho certeza qual carro foi, senão eu citaria aqui.

    • Davi Reis

      Acho que dependendo da regulagem do banco e das dimensões da pessoa, o volante achatado pode dar uma boa ajuda na hora de entrar e sair. Depende do carro também, há algum tempo fiquei com um Fiesta Rocam alugado por 200km e pra minha regulagem, o volante sempre ficava no meio do meu caminho pra entrar e sair do carro. E olha que sou magro e não dirijo colado ao volante.

    • Z_H

      Ajuda a aumentar um pouco o espaço para entrar mais rápido no carro quando competimos em Le Man……. não ? rs… É só estético mesmo…

  • ccn1410

    O forte das nipônicas são as concessionárias.

  • ccn1410,
    1- Tudo se apaga e só ficam acesas, com luzes tênues, a do indicador da marcha em que está e da borda do velocímetro analógico.
    2- Não testei o Origine, mas isso é fácil de vc pesquisar no site oficial da Citroën ou em uma concessionária. Vale ver, pois mesmo com motor aspirado e câmbio manual é um ótimo sedã.

    • ccn1410

      Meu post saiu esquisito, mas deu para entender, hehehe…

  • Tamanduah, vou dar uma olhada para ver se, a meu ver, expliquei a contento. Posso não ter sido claro e isso acontece. Obrigado.

  • Cristiano Halterberck Xavier M

    Possuo um Peugeot 308 com a mesma motorização, e posso afirmar que alem de uma manutenção justa, nunca apresentou problemas, alem de contar com um desenho bem bonito e motor muito esperto. Estes carros franceses estão surpreendendo.

  • Rolim

    Gordinho esse Citroën, só perde para o obeso Corolla (que é mais gordo que um Camry!!!)

    Peso em ordem de marcha (kg); valores fornecidos pelos fabricantes em seus sites.

    Toyota Corola XEI/CVT = 1.660
    CITROËN C4 LOUNGE TENDANCE THP 165 = 1.437
    Chevrolet Cruze LT/AT = 1.427
    Focus Sedan S 2.0 PowerShift = 1.391
    Sentra 2.0 SL = 1.348
    Honda Civic AT = 1.274

    Ford Fusion 2.5 Flex = 1.572
    Toyota Camry = 1.540
    Honda Accord = 1.506
    NISSAN ALTIMA 2.5 SL = 1.469,2

    Somente 32 kg separam um C4 de um Altima!

  • Davi Reis

    Também sou fã do cinto, quando entro no carro a primeira coisa que faço é colocar ele, antes mesmo de ligar o carro (segunda coisa que faço se o carro for mais antigo e precisar travar as portas, tempos difíceis esses nossos, haha). Todos que andam comigo já sabem que eu gosto que coloquem o cinto e nem preciso mais pedir, felizmente. Mas também acho que o uso de cinto não devia ser obrigatório, se a pessoa quer correr o risco de andar sem e morrer numa batida, que fique por sua conta.

    • Davi, se não for obrigatório, não usam, e não usam porque ignoram a importância do cinto. Capacete em moto é a mesma coisa. Só passaram a usar depois que ficou obrigatório. É que nem com criança pequena. Certas coisas é não e pronto. O homem descende do macaco e macaco está sempre aprontando macacada. Se descendesse dos golfinhos seríamos mais pacíficos e razoáveis.

      • Davi Reis

        Exatamente, e mesmo sendo obrigatório, muitos não usam. Eu não consigo compreender como uma pessoa consegue deixar de lado (literalmente) uma coisa tão simples e importante. Ainda mais hoje em dia, que já é mais do que comprovado que o cinto salva vidas. Acho que num mundo ideal, o uso não deveria ser obrigatório (afinal, o maior interessado é quem usa), mas todos sabemos que nosso mundo passa bem longe de ser o ideal. É como você disse Arnaldo, certas coisas acabando tendo que ser impostas e pronto.

  • Boni

    Cara, eu não havia reparado no peso do Corolla: 1660kg?
    Será que não é o peso do carro + fluídos e ocupantes? Estou achando muito pesado!

  • Belford

    Perfeito!!!!

  • Z_H

    Se todos os carros sairem de fábrica com ESP/ASR (talvez por força de lei) o custo cairá até o ponto de ser irrelevante. O botão “ESP OFF” deverá sempre estar no painel caso o motorista decida desligá-lo.

  • Luiz_AG

    O I-Motion da VW tem recebido orçamentos de 11 mil em reparos. Tenho hoje um Peugeot e um Renault e não senti diferença sensível no custo de manutenção em relação as quatro grandes. Brasileiro sofre da síndrome do vizinho. Tudo que ele diz e verdade e seu consumo serve para impressiona lo

  • Billy

    Excelente artigo. Tenho um 308 THP e esse motor é realmente impressionante. Chega-se facilmente aos 200CV com a instalação de chip de potência, conforme relatos de vários proprietários em diversos fóruns. O único porém é o consumo urbano declarado; em todos os testes que encontrei, o consumo urbano é de aproximadamente 8 km/l; Eu raramente consigo mais de 6,5km/l. Abastecendo sempre com pódium e rodando somente na cidade, sem trechos de estrada, ou seja, velocidade média de 20km, e olhe lá. Direção tranquila, sem saídas ou esticadas fortes.

  • Orizon Jr

    Estou pensando seriamente em embarcar em um C4 Longe THP. Meu carro atual é um Cruze. Bom, mas falta algo debaixo do capô (cavalaria).Tive um Azera V-6 2009. Excelente para viajar mas pouco prático no uso diário, pois o V-6 gasta e o carro é grande.

    Modelos que estão na minha relação:
    – Jetta TSI – o melhor deles ,mas muito caro.
    – os irmãos THP – 408 e C4 L. O Peugeot é muito pesado para um 4-cil e o estilo do Citroën me agrada mais.
    – Fluence GT correndo por fora. Me agrada muito, principalmente pelo relato — no uso — feito pelo mestre Bob, mas como a patroa também vai usá-lo, creio que o automático é mais indicado.

    Vamos ver no que vai dar.

    Forte abraço a todos

  • DJ

    Prezado AK, boa tarde.

    Os atuais motores sobrealimentados possuem durabilidade equivalente aos aspirados? Estou de olho em um Golf e C4 Lounge, no entanto, tenho receio quanto a quebras, pois pretendo ficar um período relativamente longo com o veículo.

    Saudações.

  • Danilo

    Honda Civic LXR 2.0 ou um C4 Lounge Tendance?
    A Citroën esta com um ótimo motor, porém a Honda continua com sua qualidade e fazendo carros que, definitivamente, não lhe dão dor de cabeça, mas o que me parece é que a Honda não acompanhou a evolução dos outros sedãs e acabou deixando o Civic com uma tecnologia inferior.
    A Citroën, por outro lado, ainda tem seus problemas com a revenda e suas peças que estão muito caras se comparadas com a concorrência.
    Gostaria de saber a opinião dos demais leitores a respeito desta dúvida.

    • Germano

      Estou com um C4 Exclusive há 6 meses e o carro corresponde exatamente ao que consta da avaliação da Ae. Muito bom. O motor é sensacional. Aqui em Floripa a concessionária é boa. Já é o meu segundo Citroën e não tenho objeções.

  • Marcel Pegoraro

    Tenho esse carro no modelo flex, ele é impressionante, agrada em tudo. Tenho 1.90 m e sempre tive problemas de bater a cabeça no teto. no Lounge, mesmo sentando no banco de trás com os bancos da frente totalmente recuados, ainda me sobra espaço nas pernas e na cabeça. O que mais empolgou foi o test drive, com 5 ocupantes ele acelerou de 140 km/h na subida, para 200 km/h com muita facilidade, eu ria à toa. Nas ultrapassagens, muito forte. só não consigo encontrar uma maneira de ativar o detector de radar, no manual diz que tem, mas não consigo ativar. Colegas com Civic , Corolla ficaram bem balançados com o Lounge.